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Archive for the ‘Entretenimento’ Category

Linux Magazine Community Edition

Linux Magazine Community Edition 60: baixe a sua hoje!

Já está no ar a Linux Magazine 60 Community Edition em primeira mão para os assinantes da newsletter. Confira nesta edição os assuntos principais da Linux Magazine de novembro (RAID, Samba e Backup) e leia artigos completos sobre segurança de aplicações web e OpenSolaris, o sistema de código aberto da Sun.

Linux Magazine Community EditionNa seção de colunas, confira a opinião de Augusto Campos sobre os grandes avanços que os sistemas Linux já conquistaram, além da polêmica posição de Maddog quanto à cobrança de CDs de instalação de Linux. Veja ainda como a Unimed Londrina vem colhendo ótimos frutos após a adoção de Software Livre em sua infraestrutura de TI, e feche essa agradável leitura com mais uma tirinha do Nerdson, o mais divertido retrato dos departamentos de TI do Brasil.

A Linux Magazine Community Edition surgiu em agosto deste ano. Trata-se de um arquivo em PDF com 30 páginas do conteúdo original da Linux Magazine do mês, disponível para download uma semana antes do lançamento da revista nas bancas – exclusivo para assinantes e cadastrados na newsletter.

O sumário da Community Edition contém a relação de todas as matérias da revista. Algumas são de livre acesso e outras são artigos que podem ser adquiridos pelo site. O material de livre acesso representa 30% do conteúdo da edição do mês, uma prática já adotada pela Linux Magazine. Pode-se navegar pelo documento, acessando o material gratuito ou adquirindo o material exclusivo em nosso site. Basta clicar para ser levado à página do artigo correspondente. Tudo isso antes mesmo de a revista chegar às bancas ou ser publicada no site.

A melhor parte é que você pode baixar o arquivo e enviar para quem você quiser. Por meio da licença Creative Commons, a Community Edition pode ser livremente copiada e distribuída. Assim, baixe, copie, envie para os seus amigos e faça parte de uma comunidade que não para de crescer. Participe de forma ativa na divulgação da tecnologia que mais traz benefícios para as pessoas e para o mercado em geral.

Quando a revista chegar às bancas, a Community Edition será disponibilizada gratuitamente para download para qualquer visitante do site. Mas você, assinante da newsletter, tem a exclusividade de acesso em primeira mão.

Fonte: http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/linux_magazine_community_edition_60_baixe_a_sua_hoje

Biafra: No lugar certo, na hora certa… com o paraquedista errado! o.O

Hahahahahahahahahaha… esta salvou o dia (ou a noite)

Segue:

O cantor Biafra que já estava sumido há algum tempo da mídia reapareceu no Fantástico no último Domingo e agora também virou umas das sensações do YouTube com o vídeo do Paraquedista que o acerta.

Dizem que foi tudo armado para tentar traze-lo de volta a mídia, será??

Fonte: Link Louco

Pelo jeito, a “jovem” velha guarda não está com mais nada =D =D =D.. alias! Até tah.. prá comediantes!!

Rachei o bico. xDDD

KDE: Oxygen está “morto”, vida longa ao Oxygen

Hoje, Hugo Pereira da Costa, extraordinário hacker do Nitrogen (um tema de decorações de janelas muito popular na comunidade kde-look), fundiu-o com o Oxygen. Significando isto, que nós teremos todas as funções que o Oxygen e o Ozone trazem separadamente, rodando em apenas um tema e com muito mais novidades.

O que se vê, é uma animação geral vindo da parte dos desenvolvedores do KDE responsáveis por está área do sistema; no qual, eles querem ver logo como as coisas funcionarão.

O “novo” Oxygen, possuirá várias novidades, entre elas um botão personalizável que poderá variar o tamanhos das janelas, configurações de sombras, e fornece um bom destaque na barra de título da janela ativa semelhantemente ao que o Ozone faria (…)

Vale mencionar que isto traz um aval oficial da maravilhosa equipe de desenvolvedores do Oxygen, e eles estão muito animado sobre os planos futuros e as novas funcionalidades que vão trazer para os usuários muito em breve a partir deste ponto.

Como não amar o Open Source?  =)
Oxygen

Arch Linux: #rm -rf / ? Aqui não

09/02/2009 memphyx 5 comentários

Uma imagem vale mais que mil palavras!

Vale mais que mil palavras
Por estas e outras que eu uso e recomendo Arch Linux!

Oficina G3: Enfim, re-encontra estilo perdido a 12 anos?

Oficina G3 sempre foi uma das minhas bandas prediletas, confesso; sou fã de longa data da sonoridade mostrada por eles.

O álbum Indiferença, ainda é, em minha opinião, a obra prima e a tempos, eu não ouvia um trabalho mais voltado para o Hard Rock pelos seus integrantes. Acredito eu que a sonoridade havia ficado estagnada a 12 anos atras (1996) e agora, enfim, re-encontraram o caminho perdido. Hoje, as coisas estão começando a mudar e mudar para melhor!

Logo vocês entenderão.

O Acústico foi um lance legal? Foi… o álbum de saídera da Gospel Music; o “Acústico – Ao Vivo no Olímpia”, posso dizer que foi um dos melhores acústicos que já ouvi, mas, foi a partir daí que a banda demonstrou de vez que perdera a identidade.

Não foi fácil o grupo construir esta personalidade, identidade nascida com altas doses de  nervosas e metálicas guitarras desde os trabalhos de “Nada é tão novo, e nada e tão velho”, com faixas como “Cante”,  “Mais que Vencedores” e “Naves Imperiais” – Com certeza, clássicos da banda, de uma era de ouro que não volta mais.

O amadurecimento e reconhecimento veio com o Indiferença, que traziam teclados muito bem feitos, onde Jean soube usar muito bem os climas de cordas e timbres sintetizados, com alguns solos curtos entre uma faixa e outra, mais essencial para o clímax musical através das harmonias e rítmicas das músicas. Os drives, overdrives … distorções com que Juninho Afran mostrou neste trabalho, realmente foi surpreendente; a virtuose em músicas como Your Eyes, Your Eyes II (Instrumental), Glória (Instrumental); dificilmente se repetiu nos trabalhos mais novos.

Os rifs nervosos de puro Hard Rock como da música Indiferença, a pegada cativante e solo arrasador de Espelhos Mágicos, as baladas como Magia Alguma e Novos Céus; poxa, a banda conseguiu se tornar lendária depois disso.

A cozinha de Valter Lopes e Duca Tambasco como mandados em “Duca’s Jam”, nos rits como “Davi” e “Fé”, colocou prá fora todo o potencial de cada um dos integrantes.

Luciano Manga era quem tornava os vocais do Oficina G3 muito mais hard que em qualquer outra época vivida anteriormente pela banda; pois, em seu timbre, ele aliava a agressividade vocal com a suavidade sem exageros, necessárias para este estilo musical. Sua saída da banda por uma causa maior, abalou as estruturas internas… sim.. abalou; foi perceptívDepois da Guerrael.

O trabalho acústico surgiu mostrando novas roupagens para antigas canções e trouxe uma nova balada – “Autor da Vida” – que realmente foi marcante, fazendo outros públicos prestarem mais atenção neles, e com isso angariando novos fãs! E deu certo.

Como dito, foi a partir deste álbum, que as coisas desandaram para o Pop Rock, e apesar da curtição geral em volta de muitos trabalhos acústicos surgidos nesta mesma época, o álbum rendeu muito.

Neste louco mundo musical, muitas bandas perdem sua sonoridade em algum momento, onde muitos deixam de fazer aquele som por vários motivos:  integrantes novos, velhos integrantes que saem, mudança de público alvo… e o pior.. mudança de estilo musical e vocal!

Gosto do estilo de cantar do PG em seus trabalhos solos, mas sinceramente, ele não era muito a cara do Oficina G3; e isso trouxe mudanças que tirariam o foco do Hard Rock. Fez com que a eles deixassem de ser o que antes o eram, de fazer aquele som mais hard, e isso, decepcionou vários fãs (inclusive a mim)!  Quando digo mais hard, não falo pelos instrumentais e afinações mais baixa, falo pelo estilo “black music” de cantar do então vocalista PG… poxa, o Oficina G3 não era aquilo que eu estava ouvindo!

Os álbuns o Tempo e Humanos, apesar de serem audíveis não foi legal para os fãs de longa data, apenas os que conheceram o G3 a partir dos trabalhos acústicos e que mal conhecem sucessos originais como “Cante” e “Mais que Vencedores”; que talvez nunca escutaram a vocalização de arranjos musicais cantados em “Magia Alguma” do Indiferença, tiveram um “orgasmo” músical com isso… ou não.

O engraçado foi que a saída de Valter Lopes e a saída do próprio PG, fez com que a banda sofresse novas mudanças… deixando-os sem um rumo certo novamente, e quando eu pensei que a iria acabar de vez, finalmente o ressurgimento.

Começou um pouco tímido com os trabalhos “Além do que os olhos podem ver” e “Elecktracustica”. Em fim, com muita tímides e mesmo ainda faltando alguém voltado diretamente para os vocais, o Oficina G3 começou a restaurar e re-encontrar o som perdido.

Graças!

Bem, mais algo que é para ficar claro neste post, é sobre o novo album: “Depois da Guerra”

Esse álbum, como posso explicar.. bem, … como dizem meus amigos… É MUITO LOKO MEU! rss

Deixando a empolgação de lado, posso dizer (alguns irão dizer que estou viajando, mais vamos lá), que a entrada desse novo vocalista, fez toda a diferença para o estilo deles, para resgatar algo perdido. Uns irão lembrar que desde o disco Humanos o G3 já estava pesado; posso dizer que guitarras pesadas e com afinações mais baixas não é tudo, e uma banda não é formada apenas pelo guitarrista.

Não quero fazer comparações, mais exagerando um pouco e já fazendo, em alguns momentos, o vocalista Mauro Henrique lembra o Russel Allen, atual vocalista do Simphony X (calma ae, não disse que ele canta igual, disse que em alguns momentos ele lembra)… mais é evidente que sua influência Van Halley (David Lee Roth) aflora em seus vocais. Bom para todos nós que curtimos um Hard Rock bem cantado.

Outra característica que se nota é o estilo de riffs e guitarras do Afram, com pitadas de bases a lá Godsmack, e isso sem perder sua originalidade e personalidade, que diga-se de passagem; únicas.

Baterias, guitarras e baixos, muito bem participativos, sendo essencialmente Hard. E você que esperava uma performance melhor do Jean Carlo, pode ficar tranquilo… ele não decepciona, e o novo trabalho trás muitos solos de teclados e “disputas” musicais entre os integrantes, deixando a musicalidade aflorar.

Se estão afim de conhecer novidades ou um álbum gospel diferente… recomendo que ouçam “Depois da Guerra” do Oficina G3.

Que essa formação seja muito, mais muito duradoura e que dê muitos bons frutos acima de tudo….

Meus próprios meios e Better são bons exemplos do que esperar deste trabalho, Progressive Metal e Hard (total).

Apesar de toda viagem psico-hard, nada tão bom como o velho R&B quanto “People Get Ready“! Esta fala tanto por sí só. Talvez meu lado mais calmo, me faça ouvir esta música e realmente sentir as palavras cantadas em cada melodia, solo, cada acorde, como um todo… ritmicamente cativante… música incrível e que nessa versão gravada pelo Oficina G3 ficou D+.

People Get Ready, trata-se de um clássico gospel já gravado por muita gente de peso como U2, Jeff Back (acredito que esta foi a qual o Oficina se inspirou… hehehe), Bob Marley, Ziggy Marley, Ed. Motta entre outros grandes nomes da música internacional.

E para não dizer que curto só Hard, vou deixar essa balada por aqui com a sua tradução…

People Get Ready

Pessoal, preparem-se… Há um trem a caminho, Você não precisa de bagagem
É só subir a bordo

Tudo o que você precisa é fé para ouvir o ronco dos motores
Não é preciso bilhete, apenas agradeça ao Senhor

Pessoal, preparem-se para o trem para o Jordão
Pegando passageiros de costa à costa

Fé é a chave, abra as portas e suba, há lugar para todos entre os mais amados

Não há lugar para o pecador desesperado
Que machucariam toda a humanidade apenas para salvar a si próprios

Tenha dó daqueles cuja sorte é menos generosa
Porque não há esconderijo do trono real

Então pessoas, preparem-se… para o trem que está a caminho
Você não precisa de bagagem, apenas suba a bordo!

Tudo que você precisa é fé para escutar o ronco dos motores
Não é preciso bilhete… apenas agradeça, apenas agradeça o Senhor