Arquivar

Archive for the ‘KDE’ Category

Desenvolvimento atual do KDE valendo muita grana… muita mesmo: R$ 297.944.652,48

Dólar fechando o dia em R$ 1,699 (quase 1,70) e recebo esta maravilhosa notícia via e-mail pela Linux Magazine me contando que um “geek”, muito geek mesmo,utilizando de uma outra ferramenta desenvolvida por outro geek, mais geek ainda(!), chegou nesta incrível marca!!! xD

Como pode ser visto no blog do geek (Cornelius Schumacher), ele utilizou a ferramenta SLOCCount de David A. Wheeler para chegar nos números por ele apresentado. O resultado, é que o desenvolvimento destas 4,2 milhões de linhas de puro código fonte aberto, segundo as estatísticas, é estimado em US$ 175.364.716.

Que bom que C. Schumacher  resolveu compartilhar conosco estes dados! :-)

Vejam neste link, um gráfico com as contagens de cada módulo do KDE, totalizando a esta incrível marca.

C. Schumacher, ainda nos diz, que isto é interessante mas não muito significativo, ao ponto de termos uma ideia sobre o que está acontecendo no KDE, e nos faz lembrar, que os bons programadores (voluntários), reduzem o tamanho do código liberado.  E ainda, afirma que estes 4,2 milhões de linhas de código, são apenas uma parte de todo o código escrito do KDE. Existem milhares de aplicações que não entram na distribuição padrão do KDE (…) Seria interessante se fazer as estatísticas completas, mas isso é um tanto quanto difícil. Como se tornar dono de todo o código fonte existente do KDE?

Para quem tem interesse na ferrameta SLOCCount, seja feliz… Quem sabe, você também não descobre o quanto suas contribuições valem para todos nós. =)

Duzentos e noventa e sete milhões de dólares…. agora fiquei curioso para saber o quanto é o custo de desenvolvimento do Kernel Linux segundo o SLOCCount. Se orgulhem Linuxers!

Fontes:

http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/kde_vale_us_175_milhoes

http://blog.cornelius-schumacher.de/2009/10/4273291-lines-of-code.html

Adeus KDEmod!

04/08/2009 memphyx 4 comentários

Adeus KDEmod Para minha surpresa, com o lançamento as portas do KDE 4.3.0, os desenvolvedores do ArchLinux resolveram nos antecipar com este update… e para minha felicidade, a surpresa não parou só nisso.

Adeus KDEmod… a partir deste ponto, o KDE oficial nos repositórios do ArchLinux, será distribuído “modularmente“… tudo que eu esperava oficialmente do KDE do ArchLinux a pouco mais de dois anos de utilização deste.

Vendo tudo isto, temos, como usuário, o dever de agradecer a todos os desenvolvedores do Kdemod por dar este pontapé inicial rumo a uma maior customização de uma das melhores distribuições linux de todos os tempos através de uma das Window Manager mais bem acabadas e completas para o mundo *nix… incentivando a distribuição a trabalhar de modo muito próximo como o qual do kdemod, com o release oficial do kde: - Parabéns mesmo…nossos agradecimentos!!!

Sei que com isto, o Kdemod acabará tomando um novo rumo, que ainda não faço ideia de qual; e acho muito legal também, o pessoal do KDE no Arch, ter abraçado toda esta filosofia de modularização de software. Bacana isto!!!

Para quem não conhece o KDEmod, ele é uma versão modular e refinada do KDE e que foi otimizado para o Arch Linux. Contém patches adicionais de funcionalidade e eyecandy(temas,ícones,etc) e uma instalação ligeiramente aprimorada do Qt3. Está disponível no formato padrão de pacotes do Arch Linux .pkg.tar.gz para i686 e x86_64

http://wiki.archlinux-br.org/KDEmod

Vamos aos testes:

Este é um grande passo para a distro conquistar cada vez mais espaço!

10 passos para trazer um WinUser para o Linux

Com o Linux tornando-se mais simples e fácil, sua popularidade vem aumentando e com isso mais e mais pessoas estão adotando-o como seu principal sistema operacional. Trazer antigos usuários de Windows para a plataforma Linux, pode ser um caminho difícil a percorrer. A maioria dos novos usuários, se tornam usuários a longo prazo, pois tenho amigos dos quais, incentivei o uso do Linux a eles, e foi essencial ajudá-los nas primeiras árduas semanas. Aqui é apresentado dez passos para ajudar a trazer novos usuários ao mundo Linux.

1. Escolha o seu alvo

Vamos ser realistas: O Linux não é para todos. Caras com velhos conceitos na cabeça e que não estão aptos para mudanças, os gamers maniacos, quem não curte lances de tecnologia; todos estes são maus candidatos para fazer parte do seleto grupo de usuários Linux. Você precisa de alguém que esteja interessado em informática e que seja tecnologicamente alfabetizado (incluso digitalmente). O ideal é um candidato que tenha ouvido falar em Linux; mas por algum motivo, este considera que seria muito dificil ou complexo, utilizar o Linux em seu cotidiano. Outro ponto importante na qualidade do aprendiz (vitima), é estar disposto a tomar um certo tempo na fase inicial, definindo conscientemente as diferenças de um novo sistema operacional. Se um candidato não tem essas qualidades, poderá ser melhor procurar outra pessoa em outro lugar.

2. Inicie-o com o software livre no Windows

Depois de selecionar o seu potencial converso, incentivar o uso de softwares livres sobre a plataforma Windows, é o próximo passo (e grande passo a se dizer). É provável que ela já está usando o Firefox (se for um usuário do IE, este é mais um motivo para apresentar o software livre), mas existe uma grande chance dela nem perceber que o Firefox é um software livre.
Explicar como o Firefox foi escrito e dizer que o Linux é feito da mesma forma; por uma comunidade de desenvolvedores, e não por uma grande corporação, é trivial. Explique porque você acha o por que isso é melhor: mais pessoas olhando o mesmo código é igual a menos bugs, mais recursos e mais desenvolvedores. Para uma pequena lista de software livre que podem ser executado no Windows, confira nesta página.

3. Apresente seu desktop Linux

Uma das razões com que as pessoas desejam, quando veem o Compiz e os widgets/plasmas ativados em um desktop Linux, é o surgimento do pensamento: “Tenho que ter isto”. Claro, ele é superficial, e todos nós sabemos que há mais do que apenas cubos giratórios e janelas que minimizam-se pegando fogo para o desktop Linux, mas é uma ótima maneira de prender a atenção rapidamente de alguém e levá-los a fazer perguntas do tipo: – “O que é isso?” “Como você fez aquilo?” “Como eu posso conseguir isso no meu computador?” – Todas as suas respostas para estas questões serão apontas para o Linux.

4. Dê a seu “padawan” um LiveCD

Você não quer que seu novo discípulo se apresse com as coisas e fique frustrado… não é verdade?
Esta ai uma ótima oportunidade e uma maneira rápida e fácil para que ele não volte correndo para o Windows. Para evitar isso, dê um LiveCD, é uma ótima maneira para que ele se familiarize com o desktop Linux, a interface, e as funcionalidades incluídas na instalação. Pense nisso como um brinquedo com que ele, pode-se se divertir em momentos de descontração. Não force a barra, basta dizer: “se você quiser dar uma olhada, você pode iniciar o computador com este CD sem precisar fazer qualquer modificação no seu disco rígido/sistema.” – É uma ótima maneira para deixá-lo empolgado.

5. A instalação inicial

Felizmente, a sua vitima ficou impressionada com o que foi visto com o LiveCD, e está pronto para dar o seu primeiro passo. Ótimo para ele! Somente incentivar, talvez não seja o suficiente, alias, não é grande coisa.
Ensinar através de uma instalação, e explicar que ele pode manter a sua partição com o Windows intacta e ter um dual-boot com o Linux, escolhendo o que ele prefere utilizar no momento. Esta é uma ótima maneira para que as pessoas se acostumem lentamente com um novo sistema operacional. É imperativo que você esteja por perto para ajudar este novo usuário neste novo caminho no software livre; explique sobre como os fóruns e comunidades são importantes- Um dos fatos mais importante sobre o Linux, é que existe um grande suporte e apoio por meio das comunidades – com isto, você já está incentivando a seu “rebento” a utilizar canais da comunidade para encontrar soluções para os problemas que surgirem.

6. A primeira inicialização

Novamente, você deve ser útil, mesmo após o sistema operacional estiver instalado, mas deixe-o tentar perceber as coisas em seu próprio território. Deixe a ela se encontrar, se identificar com o caminho ao redor da área de trabalho, verificando os programas inclusos, navegar na web, e fazer as coisas que ela quer fazer com o seu computador. Seu trabalho agora é sentar-se e permanecer disponível apenas quando ela estiver com dúvidas. Mostre como adicionar e remover programas; recomende algum software quando ela pergunta: “qual programa eu uso para fazer download dos meus torrents?” (ou outra pergunta do tipo) – Acima de tudo isto, deixe que este novo usuário, faça as coisas do seu próprio jeito.

7. Os primeiros dias

Se tudo correr bem, o recém usuário convertido estará desfrutando de sua primeira experiência com o Linux. Evidentemente, não haverão problemas. Mesmo assim, permaneça disponível para ajudá-lo em suas tarefas, pois este é um período de adaptação e o choque inicial de uma experiência completamente nova, precisa ser auxiliada, não force algo que não possa ser suprido.

8. Segunda semana

Esta é uma boa época para começar a explicar que existem outras maneiras de se obter ajuda com o Linux. A ideia aqui é fazer com que o usuário  seja auto-suficiente na resolução de problemas e encontre a solução de seus problemas, mas deixe claro que ainda assim, você continua a tentar ser o mais valioso suporte existente, e possivelmente o é.

9. O primeiro mês, e além…

Se a sua conversão esta usando o seu novo desktop Linux neste momento, é muito provável e seguro declarar o sucesso iminente! Parabéns! Você trouxe alguém para um sistema operacional baseado em software livre. Nesta altura do campeonato, o desktop, provavelmente deve estar bem configurado, e todos os programas de que ela precisa, devem estar instalados e funcionando corretamente. Neste momento, você provavelmente começara a ouvir perguntas mais avançado do que antes, coisas como: “Como faço para personalizar função [x]?” ou “O que significa quando fazemos uma atualização de pacote?” – ou perguntas equivalentes a isto.
Se estiver com sorte (ou bem preparado), você saberá todas as respostas, caso contrário, basta utilizar seus conhecimentos ou procurar algumas soluções para descobrir! É muito importante estar preparado para aprender mais e mais até mesmo com seu amigo recém chegado ao mundo do software livre, para que você possa avançar para a etapa 10:

10. Repita os passos de 1 à 9

PinguinsSe você teve sorte o suficiente para converter com sucesso um usuário de Windows para o Linux, você deve definitivamente tentar de novo com outras pessoas! Utilize o que você aprendeu, com sua experiência anterior e adapt este conhecimento para o estilo de seu novo alvo. Se tudo der certo, você conseguirá seu próprio exército de convertidos ao Linux em algum momento futuro!

Texto original tirado de http://www.techthrob.com/tech/10stepconvert.php

Chakra – LiveCD: KDEmod, ArchLinux … Q+?

26/11/2008 memphyx 6 comentários

chakraOlhando nos repositório do Kdemod pelo Shaman, vi um pacote um tanto quanto diferente! Um tal de “kdemod-tribe”; até então, totalmente desconhecido para mim, ou passado desapercebido nestes longos meses.

Vendo a descrição do pacote, lá estava:

kdemod-tribe (2175-1)

Tribe – Chakra LiveCD Installer

Estado: Não instalado
Versão do repositório: 2175-1

Acabei instalando o pacote e logo me interessei pelo projeto e dei umas googleadas por ai e encontrei o site oficial… o projeto é audacioso e torço para que venha a dar muitos frutos.

Olhando para http://chakra-project.org, temos vários screenshots de uma release pré alpha (ainda não liberada ao público), do processo de instalação e com frases que te levam a sonhar:

Instalação


Imagine uma das distribuições Linux mais poderosas conhecidas no universo, firmemente integrada em conjunto com o ambiente desktop mais poderoso do planeta Terra, formando uma nova experiência …

Imagine um sistema que mantém-se simples e amigável, enquanto continuava a ser poderoso e customizável …

Imagine ferramentas gráficas que são bem integrado, mas que não tornam a camada do sistema complicada, trazendo obscuridade …

Imagina a elegância delianear…

Imagine velocidade …

Imagine chakra, um novo LiveCD instalável de um sistema desktop Arch Linux integrado com o K Desktop Environment, acompanhado de sua maior parte de componentes e ferramentas escritos a partir do zero, para mantê-lo simples, mesmo não se esquecendo do “fator conforto” …

Em breve …

Chakra - ultimas telas

Chakra é o trabalho de uma pequena equipe internacional de programadores e designers que nasceu como um sub-projeto do KDEmod para Arch Linux. O objectivo do grupo, é liberar o projeto ao público até o final deste ano (2008), e pelo que já se mostra pelos shots teremos coisa boa pela frente… estão caprichando mesmo!

Se quiser manter-se informado, vá até o website, visitar os fóruns do KDEmod ou troque umas idéias diretamente nos canais do IRC: #chakra e #shaman-arch na rede Freenode …

——–

Bem amigos… se você conhece alguém que se maravilhou com o seu Arch Linux [ :P ] (acho que uma grande maioria.. não? rss); e tiveram dificuldades na instalação e chegaram a desistir desta por este motivo… acredito que este “problema”, está chegando ao fim!

Quem sabe com o Chakra, as coisas não mudem drasticamente! ( O melhor de tudo é que o Chakra será totalmente compatível com o release oficial do ArchLinux) Haa!!!

A integração com o Shaman, também é um ótimo chamariz para o projeto, sem contar a limpeza e grande customização que se pode ter ao escolher o KDEmod 4.

Have a nice day :-)

Imagine - Chakra

Fontes:

http://drfav.wordpress.com/2008/04/23/join-the-tribe/

http://kdemod.ath.cx/bbs/viewtopic.php?id=688

http://arch-live.blogspot.com/2008/10/archiso-live-20081028-release.html

http://chakra-project.org/

Bluetooth: ArchLinux

Não pensei que seria tão fácil assim…

- Não.. não mesmo!

Adquiri recentemente um adaptador bluetooth para melhor utilizar alguns apetrechos tecnológicos existentes aqui em casa.

Como possuo dois sistemas operacionais instalados atualmente em meu computador, e um deles é o Windows Vista Business, meu primeiro teste, foi com ele. O software que veio com o “mini-cd” achei péssimo, sem muitas opções e trazendo sincronização com apenas três “modelos” de celulares “embutidos” no “programa”. Tratei logo de tirá-lo e claro, procurar um software melhor!

Com isto encontrei o BlueSoleil, um software de primeira que dispensa qualquer comentário. Na verdade, este artigo não é para demonstrar minha experiência de instalação e configuração do dispositivo no Windows, mas sim, para o ArchLinux.

Para que seu seu adaptador bluetooth tenha acesso aos aparelhos compatíveis com a tecnologia é necessário instalar alguns pacotes em seu archlinux, e estes pacotes são:

bluez-libs, bluez-utils, bluez-hcidump, kdebluetooth

Estes, podem ser instalados com um simples “pacman -S pacotes”.

Após instalados, você precisa iniciar dois serviços em /etc/rc.d/; que é o serviço bluetooth em si e o dbus, pois o daemon bluetooth depende dele… e se desejar automatizar tudo isto, fica a vontade em colocar ambos os serviços em seu /etc/rc.conf na linha DAEMONS – Eu mesmo os coloquei em background na inicialização!

* (para quem vai utilizá-lo no gnome, existe o pacote gnome-bluetooth no repositório extra, mais não testei o mesmo, pois, não utilizo gnome!)

Após o serviço ser iniciado, conecte seu adaptador bluetooth em uma porta usb.

Logo após, no menu K => Configurações, existe o serviço kbluetooth service – que pela óbvia lógica, é o serviço para que o kde reconheça seu adaptador e você possa acessar e parear seus dispositivos!

Executando o programa, ele irá para o “kicker”, onde com um clique simples, em um ícone com o símbolo do “dente azul”, abrirá o konqueror com um novo protocolo ( bluetooth:/ ), fazendo com que os dispositivos no raio de alcance sejam identificados e posteriormente pareados com seus devidos PIN’s.

Como pode ser visto nas imagens abaixos, eu acessei o aparelho celular de minha esposa, o meu aparelho celular e um outro dispositivo que estava pelas redondezas que ainda não sei de quem. É possivel transferir vídeos, fotografias digitais, mp3… entre outras como usar impressoras, dispositivo voip, webcams e muito mais.

Pelo fato deste celulares serem bloqueado, vê-se que algumas pastas e arquivos não podem ser visualizados ou mesmo, copiados para o computador. O mais interessante disto tudo, é que de uma forma de muito fácil entendimento, o KDE + Kde Bluetooth + Konqueror, nos traz a transparência de troca de informações com tamanha simplicidade, que nos dá a sensação que estamos acessando uma pasta localmente em nosso diretório “home”. Integração perfeita!

Lembrando que o kdebluetooth, se encontra em 1.0 beta 8, mais que está muito maduro para o que se propõe e que o mesmo, faz parte do projeto kmobiletools.

Se você busca algo mais técnico, poderá encontrar informações que ainda continuam válidas aqui e aqui, referente a este assunto no linux.

Divirtam-se!