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Shell Script: Verificar conexão de rede, criar diretórios e mapear unidades de rede em seu Linux!

Não tinha nada o que fazer e resolvi “tentar” adiantar meu próprio lado criando um pequeno shell script para conectar em um servidor em que, de vez em nunca, preciso restaurar ou copiar alguns arquivos de backups da rede ( … tipo naquelas… de uma vez por ano ou uma vez na vida e outra na morte… quando o chefe quer as “fotos da festa de mil novecentos e lá vai bolinha”… ) … sabe como é, existem momentos que ficamos “ociosos”!

Pois bem, o script é muito simples e pode ser útil para diversas outras opções além de “copiar” fotos para seu superior ou para aquela garota que sempre está “incomodando” o cara de T.I. ;-).

O ambiente é simples:

Tenho um servidor Windows 2000 Server, com algumas pastas compartilhadas no AD (com restrições de acesso, leitura e escrita, onde cada usuário possui permissões diferentes: login e senha).

O endereço do servidor é 192.168.0.100, e as pastas compartilhadas, digamos que sejam F, G, H, Informatica, X e Z.

Como não quero utilizar a interface gráfica para isto e quero utilizar um terminal, a “temida” linha de comando (escovando bits no CLI), a maneira mais chata, e a princípio, parecendo a mais rápida, seria fazer isto aqui:

mkdir /media/W2KServer && mkdir /media/W2kServer/F

mount -t cifs -o username=jeferson,password=minhasenhasecreta,gid=users,iocharset=utf8,rw,users,file_mode=0777,dir_mode=0777 //192.168.0.100/F /media/W2kServer/F

Sinceramente, esta não é uma boa ideia, ainda mais que meu usuário e senha, ficaram gravados nos históricos de comandos do bash, e se eu levantar da mesa por um minuto, chegar alguém e ficar por um tempinho em minha sessão aberta, logo poderá ter tais dados muito facilmente.

Ainda bem e para minha própria segurança, posso usar a opção credentials e indicar um arquivo que contém meu usuário e senha, e nisto, não fica a senha a Deus dará… vejam:

mount -t cifs -o credentials=/root/.smb-credents,gid=users,iocharset=utf8,rw,users,file_mode=0777,dir_mode=0777 //192.168.0.100/F /media/W2kServer/F

O ‘pulo do gato’ se dá na criação do arquivo /root/.smb-credents. E o conteúdo do arquivo ser semelhante a este modelo:

username=jeferson

password=minhasenhasecreta

Com isto, resolvo meu problema de segurança de informações pertinentes a meu usuário e senha, mas… Todas as vezes que eu precisar mapear apenas uma unidade na rede, terei que fazer estes passos de criação e montagem de diretórios?

Não é mais fácil colocar tudo no /etc/fstab e pronto?

E se eu ter mais diretórios para mapear, também terei que repetir todos estes comandos para cada unidade de rede presente no servidor que pretendo acessar?

Calma pequeno padawan… paciência é uma virtude!

Não quero ficar digitando estes comandos, toda as vezes que eu precisar acessar tais pastas e creio que você também não. Então, depois de criado o /root/.smb-credents, vamos criar nosso primeiro script para começarmos a automatizar o processo. Criei o arquivo /bin/map.sh, contendo os comandos para montar os diretórios do servidor “SMB“:

http://paste.archlinux-br.org/1351

Veja que não temos nenhum tipo de controle neste arquivo… não há verificação da existência de conexão com o servidor; não verifica a existência dos diretórios necessários a montagem das unidades (/media/W2kServer/?) e muito menos, se há automação de todos estes processos… então, pensei em melhorar isto com a criação de um último script, que se valerá do /bin/map.sh.

O batizei de mapping.sh e o que ele faz exatamente o que o título do post indica:

  • Verifica se há conexão de rede e se o servidor com o qual quer se conectar, está ‘ouvindo’ (ou de ‘pé’, como preferir);
  • Havendo conexão, ele criará a estrutura necessária para a conexão no diretório /media e por fim;
  • Mapeará as pastas disponíveis no servidor, tornando-as acessíveis ao meu usuário.

Para isto, a primeira parte do script definirá uma Variável ( LREAD ):

LREAD=/tmp/lread.pid

LREAD, aponta para um arquivo que ainda não existe (/tmp/lread.pid) , mas que será essencial para o funcionamento de nosso pequeno notável.

Como sei o endereço IP de nosso servidor, e que este endereço nunca mudará, ou não mudará tão cedo até que eu decida que ele mude (forte isto.. neh? xD), utilizo o comando ping, verificando se tal host está visível na rede interna:

ping -c 1 192.168.0.100

O ping com a opção “-c 1“, irá enviar apenas uma requisição solicitando resposta de tal host. O servidor, respondendo, teremos uma saída de informação que se diferencia da saída de erro deste, e isto, nos traz a possibilidade de ‘moldar’ ações, conforme os resultados se apresentem.

Resolvi então, concatenar e “filtrar o resultado” analisando suas diferenças (o caso do comando ping, irá sempre mostrar em suas saídas a ‘palavra’ “icmp_seq=1“), conseguindo isto com ajuda do comando grep. Aproveitando, concateno mais uma vez o resultado, utilizando-se agora do do comando “cut“, veremos que na coluna (carácter) 27, temos números que se diferenciam, trazendo possibilidades, vejam:

O erro nos mostraria a seguinte mensagem:

From 192.168.0.2 icmp_seq=1 Destination Host Unreachable

Caso o servidor estiver funcionando e aceitando conexões, nos mostraria isto:

64 bytes from 192.168.0.100: icmp_seq=1 ttl=128 time=3.43 ms

Em meu caso específico, se houver erro, a coluna 27, me trará o valor 1 no campo ‘icmp_seq’, pelo simples motivo do endereço IP do host que uso, seu último octeto estar abaixo do decimal 10, tendo apenas hum (1) numeral: 192.168.0.2.

Já se houver conexão e resposta, por causa do IP “pingado” ser 192.168.0.100, a coluna 27 da saída do comando ping -c 1 192.168.0.100 | grep icmp_seq=1 | cut -c27 seria o caracter numérico 0, provindo do último octeto do número IP (100).

Então peguei o resultado disto (0 ou 1) e redirecionei para nossa variável LREAD (lembram-se dela, no começo de nossa história? Pois é…).

ping -c 1 192.168.0.100 | grep icmp_seq=1 | cut -c27 > $LREAD

Um passo importante…

Poderiamos utilizar-se do cat, mas neste caso, eu não precisaria declarar a variável LREAD, e prá deixar a coisa mais “bonita”, preferi utilizar-me do ’sobrenatural’ while read para ler o conteúdo do arquivo contido na primeira variável e transformá-lo em uma String lógica temporária. Para isto….

VRF=`while read LN; do echo $LN ; done < $LREAD`

Hehehe…condições… o restante é história, e em um shell script começa a mágica com o uso de if, then, else if, else, fi:

if [ $VRF == 1 ] ; then

Aqui, estou dizendo o seguinte: - Se a variável VRF for igual a 1, então faça…

echo Falha de Conexão com o Servidor

echo Verifique se há conectividade de rede local, ou se o servidor responde a conexões

else if [ -e /media/W2kServer/I ]; then

Caso a variável seja diferente de 1, temos a possibilidade de executar outros comandos e até mesmo buscar e aplicar outras soluções/comandos para potenciais problemas que possam ocorrer, e isto é o que o “else if” me permite ter. Reparem bem que o ‘[ -e /media/W2kServer/I] ‘,verificará se o diretório existe, existindo, ele executará uma ação:

sh /bin/map.sh

echo Unidades de Rede Mapeadas com sucesso

Caso não existir, executará outra ação (; then).

else if [ -e /media/W2kServer ]; then

Observando de perto, criamos inclusive, diretórios que não existem para que o mapeamento funcione corretamente, fechando o circulo perfeitamente (penso eu).

echo Recriando estrutura de diretórios

mkdir /media/W2kServer/{F,G,H,I,X,Z} && sh /bin/map.sh

echo Unidades de Rede Mapeadas com sucesso

E assim, vou testando as possibilidades até elas se findarem e o script se tornar um pequeno programa (quase perfeito), cobrindo todas as possibilidades existentes em meu ambiente.

Continuando… e finalizando!

else

echo Criando estrutura de diretórios

mkdir /media/W2kServer && mkdir /media/W2kServer/{F,G,H,I,X,Z} && sh /bin/map.sh

echo Estrutura recriada e unidades de redes mapeadas com sucesso

fi

fi

fi

Por fim, temos 3 arquivos essenciais (2 shell scripts, e 1 arquivo contendo as credenciais para acesso ao host).

Como escrevi a principio, estes arquivos para me conectar com tal servidor, me atendem perfeitamente, pois, não há a necessidade de que a conexão seja permanente, sendo executada a cada boot. Porém, ter que digitar vários comandos de criação ou verificar se os diretórios existem, e posteriormente, montar as pastas compartilhadas de servidor em tais diretórios, é algo muito massante com o tempo. O ideal, é ser adaptável e nunca tornar seu trabalho algo chato de se fazer, e com isto, ganho em tempo e agilidade, e também não fico “ocioso” com os meus neurônios. Fico feliz de poder compartilhar este pequeno script com todos vocês leitores.

Ahhh… quem ter uma solução melhor, ou ainda, me passar umas ideias, ou mesmo de como aperfeiçoar e diminuir o tamanho dos scripts eu ficarei grato e receberei com alegria tais colaborações.

Os scripts podem ser baixados e visualizados no paste.bin do Archlinux-br, segue os links:

http://paste.archlinux-br.org/1351

http://paste.archlinux-br.org/1353

E nunca se esqueçam do Guia Foca GNU/Linux.

Linux Magazine Community Edition

Linux Magazine Community Edition 60: baixe a sua hoje!

Já está no ar a Linux Magazine 60 Community Edition em primeira mão para os assinantes da newsletter. Confira nesta edição os assuntos principais da Linux Magazine de novembro (RAID, Samba e Backup) e leia artigos completos sobre segurança de aplicações web e OpenSolaris, o sistema de código aberto da Sun.

Linux Magazine Community EditionNa seção de colunas, confira a opinião de Augusto Campos sobre os grandes avanços que os sistemas Linux já conquistaram, além da polêmica posição de Maddog quanto à cobrança de CDs de instalação de Linux. Veja ainda como a Unimed Londrina vem colhendo ótimos frutos após a adoção de Software Livre em sua infraestrutura de TI, e feche essa agradável leitura com mais uma tirinha do Nerdson, o mais divertido retrato dos departamentos de TI do Brasil.

A Linux Magazine Community Edition surgiu em agosto deste ano. Trata-se de um arquivo em PDF com 30 páginas do conteúdo original da Linux Magazine do mês, disponível para download uma semana antes do lançamento da revista nas bancas – exclusivo para assinantes e cadastrados na newsletter.

O sumário da Community Edition contém a relação de todas as matérias da revista. Algumas são de livre acesso e outras são artigos que podem ser adquiridos pelo site. O material de livre acesso representa 30% do conteúdo da edição do mês, uma prática já adotada pela Linux Magazine. Pode-se navegar pelo documento, acessando o material gratuito ou adquirindo o material exclusivo em nosso site. Basta clicar para ser levado à página do artigo correspondente. Tudo isso antes mesmo de a revista chegar às bancas ou ser publicada no site.

A melhor parte é que você pode baixar o arquivo e enviar para quem você quiser. Por meio da licença Creative Commons, a Community Edition pode ser livremente copiada e distribuída. Assim, baixe, copie, envie para os seus amigos e faça parte de uma comunidade que não para de crescer. Participe de forma ativa na divulgação da tecnologia que mais traz benefícios para as pessoas e para o mercado em geral.

Quando a revista chegar às bancas, a Community Edition será disponibilizada gratuitamente para download para qualquer visitante do site. Mas você, assinante da newsletter, tem a exclusividade de acesso em primeira mão.

Fonte: http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/linux_magazine_community_edition_60_baixe_a_sua_hoje

Governo Lança Sistema de Gestão Integrada para Municípios

Os municípios brasileiros terão à disposição um software público capaz de gerenciar em um único sistema as principais áreas da prefeitura. Trata-se do e-cidade, desenvolvido para integrar áreas diversas do município como educação, controle de medicamentos, orçamento, finanças públicas, recursos humanos e tributária. A solução também permite gerir serviços que prestam atendimento ao cidadão ao gerar guias para pagamento bancário sem a necessidade de deslocamento.

Todas as prefeituras poderão acessar a ferramenta e-cidade, que será lançada e disponibilizada gratuitamente no Encontro Nacional de Tecnologia da Informação para os Municípios Brasileiros. O evento será promovido pelo Ministério do Planejamento, nos dias 27 e 28 de outubro, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília.

O Encontro é direcionado a prefeitos, secretários, gestores e técnicos municipais que atuam na área de Tecnologia da Informação. O objetivo é debater o potencial das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) na melhoria da gestão municipal e no oferecimento de serviços virtuais para qualificar o atendimento ao cidadão. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no endereço www.softwarepublico.gov.br/4cmbr

A liberação do e-cidade é fruto de uma parceria entre a empresa Dbselller e a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento. Entre as suas funcionalidades estão a autorização, emissão e liquidação de empenhos totalmente integrados ao processo de aquisições e emissão de notas fiscais.

O e-cidade também integra os módulos de compras com os almoxarifados, registra a prestação de contas e gerencia procedimentos como pagamentos de diárias e de restos a pagar. Possibilita o controle dos imóveis, das obras executadas e da dívida ativa do município, além da consulta a processos administrativos. E administra ainda as informações relativas ao Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA), entre outros.

A solução está em funcionamento em 15 municípios brasileiros e será disponibilizada no Portal do Software Público Brasileiro (www.softwarepublico.gov.br). No local, há um ambiente direcionado ao apoio tecnológico para os municípios, o 4CMBr – Colaboração, Comunicação, Conhecimento e Compartilhamento -, que já disponibiliza outros softwares para a gestão municipal em www.softwarepublico.gov.br/4cmbr

O titular da SLTI, Rogério Santanna, salientou que a redução de custos é apenas um dos benefícios propiciados pela iniciativa “Não é só economia do ponto de vista do livre acesso a esses aplicativos de software, mas também pela melhoria da qualidade da gestão pública”, destacou. Santanna disse que os programas já são testados e que podem ser utilizados pelos municípios evitando o desperdício do dinheiro público e aumentando a eficiência da gestão.

“Quem ganha é o cidadão com a melhoria da qualidade dos serviços e com a presteza do atendimento por parte das prefeituras”, ressaltou. O secretário lembrou que o Portal do Software Público Brasileiro permite o compartilhamento das soluções e práticas bem-sucedidas nas prefeituras brasileiras e no Governo Federal.

No endereço http://www.softwarepublico.gov.br/4cmbr/xowiki/divulgacao_encontro estão disponíveis a entrevista do secretário à TV NBR do Governo Federal e à Voz do Brasil sobre o tema.

Consulta pública

A exemplo do e-cidade, outras empresas privadas, órgãos públicos, universidades, centros de pesquisas e entidades privadas sem fins lucrativos podem compartilhar suas soluções no Portal do Software Público Brasileiro. Para isso, a SLTI solicita que os interessados encaminhem propostas de softwares para a gestão de tecnologia da informação aplicáveis ao setor público.

Serão aceitas propostas de software de gestão de tecnologia da informação que estejam em produção em pelo menos um ente público. Os interessados devem encaminhar as informações pelo endereço https://www.consultas.governoeletronico.gov.br/ConsultasPublicas/andamento.do?acao=confirmarPesquisaAndamento.

A consulta pública estará aberta até às 24h do dia 14 de novembro. Os comentários, pedidos de esclarecimentos e propostas também podem ser enviados pelo endereço eletrônico guialivre@planejamento.gov.br.

Também serão consideradas as contribuições encaminhadas por carta registrada até o dia 13 de novembro de 2009, para o seguinte endereço: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, Esplanada dos Ministérios, Bloco C, Sobreloja, Sala 133, 70046-900 , Brasília, DF.

Fonte:

Gadget: Sony lança novo Walkman MP3

19/09/2009 memphyx 3 comentários

Sony MP3 Walkman.Se existe algo que curto muito, e bem mais que informática, (e bem menos que mulher é claro =D ), isto é música!

Meu MP3 Foston (um clone de um mp3 Sony .. hehe) de 1GB, já está quase com os dias contados… pois, o visor lcd, já desalinhou, quase formando um “hexágono” de tão avariado que está ao ler as informações da minúscula tela. A verdade, é que estou precisando de um novo MP3 player e de preferência que me deixe um tanto quanto solto.

rss… Bem, a pouco, a Sony Lançou um novo MP3 Walkman, o NWZ-W202.

O charme do aparelho, resume-se a um ponto muito interessante:

- Nada de fios pendurados que saem do bolso caminhando em sentido a suas orelhas!

O desenho dele, é bem simples: Um envolto de fones de ouvidos como um “arco” , passando por detrás da cabeça, levando o som de ouvido a ouvido, pesando cerca de 35 gramas.

As especificações técnicas possuem pontos fortes, e pontos que também deixam a desejar.

O que considero importante do player, é a capacidade de tocar outros formatos de arquivos que não seja apenas .mp3, entre estes, o formato ACC e o formato microsoftniano WMA… pena.. esqueceram de alguns outros.

Sony MP3 Walkman

Os bons pontos são:

•  Fones de ouvido intra-auriculares de 13,5 mm.
• Capacidade de armazenamento: 2GB.
• Alta capacidade: aproximadamente 480 músicas no formato MP3 a 128 kbps.
• Formatos Compatíveis: MP3, ACC e WMA (DRM).
• Tecnologia Drag & Drop: Facilidade ao arrastar o arquivo de música e colocar dentro do MP3 Walkman, você não precisa de software.
• Botões: Chave SHUFFLE, Botão giratório, Tecla VOL+/-, Tecla RESET.
• Duração da bateria de até 12 horas de música contínua com bateria interna.
• Tempo de recarga total de aproximadamente 1  horas e meia, conectado via USB.
• Conexão USB 2.0
• Funções Especiais: Bloqueio de teclas (função Hold), função Shuffle – reprodução aleatória de música, Jog Dial – Botão multifunção para controle das músicas e das principais funções, ZAPPIN para rápida procura de músicas, Quick Charge – 3 minutos de carga garantem até 90 minutos de reprodução.
• Acessórios Fornecidos: Reprodutor (1), Almofadas auriculares de silicone (tamanho S, L) (2 pares), Base com cabo USB (1), Suporte (1), Manual de Instruções.
• Garantia: 1 ano, a partir da data de compra.

Os pontos fracos:

• Não possui Sintonizador FM.
• Formatos Compatíveis: MP3, ACC e WMA (DRM).
• Não possui Gravador de Voz.
• Garantia: 1 ano, a partir da data de compra. (poderia ser 2 ) ;-)
• Não é à prova d’água.

Algumas observações:

- A duração da bateria poderá ser diferente dependendo da temperatura ambiente e/ou estado de utilização do aparelho.

- Os formatos suportados são apenas três, mas, o DRM está presente .. e isso não é uma coisa muito legal de se saber (cadê a liberdade?)… sem contar que poderiam ter incluso suporte ao formato OGG.

- O espaço interno de 2 GB são bem mais que suficiente para músicas, ainda mais que é apenas para músicas… com 4 GB, acho que conseguiria carregar entre 1/4 ~ 1/5 da minha biblioteca musical. O “inconveniente”, é que o armazenamento real para os seus arquivos musicais, não são exatamente o espaço bruto de 2Gb, e sim1,73GB… pois, segundo o anuncio no site da Sony, “pois uma parte da memória é utilizada para funções de gerenciamento de dados.” – maldita DRM ¬¬”

Sony MP3 Walkman !

Graças à tecnologia Drag & Drop você arrasta suas músicas digitais direto para o MP3 Player sem a necessidade de instalação de softwares. Igualmente fazemos com nossos pendrives! [Meu Foston tem isto a anos :-) ]
Existe uma forma rápida e simples de se encontrar suas músicas. Toque no botão e o que eles chamam de ZAPPIN, faz com que o player reproduza pequenos trechos de cada faixa, a partir da sua lista de reprodução. Você ainda pode escolher entre o “Zappin Short” (reproduz 4 segundos do refrão de cada faixa) e o “Zappin Long” (15 segundos do refrão de cada faixa). Encontrou a sua música? Pressione a tecla novamente, desativando a função ZAPPIN, e a música começa do início. ZAPPIN é perfeito para buscar e selecionar suas músicas quando você está com as mãos ocupadas, praticando esporte ou estudando.

E você poderá ter tudo isto, por uma pequena bagatela de R$ 359,00 divididos em 10x sem juros no cartão de crédito.

- Tem coisas, que não tem preço.. para todas as outras… existe … bem .. deixa prá lá!

Meu aniversário é mês que vem… alguém se habilita? =)

Informações em:

Sony Style

Idéias para futuro Visual do Firefox 3.7 e 4.0

15/08/2009 memphyx 6 comentários

Talvez alguns discordem do que vou escrever, mas… pelo menos para mim, depois de um software ter um grande amadurecimento, chega-se o momento de se trabalhar na aparência, no visual, no desenho, na interface para com o usuário. E, depois de grandes novidades, correções de bugs, chegou a vez do Mozilla Firefox pensar a respeito disto.

O que se vê, é que os desenvolvedores buscaram se inspirar e muito no tema Aero do Janelas® Vista/7. Percebe-se, pelas imagens disponibilizadas, que algo peculiar do Ribbon (inserido n o Microsoft Office 2007, e agora também em aplicativos como a calculadora, Wordpad e Paint no 7), também terá uma pontinha presente no Firefox 3.7 e também no Firefox 4.0., nada tão exagerado.

Vejamos a versão esperada para o Firefox 3.7:

Mockup-Vista-Firefox-3.7-001

A redução na quantidade de informações visuais dos botões de funções, é um salto, tanto quanto esperado. Também vemos, que reinventar a roda, é perca de tempo, e o botão “Tools”, diz claramente de onde que veio tal ideia: (É… isto mesmo que o leitor está pensando) Um misto de Chrome com Internet Explorer 7/8.

Isto não é de todo mal, mais é bem possível que muito usuários não gostarão disto.

Mockup-Vista-Firefox-3.7-002

Se você não possui uma placa gráfica muito boa, e que a mesma não roda efeitos de transparência, é bom ver que também, o visual sem o Aero, também possui muitas linhas agradáveis se comparada diretamente com a com Aero Glass. Os botões, também, continuam com um visual 3D.

Prá quem usa o Windows XP, também não esqueceram, e o que se vê… é uma simbiose do Firefox 3.7 entre os diferentes sistemas operacionais da Microsoft, tendo, praticamente, uma identidade visual única e ao mesmo tempo, diferenciada.

Mockup-Vista-Firefox-3.7-003

Para o Firefox 4.0, vemos uma modernidade ainda maior entre um e outro desenho.

Também, vemos como a inspiração no Chromium do Google, está sendo, uma das grandes influências para estes futuros updates visuais do Firefox… tais como eliminação dos famosos menus como o conhecemos (Arquivos, Editar, Exibir, Histórico…), sendo que tudo ficará integrado e acessível de uma forma mais… digamos… simplistas como no design do 3.7, e com os botões de ações, ainda mais reduzidos em quantidades padrões.

Mockup-Vista-Firefox-4.0-001

Os botões de parar e recarregar páginas, se integram em um único botão menor no lado direito da barra de endereços, eliminando espaço e limpando o ambiente. O botão “Home”, também ganhou um novo estilo, ficando ao lado da barra de abas, onde também, possui uma entidade redesenhada para se ver as páginas abertas e carregadas… talvez com um “q” a mais do qual desconhecemos ainda.

Mockup-Vista-Firefox-4.0-002

Neste último, acabamos por ver o que o Chromium mostrou ao Firefox… limpeza… esta é a palavra chave!

Apesar destes dois últimos exemplos, tenho que dar minha pitada de crítica, e dizer que um estilo de mistura entre os dois, seria o ideal. Como?

Pois bem… pegue a transparência da janela, e aplique-a a barra de abas e barra de endereços e chegaremos próximo ao estado da arte. =)

Elimine aquele botão na barra de endereços escrito “Google” e estará acabado. Bom mesmo é ter os dois designs para se escolher na hora da instalação ou após a mesma.

Estas telas podem ser obtidas no wiki da Mozilla, sendo os links a seguir:

https://wiki.mozilla.org/Firefox/3.7_Windows_Theme_Mockups

https://wiki.mozilla.org/Firefox/4.0_Windows_Theme_Mockups

O que fica devendo?

Ahh.. é claro!

Ainda não surgiram nenhum desenho de janelas destas futuras versões do Firefox para nenhum outro sistema operacional, algo que, acredito, em breve mudar.

Com a experiência adquira no Firefox 3.5 nos sistemas Linux, e vendo o comportamento visual em ambientes tais como Gnome e KDE e a integração com o tema utilizado pelo usuário, é claro que o web browser, não ficará devendo para outros sistemas. Pois, já sabemos do potencial do navegador e sua integração com o Linux.

No Mac OS X, é claro.. terá o Aqua, e olhando os Mockups visuais do Firefox 3.7 no Windows XP, é substancial termos uma ideia de como ele se comportará nas maçãs mordidas.

Sempre é bom haver renovações, e uma delas, pelo meu ponto de vista, seria utilizar algo similar ao que ocorre com o Koffice 2.0… as chamadas área Acopláveis, trazendo novas funcionalidades e quem sabe até ocultar outros recursos.

E aqui fica meus dois centavos de contribuição para a divulgação destes novos ideais da Mozilla para que o Firefox conquiste cada vez mais espaço e o coração dos internautas.

E você? O que achou?

Deixe sua opinião =)