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	<title>Memphyx &#187; Release</title>
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	<description>Pensar e Viver e vice-versa</description>
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		<title>Memphyx &#187; Release</title>
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		<title>Searching&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deitado e olhando para o teto&#8230;. meu único foco era a lampada acesa, onde um pernilongo teimava em circulá-la, seguindo a luz artificial. O momento menos inoportuno da noite, o sono se passa e a insonia tenta me perseguir&#8230; mas resisto&#8230; e resisto mais, até que o cansaço e o sono vencem. Dia seguinte, estou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=578&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Deitado e olhando para o teto&#8230;. meu único foco era a lampada acesa, onde um pernilongo teimava em circulá-la, seguindo a luz artificial. O momento menos inoportuno da noite, o sono se passa e a insonia tenta me perseguir&#8230; mas resisto&#8230; e resisto mais, até que o cansaço e o sono vencem. Dia seguinte, estou acordado&#8230; e muito cansado &#8230; muito mesmo: As horas não passam; meu andar é lento; os músculos quase parando, doem! Pior são as pálpebras pesarem e termos a sensação de que estamos dormindo. Estou? Não tenho certeza.</p>
<p>Chega a noite, deito-me e meu cérebro não para: -Vejo números, códigos, criptografia.. soluções para algoritmos que anteriormente não via solução&#8230; escuto tudo; qualquer ruído&#8230; como um alfinete caindo, eu percebo; mas não abro os olhos, e fico neste transe como um zumbi! Estou acordado? Também não tenho certeza. E é assim durante algum tempo, até que corpo e mente não suportam mais, e você apaga por umas 36/48 horas&#8230; não sei ao certo, só sei que não lembro o que aconteceu!</p>
<p>Outro tempo.. meses depois, e tudo parecia estar normal. E esta busca insaciável por conhecimento retorna a minha vida trazendo consigo os efeitos colaterais. E tudo recomeça naquele vicioso ciclo.</p>
<p>Desta vez, as coisas pioram&#8230;. no meio de um destes sonhos que mais parecem pesadelos, onde meu corpo dorme e minha mente permanece acordada, onde vejo cálculos e formulas, vendo mais códigos que tudo; de repente, sinto um estouro de alta voltagem, meu cérebro estala como se fosse eletrocutado, um choque.. como uma explosão de neurônios e meu corpo desperta como em um susto. (louco)</p>
<p>Pela primeira vez, percebo que não estou tão bem. O que ando fazendo comigo mesmo!?</p>
<p>Percebo se continuar neste ritmo, posso pirar, ficar louco ou tão fora do normal que acredito que não terei mais uma vida social (se é que ando tendo durante estes eventos). Esta bendita álgebra linear (não, não! Não a matéria em si, não os professores &#8230; mais minha cabeça!) Sonho vetores, sonho matrizes, sonho binários! Mesmo quando não quero, estou contando octetos.</p>
<p>Vejo uma garota, um sorriso quase perfeito, traços lindos, que seguram a atenção.. e, me vejo, imaginando, geometria, losangos, gráficos cartesianos aplicados á quela feição.. depois de tudo, estimo os bytes provindos destes resultados em uma imagem em um conjunto de oled&#8217;s. Isto não é normal!</p>
<p>Agora, o que me vem a mente é:  &#8211; O que me levou a isto? O que estou procurando? Como consigo pensar em caracteres binários, ou mesmo hexadecimais ou compilados ao mesmo tempo que admiro um belo rosto feminino e suas atribuições mais humanas!? Ainda não sei.</p>
<p>Psicologicamente, ando no limite de uma axioma: &#8211; Acreditando, que tudo pode-se chegar a um resultado desejável, mesmo que a fórmula não seja a correta, basta aplicar o conceito correto, não a fórmula!</p>
<p>- Humm&#8230; ainda tento me recordar como tudo isto começou e chego ao meu elétron base. Massa, Velocidade e Energia! A busca pelo conhecimento.</p>
<p>Precisamos tanto assim deste conhecimento?</p>
<p>O que sei, é que, enquanto não provarem o gênesis do dínamos, onde esta incógnita nos persegue, jamais saberemos através de nossos próprios meios e méritos, onde, como e quando a definição da metamorfose e o quanto isto nos afeta como humanos.</p>
<p>Uma frase que vale a pena ser lembrada, vinda de um game violento, onde tudo nasceu de uma sátira ao cinematográfico : &#8211; Não há conhecimento que não seja poder!</p>
<p>É como o velho game já nos preditava, hoje o mundo é regido pelo conhecimento, e quem os detém, permanecem no poder. Informação!!!</p>
<p>Esta mesma informação, é o que buscamos para nos preencher de nosso vácuo extra-universal, mas basta um único átomo de amor, que isto nos basta para sermos preenchidos por completo.</p>
<p>Uma coisa irrelevante, é o que buscamos nos informar, conhecimento nunca é demais, informações sim! Ainda mais com o predicado de tamanha boas novas que nos cercam, precisamos a começar a criar filtros mais autônomos e automatizados para que consigam concorrer com a mesma velocidade que as recebemos.</p>
<p>Newton, aprendeu com seus erros, e talvez, Albert, tenha sido mais emocional que racional&#8230; sabemos? Não podemos afirmar, muito menos, negar!</p>
<p>Quem sabe!</p>
<p>Por um instante.. quero voar e ser livre! Quero mais simplicidade.</p>
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			<media:title type="html">Memphyx</media:title>
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		<title>Shell Script: Verificar conexão de rede, criar diretórios e mapear unidades de rede em seu Linux!</title>
		<link>http://memphyx.wordpress.com/2009/10/30/shell-script-verificar-conexao-de-rede-criar-diretorios-e-mapear-unidades-de-rede-em-seu-linux/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 17:24:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dados]]></category>
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		<description><![CDATA[Não tinha nada o que fazer e resolvi &#8220;tentar&#8221; adiantar meu próprio lado criando um pequeno shell script para conectar em um servidor em que, de vez em nunca, preciso restaurar ou copiar alguns arquivos de backups da rede ( &#8230; tipo naquelas&#8230; de uma vez por ano ou uma vez na vida e outra [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=591&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Não tinha nada o que fazer e resolvi &#8220;tentar&#8221; adiantar meu próprio lado criando um pequeno shell script para conectar em um servidor em que, de vez em nunca, preciso restaurar ou copiar alguns arquivos de backups da rede ( &#8230; tipo naquelas&#8230; de uma vez por ano ou uma vez na vida e outra na morte&#8230; quando o chefe quer as &#8220;fotos da festa de mil novecentos e lá vai bolinha&#8221;&#8230; ) &#8230; sabe como é, existem momentos que ficamos &#8220;ociosos&#8221;!</p>
<p>Pois bem, o script é muito simples e pode ser útil para diversas outras opções além de &#8220;copiar&#8221; fotos para seu superior ou para aquela garota que sempre está &#8220;incomodando&#8221; o cara de T.I. ;-).</p>
<h3>O ambiente é simples:</h3>
<p>Tenho um servidor <a title="Windows 2000 Server" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_2000_server" target="_blank">Windows 2000 Server</a>, com algumas pastas compartilhadas no <a title="Active Directory" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Active_Directory" target="_blank">AD</a> (com restrições de acesso, leitura e escrita, onde cada usuário possui permissões diferentes: <em>login e senha</em>).</p>
<p>O endereço do servidor é <em>192.168.0.100</em>, e as pastas compartilhadas, digamos que sejam <strong><em>F</em></strong>, <strong><em>G</em></strong>, <strong><em>H</em></strong>, <strong><em>Informatica</em></strong>, <strong><em>X</em></strong> e <strong><em>Z</em></strong>.</p>
<p>Como não quero utilizar a interface gráfica para isto e quero utilizar um terminal, a &#8220;temida&#8221; linha de comando (<a title="Escovando bits no CLI" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_de_comando" target="_blank">escovando bits no CLI</a>), a maneira mais chata, e a princípio, parecendo a mais rápida, seria fazer isto aqui:</p>
<blockquote><p><em>mkdir /media/W2KServer &amp;&amp; mkdir /media/W2kServer/F</em></p>
<p><em>mount -t cifs -o </em><em>username=jeferson,password=minhasenhasecreta</em><em>,gid=users,iocharset=utf8,rw,users,file_mode=0777,dir_mode=0777 //192.168.0.100/F /media/W2kServer/F</em></p></blockquote>
<p>Sinceramente, esta não é uma boa ideia, ainda mais que meu usuário e senha, ficaram gravados nos históricos de comandos do bash, e se eu levantar da mesa por um minuto, chegar alguém e ficar por um tempinho em minha sessão aberta, logo poderá ter tais dados muito facilmente.</p>
<p>Ainda bem e para minha própria segurança, posso usar a opção <strong>credentials</strong> e indicar um arquivo que contém meu usuário e senha, e nisto, não fica a senha a <em>Deus dará</em>&#8230; vejam:</p>
<blockquote><p><a title="mount -t cifs" href="http://www.cyberciti.biz/tips/how-to-mount-remote-windows-partition-windows-share-under-linux.html" target="_blank"><em>mount -t cifs</em></a><em> -o </em><strong><em>credentials=/root/.smb-credents</em></strong><em>,gid=users,iocharset=utf8,rw,users,file_mode=0777,dir_mode=0777 //192.168.0.100/F /media/W2kServer/F</em></p></blockquote>
<p>O &#8216;pulo do gato&#8217; se dá na criação do arquivo <em>/root/.smb-credents</em>. E o conteúdo do arquivo ser semelhante a este modelo:</p>
<blockquote><p><code>username=jeferson</code></p>
<p><code>password=minhasenhasecreta</code></p></blockquote>
<p>Com isto, resolvo meu problema de segurança de informações pertinentes a meu usuário e senha, mas&#8230; Todas as vezes que eu precisar mapear apenas uma unidade na rede, terei que fazer estes passos de criação e montagem de diretórios?</p>
<p>Não é mais fácil colocar tudo no /etc/fstab e pronto?</p>
<p>E se eu ter mais diretórios para mapear, também terei que repetir todos estes comandos para cada unidade de rede presente no servidor que pretendo acessar?</p>
<h3>Calma pequeno padawan&#8230; paciência é uma virtude!</h3>
<p>Não quero ficar digitando estes comandos, toda as vezes que eu precisar acessar tais pastas e creio que você também não. Então, depois de criado o <em>/root/.smb-credents</em>, vamos criar nosso primeiro script para começarmos a automatizar o processo. Criei o arquivo /bin/<strong>map.sh</strong>, contendo os comandos para montar os diretórios do servidor &#8220;<a title="SMB" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SMB" target="_blank">SMB</a>&#8220;:</p>
<p><a title="/bin/map.sh" href="http://paste.archlinux-br.org/1351" target="_blank">http://paste.archlinux-br.org/1351</a></p>
<p>Veja que não temos nenhum tipo de controle neste arquivo&#8230; não há verificação da existência de conexão com o servidor; não verifica a existência dos diretórios necessários a montagem das unidades (/media/W2kServer/?) e muito menos, se há automação de todos estes processos&#8230; então, pensei em melhorar isto com a criação de um último script, que se valerá do /bin/map.sh.</p>
<p>O batizei de <strong>mapping.sh </strong>e o que ele faz exatamente o que o título do post indica:</p>
<ul>
<li>Verifica se há conexão de rede e se o servidor com o qual quer se conectar, está &#8216;ouvindo&#8217; (ou de &#8216;pé&#8217;, como preferir);</li>
<li>Havendo conexão, ele criará a estrutura necessária para a conexão no diretório /media e por fim;</li>
<li>Mapeará as pastas disponíveis no servidor, tornando-as acessíveis ao meu usuário.</li>
</ul>
<p>Para isto, a primeira parte do script <a title="Variável" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vari%C3%A1vel_%28programa%C3%A7%C3%A3o%29" target="_blank">definirá uma Variável</a> ( <strong>LREAD</strong> ):</p>
<blockquote><p><code><strong>LREAD=/tmp/lread.pid</strong></code></p></blockquote>
<p>LREAD, aponta para um arquivo que ainda não existe (<em>/tmp/lread.pid</em>) , mas que será essencial para o funcionamento de nosso pequeno notável.</p>
<p>Como sei o endereço IP de nosso servidor, e que este endereço nunca mudará, ou não mudará tão cedo até que eu decida que ele mude (forte isto.. neh? xD), utilizo o comando ping, verificando se tal host está visível na rede interna:</p>
<blockquote><p><code>ping -c 1 192.168.0.100</code></p></blockquote>
<p>O ping com a opção &#8220;<em>-c 1</em>&#8220;, irá enviar apenas uma requisição solicitando resposta de tal host. O servidor, respondendo, teremos uma saída de informação que se diferencia da saída de erro deste, e isto, nos traz a possibilidade de &#8216;moldar&#8217; ações, conforme os resultados se apresentem.</p>
<p>Resolvi então, concatenar e &#8220;filtrar o resultado&#8221; analisando suas diferenças (o caso do comando <a title="ping" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ping" target="_blank">ping</a>, irá sempre mostrar em suas saídas a &#8216;palavra&#8217; &#8220;<em>icmp_seq=1</em>&#8220;), conseguindo isto com ajuda do comando <a title="grep" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grep" target="_blank"><em>grep</em></a>. Aproveitando, concateno mais uma vez o resultado, utilizando-se agora do do comando &#8220;<a title="cut" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cut_%28Unix%29" target="_blank"><em>cut</em></a>&#8220;, veremos que na coluna (carácter) 27, temos números que se diferenciam, trazendo possibilidades, vejam:</p>
<p>O erro nos mostraria a seguinte mensagem:</p>
<blockquote><p><code>From 192.168.0.2 icmp_seq=1 Destination Host Unreachable</code></p></blockquote>
<p>Caso o servidor estiver funcionando e aceitando conexões, nos mostraria isto:</p>
<blockquote><p><code>64 bytes from 192.168.0.100: icmp_seq=1 ttl=128 time=3.43 ms</code></p></blockquote>
<p>Em meu caso específico, se houver erro, a coluna 27, me trará o valor <strong>1</strong> no campo &#8216;icmp_seq&#8217;, pelo simples motivo do <a title="Endereço IP" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Endere%C3%A7o_ip" target="_blank">endereço IP</a> do host que uso, seu último octeto estar abaixo do decimal 10, tendo apenas hum (1) numeral: 192.168.0.<strong><em>2</em></strong>.</p>
<p>Já se houver conexão e resposta, por causa do IP &#8220;pingado&#8221; ser 192.168.0.100, a coluna 27 da saída do comando <em>ping -c 1 192.168.0.100 | grep icmp_seq=1 | cut -c27</em> seria o caracter numérico <strong>0</strong>, provindo do último octeto do número IP (100).</p>
<p>Então peguei o resultado disto (<strong>0 </strong>ou <strong>1</strong>) e redirecionei para nossa variável <strong>LREAD</strong> (lembram-se dela, no começo de nossa história? Pois é&#8230;).</p>
<blockquote><p><code><strong>ping -c 1 192.168.0.100 | grep icmp_seq=1 | cut -c27 &gt; $LREAD</strong></code></p></blockquote>
<h3>Um passo importante&#8230;</h3>
<p>Poderiamos utilizar-se do <strong><em>cat</em></strong>, mas neste caso, eu não precisaria declarar a variável LREAD, e prá deixar a coisa mais &#8220;bonita&#8221;, preferi utilizar-me do &#8217;sobrenatural&#8217; <strong><em>while read </em></strong> para ler o conteúdo do arquivo contido na primeira variável e transformá-lo em uma <a title="String" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/String" target="_blank"><em>String</em></a> lógica temporária. Para isto&#8230;.</p>
<blockquote><p><code><strong>VRF=`while read LN; do echo $LN ; done &lt; $LREAD`</strong></code></p></blockquote>
<p>Hehehe&#8230;<a title="condições" href="http://tldp.org/HOWTO/Bash-Prog-Intro-HOWTO-6.html" target="_blank">condições</a>&#8230; o restante é história, e em um shell script começa a mágica com o uso de <a title="if, then, else if, else, fi" href="http://tldp.org/LDP/Bash-Beginners-Guide/html/sect_07_02.html" target="_blank"><em>if, then, else if, else, fi</em></a>:</p>
<blockquote><p><code><strong>if [ $VRF == 1 ] ; then</strong></code></p></blockquote>
<p>Aqui, estou dizendo o seguinte: <em>- Se a variável VRF for igual a 1, então faça&#8230;</em></p>
<blockquote><p><code> echo Falha de Conexão com o Servidor</code></p>
<p><code> echo Verifique se há conectividade de rede local, ou se o servidor responde a conexões</code></p>
<p><code><strong> else if [ -e /media/W2kServer/I ]; then</strong></code></p></blockquote>
<p>Caso a variável seja diferente de <strong>1</strong>, temos a possibilidade de executar outros comandos e até mesmo buscar e aplicar outras soluções/comandos para potenciais problemas que possam ocorrer, e isto é o que o &#8220;<strong>else if</strong>&#8221; me permite ter. Reparem bem que o &#8216;<em>[ -e /media/W2kServer/I] </em>&#8216;,verificará se o diretório existe, existindo, ele executará uma ação:</p>
<blockquote><p><code><strong> sh /bin/map.sh</strong></code></p>
<p><code><strong> echo Unidades de Rede Mapeadas com sucesso</strong></code></p></blockquote>
<p>Caso não existir, executará outra ação (<strong>; then</strong>).</p>
<blockquote><p><code><strong> else if [ -e /media/W2kServer ]; then</strong></code></p></blockquote>
<p>Observando de perto, criamos inclusive, diretórios que não existem para que o mapeamento funcione corretamente, fechando o circulo perfeitamente (penso eu).</p>
<blockquote><p><code><strong> echo Recriando estrutura de diretórios</strong></code></p>
<p><code><strong> mkdir /media/W2kServer/{F,G,H,I,X,Z} &amp;&amp; sh /bin/map.sh</strong></code></p>
<p><code><strong> echo Unidades de Rede Mapeadas com sucesso</strong></code></p></blockquote>
<p>E assim, vou testando as possibilidades até elas se findarem e o script se tornar um pequeno programa (quase perfeito), cobrindo todas as possibilidades existentes em meu ambiente.</p>
<h3>Continuando&#8230;    e finalizando!</h3>
<blockquote><p><code><strong> else</strong></code></p>
<p><code><strong> echo Criando estrutura de diretórios</strong></code></p>
<p><code><strong> mkdir /media/W2kServer &amp;&amp; mkdir /media/W2kServer/{F,G,H,I,X,Z} &amp;&amp; sh /bin/map.sh</strong></code></p>
<p><code><strong> echo Estrutura recriada e unidades de redes mapeadas com sucesso</strong></code></p>
<p><code><strong> fi</strong></code></p>
<p><code><strong> fi</strong></code></p>
<p><code><strong>fi</strong></code></p></blockquote>
<p>Por fim, temos 3 arquivos essenciais (2 shell scripts, e 1 arquivo contendo as credenciais para acesso ao host).</p>
<p>Como escrevi a principio, estes arquivos para me conectar com tal servidor, me atendem perfeitamente, pois, não há a necessidade de que a conexão seja permanente, sendo executada a cada boot. Porém, ter que digitar vários comandos de criação ou verificar se os diretórios existem, e posteriormente, montar as pastas compartilhadas de servidor em tais diretórios, é algo muito massante com o tempo. O ideal, é ser adaptável e nunca tornar seu trabalho algo chato de se fazer, e com isto, ganho em tempo e agilidade, e também não fico &#8220;ocioso&#8221; com os meus neurônios. Fico feliz de poder compartilhar este pequeno script com todos vocês leitores.</p>
<p>Ahhh&#8230; quem ter uma solução melhor, ou ainda, me passar umas ideias, ou mesmo de como aperfeiçoar e diminuir o tamanho dos scripts eu ficarei grato e receberei com alegria tais colaborações.</p>
<p>Os scripts podem ser baixados e visualizados no <a title="paste.bin do Archlinux-br" href="http://paste.archlinux-br.org/home" target="_blank">paste.bin do Archlinux-br</a>, segue os links:</p>
<p><a title="/bin/map.sh" href="http://paste.archlinux-br.org/1351" target="_blank">http://paste.archlinux-br.org/1351</a></p>
<p><a title="/bin/mapping.sh" href="http://paste.archlinux-br.org/1353" target="_blank">http://paste.archlinux-br.org/1353</a></p>
<p>E nunca se esqueçam do <a title="Guia Foca GNU/Linux" href="http://www.guiafoca.org/" target="_blank">Guia Foca GNU/Linux</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/memphyx.wordpress.com/591/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/memphyx.wordpress.com/591/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/memphyx.wordpress.com/591/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/memphyx.wordpress.com/591/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/memphyx.wordpress.com/591/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/memphyx.wordpress.com/591/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/memphyx.wordpress.com/591/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/memphyx.wordpress.com/591/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/memphyx.wordpress.com/591/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/memphyx.wordpress.com/591/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=591&subd=memphyx&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Linux Magazine Community Edition</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Linux Magazine Community Edition 60: baixe a sua hoje!
Já está no ar a Linux Magazine 60 Community Edition em primeira mão para os assinantes da newsletter. Confira nesta edição os assuntos principais da Linux Magazine de novembro (RAID, Samba e Backup) e leia artigos completos sobre segurança de aplicações web e OpenSolaris, o sistema de código aberto da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=585&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><blockquote>
<h2>Linux Magazine Community Edition 60: baixe a sua hoje!</h2>
<p>Já está no ar a Linux Magazine 60 Community Edition em primeira mão para os assinantes da newsletter. Confira nesta edição os assuntos principais da Linux Magazine de novembro (RAID, Samba e Backup) e leia artigos completos sobre segurança de aplicações web e OpenSolaris, o sistema de código aberto da Sun.</p>
<p><a href="http://www.linuxmagazine.com.br/images/uploads/pdf_aberto/LM_60_CE.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-586" title="Linux Magazine Community Edition" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/10/lm-60.png?w=200&#038;h=250" alt="Linux Magazine Community Edition" width="200" height="250" /></a>Na seção de colunas, confira a opinião de Augusto Campos sobre os grandes avanços que os sistemas Linux já conquistaram, além da polêmica posição de Maddog quanto à cobrança de CDs de instalação de Linux. Veja ainda como a Unimed Londrina vem colhendo ótimos frutos após a adoção de Software Livre em sua infraestrutura de TI, e feche essa agradável leitura com mais uma tirinha do Nerdson, o mais divertido retrato dos departamentos de TI do Brasil.</p>
<p>A Linux Magazine Community Edition surgiu em agosto deste ano. Trata-se de um arquivo em PDF com <strong>30 páginas do conteúdo original</strong> da Linux Magazine do mês, disponível para download <strong>uma semana antes do lançamento da revista nas bancas</strong> – exclusivo para assinantes e cadastrados na newsletter.</p>
<p>O sumário da Community Edition contém a relação de todas as matérias da revista. Algumas são de livre acesso e outras são artigos que podem ser adquiridos pelo site. O material de livre acesso representa 30% do conteúdo da edição do mês, uma prática já adotada pela Linux Magazine. Pode-se navegar pelo documento, acessando o material gratuito ou adquirindo o material exclusivo em nosso site. Basta clicar para ser levado à página do artigo correspondente. Tudo isso antes mesmo de a revista chegar às bancas ou ser publicada no site.</p>
<p>A melhor parte é que <strong>você pode baixar o arquivo e enviar para quem você quiser</strong>. Por meio da licença <strong>Creative Commons</strong>, a Community Edition pode ser livremente copiada e distribuída. Assim, baixe, copie, envie para os seus amigos e faça parte de uma comunidade que não para de crescer. Participe de forma ativa na divulgação da tecnologia que mais traz benefícios para as pessoas e para o mercado em geral.</p>
<p>Quando a revista chegar às bancas, a Community Edition será disponibilizada gratuitamente para download para qualquer visitante do site. <strong>Mas você, assinante da newsletter, tem a exclusividade de acesso em primeira mão. </strong></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a title="Linux Magazine Community Edition" href="http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/linux_magazine_community_edition_60_baixe_a_sua_hoje" target="_blank">http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/linux_magazine_community_edition_60_baixe_a_sua_hoje</a></p></blockquote>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/memphyx.wordpress.com/585/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/memphyx.wordpress.com/585/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/memphyx.wordpress.com/585/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/memphyx.wordpress.com/585/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/memphyx.wordpress.com/585/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/memphyx.wordpress.com/585/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/memphyx.wordpress.com/585/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/memphyx.wordpress.com/585/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/memphyx.wordpress.com/585/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/memphyx.wordpress.com/585/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=585&subd=memphyx&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Memphyx</media:title>
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		<title>Idéias para futuro Visual do Firefox 3.7 e 4.0</title>
		<link>http://memphyx.wordpress.com/2009/08/15/ideias-para-futuro-visual-do-firefox-3-7-e-4-0/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 23:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez alguns discordem do que vou escrever, mas&#8230; pelo menos para mim, depois de um software ter um grande amadurecimento, chega-se o momento de se trabalhar na aparência, no visual, no desenho, na interface para com o usuário. E, depois de grandes novidades, correções de bugs, chegou a vez do Mozilla Firefox pensar a respeito [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=518&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Talvez alguns discordem do que vou escrever, mas&#8230; pelo menos para mim, depois de um software ter um grande amadurecimento, chega-se o momento de se trabalhar na aparência, no visual, no desenho, na interface para com o usuário. E, depois de grandes novidades, correções de bugs, chegou a vez do Mozilla Firefox pensar a respeito disto.</p>
<p>O que se vê, é que os desenvolvedores buscaram se inspirar e muito no tema Aero do Janelas® Vista/7. Percebe-se, pelas imagens disponibilizadas, que algo peculiar do Ribbon (inserido n o Microsoft Office 2007, e agora também em aplicativos como a calculadora, Wordpad e Paint no 7), também terá uma pontinha presente no Firefox 3.7 e também no Firefox 4.0., nada tão exagerado.</p>
<p>Vejamos a versão esperada para o Firefox 3.7:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-519" title="Mockup-Vista-Firefox-3.7-001" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/mockup-vista-firefox-3-7-001.png?w=600&#038;h=459" alt="Mockup-Vista-Firefox-3.7-001" width="600" height="459" /></p>
<p>A redução na quantidade de informações visuais dos botões de funções, é um salto, tanto quanto esperado. Também vemos, que reinventar a roda, é perca de tempo, e o botão &#8220;Tools&#8221;, diz claramente de onde que veio tal ideia: (É&#8230; isto mesmo que o leitor está pensando) Um misto de Chrome com Internet Explorer 7/8.</p>
<p>Isto não é de todo mal, mais é bem possível que muito usuários não gostarão disto.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-520" title="Mockup-Vista-Firefox-3.7-002" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/mockup-vista-firefox-3-7-002.png?w=600&#038;h=459" alt="Mockup-Vista-Firefox-3.7-002" width="600" height="459" /></p>
<p>Se você não possui uma placa gráfica muito boa, e que a mesma não roda efeitos de transparência, é bom ver que também, o visual sem o Aero, também possui muitas linhas agradáveis se comparada diretamente com a com Aero Glass. Os botões, também, continuam com um visual 3D.</p>
<p>Prá quem usa o Windows XP, também não esqueceram, e o que se vê&#8230; é uma simbiose do Firefox 3.7 entre os diferentes sistemas operacionais da Microsoft, tendo, praticamente, uma identidade visual única e ao mesmo tempo, diferenciada.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-521" title="Mockup-Vista-Firefox-3.7-003" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/mockup-vista-firefox-3-7-003.png?w=600&#038;h=600" alt="Mockup-Vista-Firefox-3.7-003" width="600" height="600" /></p>
<p><strong>Para o Firefox 4.0</strong>, vemos uma modernidade ainda maior entre um e outro  desenho.</p>
<p>Também, vemos como a inspiração no Chromium do Google, está sendo, uma das grandes influências para estes futuros updates visuais do Firefox&#8230; tais como eliminação dos famosos menus como o conhecemos (Arquivos, Editar, Exibir, Histórico&#8230;), sendo que tudo ficará integrado e acessível de uma forma mais&#8230; digamos&#8230; simplistas como no design do 3.7, e com os botões de ações, ainda mais reduzidos em quantidades padrões.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-522" title="Mockup-Vista-Firefox-4.0-001" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/mockup-vista-firefox-4-0-001.png?w=600&#038;h=450" alt="Mockup-Vista-Firefox-4.0-001" width="600" height="450" /></p>
<p>Os botões de parar e recarregar páginas, se integram em um único botão menor no lado direito da barra de endereços, eliminando espaço e limpando o ambiente. O botão &#8220;Home&#8221;, também ganhou um novo estilo, ficando ao lado da barra de abas, onde também, possui uma entidade redesenhada para se ver as páginas abertas e carregadas&#8230; talvez com um &#8220;q&#8221; a mais do qual desconhecemos ainda.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-523" title="Mockup-Vista-Firefox-4.0-002" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/mockup-vista-firefox-4-0-002.png?w=600&#038;h=450" alt="Mockup-Vista-Firefox-4.0-002" width="600" height="450" /></p>
<p>Neste último, acabamos por ver o que o Chromium mostrou ao Firefox&#8230; limpeza&#8230; esta é a palavra chave!</p>
<p>Apesar destes dois últimos exemplos, tenho que dar minha pitada de crítica, e dizer que um estilo de mistura entre os dois, seria o ideal. Como?</p>
<p>Pois bem&#8230; pegue a transparência da janela, e aplique-a a barra de abas e barra de endereços e chegaremos próximo ao estado da arte. =)</p>
<p>Elimine aquele botão na barra de endereços escrito &#8220;Google&#8221; e estará acabado. Bom mesmo é ter os dois designs para se escolher na hora da instalação ou após a mesma.</p>
<p>Estas telas podem ser obtidas no wiki da Mozilla, sendo os links a seguir:</p>
<p><a href="https://wiki.mozilla.org/Firefox/3.7_Windows_Theme_Mockups" target="_blank">https://wiki.mozilla.org/Firefox/3.7_Windows_Theme_Mockups</a></p>
<p><a href="https://wiki.mozilla.org/Firefox/4.0_Windows_Theme_Mockups" target="_blank">https://wiki.mozilla.org/Firefox/4.0_Windows_Theme_Mockups</a></p>
<p><strong>O que fica devendo?</strong></p>
<p>Ahh.. é claro!</p>
<p>Ainda não surgiram nenhum desenho de janelas destas futuras versões do Firefox para nenhum outro sistema operacional, algo que, acredito, em breve mudar.</p>
<p>Com a experiência adquira no Firefox 3.5 nos sistemas Linux, e vendo o comportamento visual em ambientes tais como Gnome e KDE e a integração com o tema utilizado pelo usuário, é claro que o web browser, não ficará devendo para outros sistemas. Pois, já sabemos do potencial do navegador e sua integração com o Linux.</p>
<p>No Mac OS X, é claro.. terá o Aqua, e olhando os Mockups visuais do Firefox 3.7 no Windows XP, é substancial termos uma ideia de como ele se comportará nas maçãs mordidas.</p>
<p>Sempre é bom haver renovações, e uma delas, pelo meu ponto de vista, seria utilizar algo similar ao que ocorre com o Koffice 2.0&#8230; as chamadas área Acopláveis, trazendo novas funcionalidades e quem sabe até ocultar outros recursos.</p>
<p>E aqui fica meus dois centavos de contribuição para a divulgação destes novos ideais da Mozilla para que o Firefox conquiste cada vez mais espaço e o coração dos internautas.</p>
<p>E você? O que achou?</p>
<p>Deixe sua opinião =)</p>
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		<title>Adeus KDEmod!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 23:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Para minha surpresa, com o lançamento as portas do KDE 4.3.0, os desenvolvedores do ArchLinux resolveram nos antecipar com este update&#8230; e para minha felicidade, a surpresa não parou só nisso.
Adeus KDEmod&#8230; a partir deste ponto, o KDE oficial nos repositórios do ArchLinux, será distribuído &#8220;modularmente&#8220;&#8230; tudo que eu esperava oficialmente do KDE do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=508&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft size-full wp-image-512" title="Adeus KDEmod" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/adeus-kdemod.png?w=48&#038;h=48" alt="Adeus KDEmod" width="48" height="48" /> Para minha surpresa, com o lançamento as portas do KDE 4.3.0, os desenvolvedores do ArchLinux resolveram nos antecipar com este update&#8230; e para minha felicidade, a surpresa não parou só nisso.</p>
<p>Adeus KDEmod&#8230; a partir deste ponto, o KDE oficial nos repositórios do ArchLinux, será distribuído &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modularidade">modularmente</a>&#8220;&#8230; tudo que eu esperava oficialmente do KDE do ArchLinux a pouco mais de dois anos de utilização deste.</p>
<p>Vendo tudo isto, temos, como usuário, o dever de agradecer a todos os desenvolvedores do Kdemod por dar este pontapé inicial rumo a uma maior customização de uma das melhores distribuições linux de todos os tempos através de uma das Window Manager mais bem acabadas e completas para o mundo *nix&#8230; incentivando a distribuição a trabalhar de modo muito próximo como o qual do kdemod, com o release oficial do kde: <em>- Parabéns mesmo&#8230;nossos agradecimentos!!!</em></p>
<p>Sei que com isto, o Kdemod acabará tomando um novo rumo, que ainda não faço ideia de qual; e acho muito legal também, o pessoal do KDE no Arch, ter abraçado toda esta filosofia de modularização de software. Bacana isto!!!</p>
<blockquote><p>Para quem não conhece o <em><strong>KDE</strong>mod, ele é uma versão modular e refinada do <a title="KDE" href="www.kde.org">KDE</a> e que foi otimizado para o Arch Linux. </em> Contém patches adicionais de funcionalidade e eyecandy(temas,ícones,etc) e uma instalação ligeiramente aprimorada do Qt3.  Está disponível no formato padrão de pacotes do Arch Linux .pkg.tar.gz para i686 e x86_64</p>
<p><a href="http://wiki.archlinux-br.org/KDEmod">http://wiki.archlinux-br.org/KDEmod</a></p>
<p>Vamos aos testes:</p>

<a href='http://memphyx.wordpress.com/2009/08/04/adeus-kdemod/kde-43-1/' title='KDE 43-1'><img width="136" height="150" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/kde-43-1.png?w=136&#038;h=150" class="attachment-thumbnail" alt="" title="KDE 43-1" /></a>
<a href='http://memphyx.wordpress.com/2009/08/04/adeus-kdemod/kde-43-2/' title='KDE 43-2'><img width="150" height="147" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/kde-43-2.png?w=150&#038;h=147" class="attachment-thumbnail" alt="" title="KDE 43-2" /></a>
<a href='http://memphyx.wordpress.com/2009/08/04/adeus-kdemod/adeus-kdemod/' title='Adeus KDEmod'><img width="48" height="48" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/adeus-kdemod.png?w=48&#038;h=48" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Adeus KDEmod" /></a>
</blockquote>
<p>Este é um grande passo para a distro conquistar cada vez mais espaço!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/memphyx.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/memphyx.wordpress.com/508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/memphyx.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/memphyx.wordpress.com/508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/memphyx.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/memphyx.wordpress.com/508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/memphyx.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/memphyx.wordpress.com/508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/memphyx.wordpress.com/508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/memphyx.wordpress.com/508/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=508&subd=memphyx&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Memphyx</media:title>
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		<media:content url="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/08/adeus-kdemod.png" medium="image">
			<media:title type="html">Adeus KDEmod</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Para comemorar&#8230;</title>
		<link>http://memphyx.wordpress.com/2009/07/25/para-comemorar/</link>
		<comments>http://memphyx.wordpress.com/2009/07/25/para-comemorar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 00:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-à-dia]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar e Viver e vice-versa]]></category>
		<category><![CDATA[Presente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Release]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo passa rápido depois de um determinado ponto. E como passa!
Isto tudo é relativo&#8230; posso estar a 200km/h e ver sua vida em câmera lenta, enquanto você me vê passar igual a um foguete sem direção.
Estes dias, eu era apenas um garoto inocente, imaginando como seria sua primeira cópula carnal&#8230; sonhos! Cresci, me tornei [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=502&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft size-full wp-image-504" title="Comemorar" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/07/musica.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Comemorar" width="300" height="300" />O tempo passa rápido depois de um determinado ponto. E como passa!</p>
<p>Isto tudo é relativo&#8230; posso estar a 200km/h e ver sua vida em câmera lenta, enquanto você me vê passar igual a um foguete sem direção.</p>
<p>Estes dias, eu era apenas um garoto inocente, imaginando como seria sua primeira cópula carnal&#8230; sonhos! Cresci, me tornei o que sou&#8230; vivi&#8230; desbravei novos mares, descobri novas terras, conquistei novos territórios e estabeleci fronteiras&#8230; isso parece ser bom! E é.</p>
<p>E prá quem deixar tudo isto? Para quem passar o legado?</p>
<p>Ahh&#8230; a felicidade! Sim&#8230; existe&#8230; e traz respostas!</p>
<p>Falando sério&#8230; estou felicíssimo com o presente que Deus vem nos entregar&#8230; estamos felizes!</p>
<p>Serei papai, e minha esposa mamãe&#8230;Ahhh&#8230; como estou bobo com  o pequeno fruto neste ventre e o vendo como se torna tão grande..  ! O garoto já tem nome, Cauã&#8230;. estou super-empolgado com esta nova fase. Quero só curtir estes próximos meses&#8230; como quero.</p>
<p>Poxa, como as grávidas ficam lindas!!!</p>
<p>Tempos de comemorações&#8230;</p>
<p>Bem vindo Cauã.</p>
<p>Meu primeiro e pequeno presente digital para você, é este post de número 100&#8230; de coração.</p>
<p>Bem&#8230; daqui um tempo, aqui em casa será bem assim:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-505" title="TuxBaby" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/07/tuxbaby.jpg?w=425&#038;h=318" alt="TuxBaby" width="425" height="318" /></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/memphyx.wordpress.com/502/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/memphyx.wordpress.com/502/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/memphyx.wordpress.com/502/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/memphyx.wordpress.com/502/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/memphyx.wordpress.com/502/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/memphyx.wordpress.com/502/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/memphyx.wordpress.com/502/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/memphyx.wordpress.com/502/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/memphyx.wordpress.com/502/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/memphyx.wordpress.com/502/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=502&subd=memphyx&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Memphyx</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Comemorar</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/07/tuxbaby.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">TuxBaby</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>DWA-110 com módulo nativo</title>
		<link>http://memphyx.wordpress.com/2009/03/01/dwa-110-com-modulo-nativo/</link>
		<comments>http://memphyx.wordpress.com/2009/03/01/dwa-110-com-modulo-nativo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 19:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
				<category><![CDATA[ArchLinux]]></category>
		<category><![CDATA[Documentação]]></category>
		<category><![CDATA[Drivers]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
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		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar e Viver e vice-versa]]></category>
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		<category><![CDATA[x86_64]]></category>
		<category><![CDATA[/etc/network.d]]></category>
		<category><![CDATA[Arch Linux]]></category>
		<category><![CDATA[configuração]]></category>
		<category><![CDATA[D-Link]]></category>
		<category><![CDATA[DWA-110]]></category>
		<category><![CDATA[módulo]]></category>
		<category><![CDATA[netcfg]]></category>
		<category><![CDATA[Network]]></category>
		<category><![CDATA[RaLink]]></category>
		<category><![CDATA[rc.conf]]></category>
		<category><![CDATA[rt73]]></category>

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		<description><![CDATA[Após alguns serviços feito em um notebook e configuração de um modem 3g no Mac OS X de um amigo, fui presenteado com um adaptador Wireless, D-Link, modelo DWA-110.
Aqui em casa, meu irmão já possui um mesmo adaptador deste, em que também vinha utilizando no Windows XP (a um bom tempo) e também no Windows [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=455&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Após alguns serviços feito em um notebook e configuração de um modem 3g no Mac OS X de um amigo, fui presenteado com um adaptador Wireless, D-Link, modelo DWA-110.</p>
<p>Aqui em casa, meu irmão já possui um mesmo adaptador deste, em que também vinha utilizando no Windows XP (a um bom tempo) e também no Windows Vista 32 bits através de uma certa gambiarra com os drivers presentes no CD, além, também do Mac OS X. Passou um certo período, encontrei o driver do mesmo para o Windows Vista 64 bits pelo qual, instalado e configurado, vem funcionando muito bem nos sistemas dele.</p>
<p>Eu, porém, havia deixado o adaptador meio que de lado após uma tentativa frustrada de vê-lo à funcionar no Linux através do ndiswrapper em que &#8220;gambiarra&#8221; é pouco pelo que é feito com as &#8220;dlls&#8221; e firmware presente nos drivers for Windows.</p>
<p>Foi que então, que de tanto desplugar o cabo de rede conectado ao PC pra testar ou fazer download de softwares e atualizações em outros computadores que faço manutenções pra ganhar algum a mais&#8230; acabei percebendo que preciso refazer a clipagem dele (mais sempre esqueço de trazer os clips e o alicate pra fazer o serviço)&#8230; com isso, estava sem nada a fazer (mesmo com a rede funcionando) e resolvi procurar informações para colocar esse <strong>D-Link DWA-110</strong> a funcionar no <strong>Linux</strong> de uma vez por todas.</p>
<p>E aqui, começou minha aventura.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-460" title="DWA-110" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/03/dwa110a.jpg?w=441&#038;h=176" alt="DWA-110" width="441" height="176" /></p>
<p>Fui direto no AUR procurar pelo módulo <strong>rt73</strong> (descobri que era este módulo, durante minha primeira tentativa de instalação com o Ndiswrapper)&#8230; e para minha grata surpresa, lá estavam alguns pacotes relacionados ao conteúdo da minha busca. Também, por motivo de informação, tal adaptador utiliza-se de chips Ralink.</p>
<p>Fiz o download de dois deles:</p>
<p>1° &#8211; Módulo: <a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=15377" target="_blank">http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=15377</a></p>
<p>2° &#8211; Perfil de configuração para o netcfg2: <a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=17224" target="_blank">http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=17224</a></p>
<p>O primeiro pacote, é o módulo do kernel que será responsável pelo funcionamento de seu dispositivo Wireless.</p>
<p>Para montar o pacote contendo o módulo, é necessário instalar o pacote <strong>rt2&#215;00-rt71w-fw</strong> presente no repositório <strong>core</strong>.</p>
<p>Instalado esta dependência, é só proceder com a compilação do módulo/pacote, e após isto, instalá-lo com um <strong>pacman -U rt73-k2wrlz-3.0.2-2-x86_64.pkg.tar.gz </strong>- Verifique a versão do pacote e arquitetura de seu Arch Linux no momento de instalação.</p>
<p>O 2º pacote a se montar, contém os arquivos (criado e mantido pelo<strong> <a href="http://matias.archlinux-br.org/"><span class="f3">thotypous</span></a></strong> &#8211; Paulo Matias) que são responsáveis para o correto uso do módulo rt73 pelo netcfg, servindo então, como arquivo de configuração de perfil de conexão. Também, após feito, deverá ser instalado com um <strong>pacman -U netcfg-rt73-0.1-1-x86_64.pkg.tar.gz</strong>.</p>
<p>Caso precise de informações dos passos corretos para a <a href="http://wiki.archlinux-br.org/AUR" target="_blank">compilação de pacotes do AUR, queira por gentileza ler este artigo no Wiki do Arch Linux</a>.</p>
<h3>Configurações:</h3>
<p>Agora que já temos o módulo e os arquivos de configuração para o netcfg, vamos então, configurar o sistema e colocar o adaptador a funcionar.</p>
<p>Após plugado o dispositivo, é preciso &#8220;derrubar&#8221; o módulo <strong>rt73usb</strong> e subir o módulo correto (rt73), caso contrário, haverá conflito e o adaptador não irá funcionar.</p>
<p>Um simples <strong>rmmod rt73usb</strong> e na sequência um <strong>modprobe rt73</strong>, soluciona temporariamente este fato.</p>
<p>Para automatizar este processo, simplesmente  editamos o <strong>/etc/rc.conf</strong> fazendo as seguintes alterações:</p>
<p><code>MOD_BLACKLIST=(rt73usb)<br />
MODULES=(... ... rt73 ... ...)</code></p>
<p>Dica de <span class="f3"><strong>Ubermensch</strong> nos comentários no <a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=15377" target="_blank">link do pacote do rt73-k2wrlz</a>.</span></p>
<p><span class="f3">Também, é preciso criar um perfil contendo as informações de sua rede sem fio. Para isso, é necessário criar o arquivo (ou arquivos se você se conecta em mais de uma rede sem fio) em <strong>/etc/network.d/</strong><br />
</span></p>
<p>Este perfil, deve seguir o modelo que o netcfg precisa&#8230; informações a respeito de como proceder, podem ser vistas <a href="http://wiki.archlinux-br.org/Perfis_de_Rede" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Em meu caso específico, criei o arquivo <strong>/etc/network.d/wep</strong>, com as configurações referentes a minha rede. Reparem no conteúdo do arquivo:</p>
<blockquote><p>CONNECTION=&#8221;<strong><em>wirelessral</em></strong>&#8220;<br />
DESCRIPTION=&#8221;A wep encrypted wireless connection using static ip&#8221;<br />
INTERFACE=<strong>rausb0</strong><br />
SCAN=&#8221;yes&#8221;<br />
SECURITY=&#8221;wep&#8221;<br />
ESSID=&#8221;<em>nomedarede</em>&#8220;<br />
KEY=&#8221;<em>1234567890</em>&#8220;<br />
IP=&#8221;static&#8221;<br />
IFOPTS=&#8221;10.0.0.11 netmask 255.255.255.0 broadcast 10.0.0.255&#8243;<br />
GATEWAY=&#8221;10.0.0.1&#8243;<br />
DNS1=10.0.0.1<br />
DNS2=200.204.0.10<br />
DNS3=200.204.0.138<br />
DNS4=208.67.222.222<br />
DNS5=208.67.220.220</p></blockquote>
<p>Como veêm, utilizo um ip fixo declarado em <em>IP=&#8221;static&#8221;</em>; a interface de rede é a <em>rausb0</em> verificado através do comando <strong>iwconfig</strong>; utilizo uma chave wep e não wpa; e em CONNECTION, é usado o perfil de configuração instalado do pacote netcfg-rt73 do thotypous. Siga este modelo para uma conexão wi-fi com ip fixo ou utilize as dicas no Wiki do Arch Linux Brasil para fazer uma configuração baseada em dhcp:</p>
<p><a href="http://wiki.archlinux-br.org/Perfis_de_Rede" target="_blank">http://wiki.archlinux-br.org/Perfis_de_Rede</a></p>
<p>Neste momento, já é possível conectar a rede através do Access Point e se ouver uma conexão a internet disponível, navegar e fazer tudo o que você faria normalmente em uma rede cabeada. Para isso, digite no terminal, um dos seguintes comandos para conseguir a conexão:</p>
<p><strong>netcfg-auto-wireless rausb0</strong></p>
<p>ou</p>
<p><strong>netcfg2 wep</strong></p>
<p>O primeiro, escaneará o ambiente a procura de uma rede para que ele possa se conectar&#8230; havendo mais de uma, ele conectará na primeira que encontrar.</p>
<p>O segundo comando, buscará pelo sinal do perfil de rede em <strong>/etc/network.d/wep</strong> configurada anteriormente por nós, encontrando o sinal, é feita  a conexão e estaremos prontos para aproveitar dos serviços disponíveis na rede.</p>
<p>Pronto.. agora é só navegar e aproveitar?</p>
<p>Sim e não! Depois de pronto as configurações aqui apresentadas, você estará navegando se as seguiu corretamente e tendo em vista de que este artigo é voltado para o adaptador DWA-110, fabricado pela D-Link&#8230; com certeza estará navegando.</p>
<p>O detalhe é que toda vez que reiniciar ou ligar seu computador, você terá, como root, realizar a conexão manualmente. Para evitar de um usuário ter que digitar <em>netcfg2 wep</em> toda vez que ligar seu computador ou outros comandos necessários ao funcionamento do sistema, existe o <strong>/etc/rc.conf</strong> para deixar automático isto.</p>
<p>Como modelo, segue o link de como está o meu <a title="rc.conf" href="http://paste.archlinux-br.org/941" target="_blank">rc.conf</a></p>
<p>Analisem que segui em partes o que a página do Wiki recomenda e o categoricamente o que o user do AUR (<span class="f3">Ubermensch) escreveu. (<em>Linhas 38 e 39 do arquivo</em>)<br />
</span></p>
<p>Não utilizo mais a <em>eth0</em> e nem mais a <em>eth1</em> por enquanto. Apesar de a qualquer momento, eu possa voltar a utilizá-la caso queira, basta que se descomente a linha 62 e/ou 63, onde está as informações concernente ao número ip, mascara de rede.</p>
<p>Atenção especial, á linha 65, onde, não se encontram informações a eth0 ou eth1, contendo apenas a interface que utilizo agora, onde, diferentemente das interfaces cabeadas, é colocado o nome do perfil da wirelless:</p>
<p><strong>INTERFACES=(lo wep)</strong></p>
<p>Outro detalhe é que não utilizei a string<em>&#8220;auto-wireless rausb0&#8243;</em> na NETWORKS, conforme dizia a wiki (<em>Linha 84</em>), bastou apenas&#8230;</p>
<p><strong>NETWORKS=(wep)</strong></p>
<p>Além disso, é preciso adicionar a Sessão DAEMON, o daemon <strong>net-profiles</strong>, conforme instruções do Wiki (Linha93)</p>
<p>Depois deste aprendizado, fiquei tranquilo e quase que totalmente satisfeito com relação a Wireless em minha residência, pois, é só ligar o micro, que já estou conectado!</p>
<h3>Outras opções:</h3>
<p>Uma parte do &#8220;quase satisfeito&#8221;, se dá, ao fato de eu estar procurando um software para gerenciar &#8220;outras&#8221; conexões sem fio com uma maior simplicidade&#8230; (tipo.. usar a net do vizinho.. xD.. rss).</p>
<p>Estava interessado no <a href="http://kwifimanager.sourceforge.net/" target="_blank">kwifimanager</a>, mais ele ainda não está portado para o KDE 4 e acredito que um outro projeto possa entrar no lugar dele nos próximo release do KDE.</p>
<p>Outro software que li maravilhas em blogs e na grande rede, foi o <strong>wifi-radar</strong> (que está disponível no repositório <strong>community</strong>, meu maior problema com ele, está no fato dele utilizar GTK como biblioteca gráfica (mão na roda pra quem usa Gnome&#8230; não é meu caso) e eu não querer mais um &#8220;alienigena gráfico&#8221; por aqui&#8230; Já basta o Firefox! &#8211; Quem sabe se a necessidade for maior, isso me obrigue a usá-lo?</p>
<p>Por outro lado, existe o <strong>Wireless Assistant</strong> (<em>wlassistant</em>), onde existe uma GUI em QT3 (?).. &#8211; é QT3 &#8211; .. Este software, possui ferramentas para detectação e configuração de redes sem fio presentes em um determinado ambiente. Até gostei do software, mais poxa &#8211; mais uma biblioteca gráfica é triste.</p>
<p>Também procurei algum &#8220;applet&#8221; que poderia ser usado no system tray ou no desktop como plasmoid, em que eu possa ver a qual andas o sinal da rede, acabei por interessar-me pelo <a href="http://kde-look.org/content/show.php/Plasma+WiFi?content=79476" target="_blank">Plasma Wifi 0.5</a>&#8230; ainda não consegui colocá-lo a funcionar por algumas mudanças nos arquivos e PATH&#8217;s no KDE 4.2&#8230; em breve, em breve.</p>
<p>Acho que vou de <a href="http://www.kde-apps.org/content/show.php/ArchAssistant?content=76760" target="_blank">Arch Assistant</a> mesmo.</p>
<p>É isso ai.. gostei de eliminar cabos. :)</p>
<h3>Informações:</h3>
<p><a href="http://www.hpl.hp.com/personal/Jean_Tourrilhes/Linux/Tools.html" target="_blank">http://www.hpl.hp.com/personal/Jean_Tourrilhes/Linux/Tools.html</a></p>
<p><a href="http://wiki.archlinux-br.org/Perfis_de_Rede" target="_blank">http://wiki.archlinux-br.org/Perfis_de_Rede</a></p>
<p><a href="http://homepages.tu-darmstadt.de/~p_larbig/wlan/" target="_blank">http://homepages.tu-darmstadt.de/~p_larbig/wlan/</a></p>
<p><a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=15377" target="_blank">http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=15377</a></p>
<p><a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=17224" target="_blank">http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=17224</a></p>
<p><a href="http://www.ralinktech.com.tw/">http://www.ralinktech.com.tw/</a></p>
<p><a href="http://paste.archlinux-br.org/941" target="_blank">http://paste.archlinux-br.org/941</a></p>
<p>&#8212;-</p>
<h3><strong>Atualização em 03/10/2009</strong></h3>
<p>Hoje em dia, não se precisa mais de todo o processo descrito acima. Basta apenas, subir o módulo rt73usb (<strong>modprobe rt73usb</strong>), e ter o arquivo de configuração de ingresso na rede, com as devidas configurações em <strong>/etc/network.d/wpa</strong>. Segue, exemplo de configurações referentes:</p>
<blockquote><p>CONNECTION=&#8221;<strong><em>wireless</em></strong>&#8220;<br />
DESCRIPTION=&#8221;A wpa encrypted wireless connection using dinamic ip&#8221;<br />
INTERFACE=<strong>wlan0</strong><br />
SCAN=&#8221;yes&#8221;<br />
SECURITY=&#8221;wpa&#8221;<br />
ESSID=&#8221;<em>nomedarede</em>&#8220;<br />
KEY=&#8221;<em>1234567890</em>&#8220;<br />
IP=&#8221;dhcp&#8221;</p></blockquote>
<p>Depois, basta usar o netcfg para conectar a rede e obter um endereço e já sair navegando: <strong>netcfg2 wpa</strong></p>
<p>O mundo open-source é isto, evolução de novas e velhas tecnologias. :-)<strong><br />
</strong></p>
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			<media:title type="html">Memphyx</media:title>
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			<media:title type="html">DWA-110</media:title>
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		<title>Arch Linux: #rm -rf / ? Aqui não</title>
		<link>http://memphyx.wordpress.com/2009/02/09/arch-linux-rm-rf-aqui-nao/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 01:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma imagem vale mais que mil palavras!

 







Por estas e outras que eu uso e recomendo Arch Linux! 


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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Uma imagem vale mais que mil palavras!</p>
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/02/uma-imagem1.png" target="_self"><img class="alignright size-full wp-image-437" title="Vale mais que mil palavras" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/02/uma-imagem1.png?w=478&#038;h=408" alt="Vale mais que mil palavras" width="478" height="408" /></a> </dt>
</dl>
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
</dl>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Por estas e outras que eu uso e recomendo Arch Linux! </dd>
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</div>
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			<media:title type="html">Memphyx</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Vale mais que mil palavras</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Framebuffer no Boot: 1400&#215;900 com módulo NVIDIA</title>
		<link>http://memphyx.wordpress.com/2009/02/07/framebuffer-no-boot-1400x900-com-modulo-nvidia/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 18:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontrei um pequeno desafio para minha vida geek&#8230; hehehe.
Até então, estava eu utilizando um monitor de 15&#8243; com resolução nativa de 1024&#215;768; como disse, até então.
Consegui vender tal monitor LCD e com isso agora sou o felizardo dono de um Flatron W1752T (LG) (17&#8243; Wide com resolução nativa de 1400&#215;900).

Em um primeiro momento, nem dei [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=425&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Encontrei um pequeno desafio para minha vida geek&#8230; hehehe.</p>
<p>Até então, estava eu utilizando um monitor de 15&#8243; com resolução nativa de 1024&#215;768; como disse, até então.</p>
<p>Consegui vender tal monitor LCD e com isso agora sou o felizardo dono de um <a href="http://www.lge.com/products/model/detail/W1752T.jhtml" target="_blank">Flatron W1752T (LG) (17&#8243; Wide com resolução nativa de 1400&#215;900)</a>.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-427" title="LG Flatron W1752T" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/02/lg-w1752t.jpeg?w=180&#038;h=180" alt="LG Flatron W1752T" width="180" height="180" /></p>
<p>Em um primeiro momento, nem dei muita bola para a resolução no boot (1024&#215;768 ) e sim pela configuração no X (<em>/etc/X11/xorg.conf</em>), que me permitiu não fazer nada para que esta se auto ajustasse a nova resolução nativa, e eu deslumbrasse com o visual incrível com que o KDE 4.2 se mostrou.</p>
<p>Mais sabe como são as coisas nesta vida nerd (neh?)&#8230; nada nunca está perfeito! E toda vez quando nos deparamos com alguma imperfeição, o que fazemos? Sim, escovamos bits! (rss)</p>
<p>A primeira coisa que pensei, foi em simplesmente descobrir os &#8220;<a href="http://tldp.org/HOWTO/Framebuffer-HOWTO-5.html" target="_blank">números mágicos</a>&#8220;  que podem ser utilizados na parâmetro &#8220;vga&#8221; nas linhas referentes ao carregamento da imagem do kernel em /boot/grub/menu.lst que estaria tudo resolvido. Não deu certo, pois, por padrão, o módulo utilizado para fornecer o framebuffer no boot é o <strong>vesafb</strong>, e ele trabalha apenas com resoluções á 4:3 não suportando opções em 16:10.</p>
<p>Até eu descobrir isso, passou um tempo e precisei baixar o <a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=14977" target="_blank">hwinfo no AUR</a> , compilar e instalar o software. Depois de instalado rodei um <strong>hwinfo &#8211;framebuffer </strong>que me retornou os modos de operação:</p>
<pre>02: None 00.0: 11001 VESA Framebuffer                                                               
  [Created at bios.447]                                                                             
  Unique ID: rdCR.G89VdJ4sMmF                                                                       
  Hardware Class: framebuffer                                                                       
  Model: "NVIDIA G86 Board - p403h20 "                                                              
  Vendor: "NVIDIA Corporation"                                                                      
  Device: "G86 Board - p403h20 "                                                                    
  SubVendor: "NVIDIA"                                                                               
  SubDevice:                                                                                        
  Revision: "Chip Rev"                                                                              
  Memory Size: 14 MB                                                                                
  Memory Range: 0xe9000000-0xe9dfffff (rw)
(...)
Mode 0x0364: 1440x900 (+1440), 8 bits
Mode <strong>0x0365: 1440x900</strong> (+5760), 24 bits
(...)</pre>
<p>O &#8220;x&#8221; da questão é que o Módulo nvidia no kernel, estava carregado, e isso faz com que os modos suportados por ele sejam mostrados; estas resoluções, como disse, não são suportadas no vesafb.</p>
<p>Sabendo desse modo ( 0&#215;0365), minha primeira tentativa foi passar o parâmetro para o kernel no carregamento do sistema. Para isso modifiquei a linha referente a isto em /boot/grub/menu.lst:</p>
<p><em>kernel /boot/vmlinuz26 root=/dev/mapper/nvidia_abacfabc3 <strong>video=vesafb:no<a title="mtrr" href="http://www.clevitonmendes.blogspot.com/2008/08/mtrr.html" target="_blank">mtrr</a>,1440&#215;900-32@60 vga=0&#215;365</strong> ro</em></p>
<p>Se repararem bem, faz sentido, mas em meu próximo boot, nada aconteceu! Por que?</p>
<p>Esta é mais simples de responder&#8230; hehehe.. simplesmente porque estou usando o vesafb e não o módulo nvidia. Para resolver meu problema, resolvi enfiar o módulo da nvidia diretamente na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Initrd" target="_blank">initrd (<em>/boot/kernel26.img</em>)</a>.</p>
<p>O procedimento é fácil&#8230; basta editar o arquivo <strong>/etc/mkinitcpio.conf</strong>, adicionando o módulo da nvidia na linha <em>MODULES</em>, deixando o arquivo conforme o exemplo:</p>
<p><em><strong>MODULES=&#8221;</strong>dm_mod pata_acpi pata_amd ata_generic scsi_mod sata_nv sata_via jfs xfs reiserfs <strong>nvidia&#8221;</strong></em></p>
<p>Após isto, salvei o arquivo e gerei uma nova imagem de disco de ram para o kernel através do <strong>mkinitcpio -p kernel26</strong> . Então editei novamente o <em>/boot/grub/menu.ls</em>t e fiz esta alteração:</p>
<p><em>kernel /boot/vmlinuz26 root=/dev/mapper/nvidia_abacfabc3 video=<strong>nvidiafb</strong>:nomtrr,1440&#215;900-32@60 vga=0&#215;365 ro</em></p>
<p>Salvei, reiniciei e voilá.. funcionando perfeitamente; como eu queria:</p>
<p><strong>- Resolução de boot a 1440&#215;900.</strong></p>
<p>Só não tentei utilizar o <em>nvidiafb</em> antes de carregar o módulo da <em>nvidia</em> na initrd.. então não sei responder no momento se este passo do <em>mkinitcpio</em> seria necessário.  Coisa linda ficou o modo verbose no boot de meu linux assim!</p>
<p>Algumas informações podem ser encontradas nos links abaixo:</p>
<p><a href="http://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=25133">http://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=25133</a></p>
<p><a href="http://tldp.org/HOWTO/Framebuffer-HOWTO-5.html" target="_blank">http://tldp.org/HOWTO/Framebuffer-HOWTO-5.html</a></p>
<p><a href="http://www.linuxquestions.org/questions/debian-26/guide-to-2.6-kernel-upgraderecompile-206992/page16.html" target="_blank">http://www.linuxquestions.org/questions/debian-26/guide-to-2.6-kernel-upgraderecompile-206992/page16.html</a></p>
<p><a href="http://www.mail-archive.com/debian-user-portuguese@lists.debian.org/msg107891.html" target="_blank">http://www.mail-archive.com/debian-user-portuguese@lists.debian.org/msg107891.html</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/memphyx.wordpress.com/425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/memphyx.wordpress.com/425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/memphyx.wordpress.com/425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/memphyx.wordpress.com/425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/memphyx.wordpress.com/425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/memphyx.wordpress.com/425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/memphyx.wordpress.com/425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/memphyx.wordpress.com/425/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/memphyx.wordpress.com/425/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/memphyx.wordpress.com/425/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=425&subd=memphyx&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Memphyx</media:title>
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			<media:title type="html">LG Flatron W1752T</media:title>
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	</item>
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		<title>Oficina G3: Enfim, re-encontra estilo perdido a 12 anos?</title>
		<link>http://memphyx.wordpress.com/2009/02/04/oficina-g3-enfim-re-encontra-estilo-perdido-a-12-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 00:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>memphyx</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oficina G3 sempre foi uma das minhas bandas prediletas, confesso; sou fã de longa data da sonoridade mostrada por eles.
O álbum Indiferença, ainda é, em minha opinião, a obra prima e a tempos, eu não ouvia um trabalho mais voltado para o Hard Rock pelos seus integrantes. Acredito eu que a sonoridade havia ficado estagnada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=memphyx.wordpress.com&blog=946896&post=380&subd=memphyx&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Oficina G3 sempre foi uma das minhas bandas prediletas, confesso; sou fã de longa data da sonoridade mostrada por eles.</p>
<p>O álbum Indiferença, ainda é, em minha opinião, a obra prima e a tempos, eu não ouvia um trabalho mais voltado para o Hard Rock pelos seus integrantes. Acredito eu que a sonoridade havia ficado estagnada a 12 anos atras (1996) e agora, enfim, re-encontraram o caminho perdido. Hoje, as coisas estão começando a mudar e mudar para melhor!</p>
<p>Logo vocês entenderão.</p>
<p>O Acústico foi um lance legal? Foi&#8230; o álbum de saídera da Gospel Music; o &#8220;Acústico &#8211; Ao Vivo no Olímpia&#8221;, posso dizer que foi um dos melhores acústicos que já ouvi, mas, foi a partir daí que a banda demonstrou de vez que perdera a identidade.</p>
<p>Não foi fácil o grupo construir esta personalidade, identidade nascida com altas doses de  nervosas e metálicas guitarras desde os trabalhos de &#8220;Nada é tão novo, e nada e tão velho&#8221;, com faixas como &#8220;Cante&#8221;,  &#8220;Mais que Vencedores&#8221; e &#8220;Naves Imperiais&#8221; &#8211; Com certeza, clássicos da banda, de uma era de ouro que não volta mais.</p>
<p>O amadurecimento e reconhecimento veio com o Indiferença, que traziam teclados muito bem feitos, onde Jean soube usar muito bem os climas de cordas e timbres sintetizados, com alguns solos curtos entre uma faixa e outra, mais essencial para o clímax musical através das harmonias e rítmicas das músicas. Os drives, overdrives &#8230; distorções com que Juninho Afran mostrou neste trabalho, realmente foi surpreendente; a virtuose em músicas como Your Eyes, Your Eyes II (Instrumental), Glória (Instrumental); dificilmente se repetiu nos trabalhos mais novos.</p>
<p>Os rifs nervosos de puro Hard Rock como da música Indiferença, a pegada cativante e solo arrasador de Espelhos Mágicos, as baladas como Magia Alguma e Novos Céus; poxa, a banda conseguiu se tornar lendária depois disso.</p>
<p>A cozinha de Valter Lopes e Duca Tambasco como mandados em &#8220;Duca&#8217;s Jam&#8221;, nos rits como &#8220;Davi&#8221; e &#8220;Fé&#8221;, colocou prá fora todo o potencial de cada um dos integrantes.</p>
<p>Luciano Manga era quem tornava os vocais do Oficina G3 muito mais hard que em qualquer outra época vivida anteriormente pela banda; pois, em seu timbre, ele aliava a agressividade vocal com a suavidade sem exageros, necessárias para este estilo musical. Sua saída da banda por uma causa maior, abalou as estruturas internas&#8230; sim.. abalou; foi perceptív<img class="alignright size-full wp-image-419" title="Depois da Guerra" src="http://memphyx.files.wordpress.com/2009/02/depois-da-guerra.jpg?w=320&#038;h=320" alt="Depois da Guerra" width="320" height="320" />el.</p>
<p>O trabalho acústico surgiu mostrando novas roupagens para antigas canções e trouxe uma nova balada &#8211; &#8220;Autor da Vida&#8221; &#8211; que realmente foi marcante, fazendo outros públicos prestarem mais atenção neles, e com isso angariando novos fãs! E deu certo.</p>
<p>Como dito, foi a partir deste álbum, que as coisas desandaram para o Pop Rock, e apesar da curtição geral em volta de muitos trabalhos acústicos surgidos nesta mesma época, o álbum rendeu muito.</p>
<p>Neste louco mundo musical, muitas bandas perdem sua sonoridade em algum momento, onde muitos deixam de fazer aquele som por vários motivos:  integrantes novos, velhos integrantes que saem, mudança de público alvo&#8230; e o pior.. mudança de estilo musical e vocal!</p>
<p>Gosto do estilo de cantar do PG em seus trabalhos solos, mas sinceramente, ele não era muito a cara do Oficina G3; e isso trouxe mudanças que tirariam o foco do Hard Rock. Fez com que a eles deixassem de ser o que antes o eram, de fazer aquele som mais hard, e isso, decepcionou vários fãs (inclusive a mim)!  Quando digo mais hard, não falo pelos instrumentais e afinações mais baixa, falo pelo estilo &#8220;black music&#8221; de cantar do então vocalista PG&#8230; poxa, o Oficina G3 não era aquilo que eu estava ouvindo!</p>
<p>Os álbuns o Tempo e Humanos, apesar de serem audíveis não foi legal para os fãs de longa data, apenas os que conheceram o G3 a partir dos trabalhos acústicos e que mal conhecem sucessos originais como &#8220;Cante&#8221; e &#8220;Mais que Vencedores&#8221;; que talvez nunca escutaram a vocalização de arranjos musicais cantados em &#8220;Magia Alguma&#8221; do Indiferença, tiveram um &#8220;orgasmo&#8221; músical com isso&#8230; ou não.</p>
<p>O engraçado foi que a saída de Valter Lopes e a saída do próprio PG, fez com que a banda sofresse novas mudanças&#8230; deixando-os sem um rumo certo novamente, e quando eu pensei que a iria acabar de vez, finalmente o ressurgimento.</p>
<p>Começou um pouco tímido com os trabalhos &#8220;Além do que os olhos podem ver&#8221; e &#8220;Elecktracustica&#8221;. Em fim, com muita tímides e mesmo ainda faltando alguém voltado diretamente para os vocais, o Oficina G3 começou a restaurar e re-encontrar o som perdido.</p>
<p>Graças!</p>
<p>Bem, mais algo que é para ficar claro neste post, é sobre o novo album: &#8220;Depois da Guerra&#8221;</p>
<p>Esse álbum, como posso explicar.. bem, &#8230; como dizem meus amigos&#8230; É MUITO LOKO MEU! rss</p>
<p>Deixando a empolgação de lado, posso dizer (alguns irão dizer que estou viajando, mais vamos lá), que a entrada desse novo vocalista, fez toda a diferença para o estilo deles, para resgatar algo perdido. Uns irão lembrar que desde o disco Humanos o G3 já estava pesado; posso dizer que guitarras pesadas e com afinações mais baixas não é tudo, e uma banda não é formada apenas pelo guitarrista.</p>
<p>Não quero fazer comparações, mais exagerando um pouco e já fazendo, em alguns momentos, o vocalista Mauro Henrique lembra o Russel Allen, atual vocalista do Simphony X (calma ae, não disse que ele canta igual, disse que em alguns momentos ele lembra)&#8230; mais é evidente que sua influência Van Halley (David Lee Roth) aflora em seus vocais. Bom para todos nós que curtimos um Hard Rock bem cantado.</p>
<p>Outra característica que se nota é o estilo de riffs e guitarras do Afram, com pitadas de bases a lá <a title="Godsmack" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Godsmack" target="_blank">Godsmack</a>, e isso sem perder sua originalidade e personalidade, que diga-se de passagem; únicas.</p>
<p>Baterias, guitarras e baixos, muito bem participativos, sendo essencialmente Hard. E você que esperava uma performance melhor do Jean Carlo, pode ficar tranquilo&#8230; ele não decepciona, e o novo trabalho trás muitos solos de teclados e &#8220;disputas&#8221; musicais entre os integrantes, deixando a musicalidade aflorar.</p>
<p>Se estão afim de conhecer novidades ou um álbum gospel diferente&#8230; recomendo que ouçam &#8220;Depois da Guerra&#8221; do Oficina G3.</p>
<p>Que essa formação seja muito, mais muito duradoura e que dê muitos bons frutos acima de tudo&#8230;.</p>
<p><a title="Meus próprios meios" href="http://www.youtube.com/watch?v=2_tHlIdiPqE" target="_blank">Meus próprios meios</a> e <a title="Better" href="http://www.youtube.com/watch?v=BXsm-yGem1c" target="_blank">Better</a> são bons exemplos do que esperar deste trabalho, Progressive Metal e Hard (total).</p>
<p>Apesar de toda viagem psico-hard, nada tão bom como o velho R&amp;B quanto &#8220;<a title="People Get Ready - The Song History" href="http://en.wikipedia.org/wiki/People_Get_Ready_(song)" target="_blank">People Get Ready</a>&#8220;! Esta fala tanto por sí só. Talvez meu lado mais calmo, me faça ouvir esta música e realmente sentir as palavras cantadas em cada melodia, solo, cada acorde, como um todo&#8230; ritmicamente cativante&#8230; música incrível e que nessa versão gravada pelo Oficina G3 ficou D+.</p>
<p>People Get Ready, trata-se de um clássico gospel já gravado por muita gente de peso como U2, Jeff Back (acredito que esta foi a qual o Oficina se inspirou&#8230; hehehe), Bob Marley, Ziggy Marley, Ed. Motta entre outros grandes nomes da música internacional.</p>
<p>E para não dizer que curto só Hard, vou deixar essa balada por aqui com a sua tradução&#8230;</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://memphyx.wordpress.com/2009/02/04/oficina-g3-enfim-re-encontra-estilo-perdido-a-12-anos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/JrZQE9AlvfQ/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><strong><span>People Get Ready</span></strong></p>
<p><em><span>Pessoal, preparem-se&#8230; Há um trem a caminho, Você não precisa de bagagem<br />
É só subir a bordo</span></em></p>
<p><em>Tudo o que você precisa é fé para ouvir o ronco dos motores<br />
Não é preciso bilhete, apenas agradeça ao Senhor</em></p>
<p><em>Pessoal, preparem-se para o trem para o Jordão<br />
Pegando passageiros de costa à costa</em></p>
<p><em>Fé é a chave, abra as portas e suba,<span> há lugar para todos entre os mais amados</span></em><br />
<em><span><br />
Não há lugar para o pecador desesperado<br />
Que machucariam toda a humanidade apenas para salvar a si próprios</span></em></p>
<p><em>Tenha dó daqueles cuja sorte é menos generosa<br />
Porque não há esconderijo do trono real</em></p>
<p><em>Então pessoas, preparem-se&#8230; para o trem que está a caminho<br />
Você não precisa de bagagem, apenas suba a bordo!</em></p>
<p><em>Tudo que você precisa é fé para escutar o ronco dos motores<br />
Não é preciso bilhete&#8230; apenas agradeça, apenas agradeça o Senhor</em></p>
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