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Vergonha: Este post não irá mudar o mundo

14/01/2009 memphyx 2 comentários

É estranho!

Me senti com as mãos atadas!

Depois, senti raiva, ódio, vontade de bater, esmurrar.

Logo em seguida, veio a revolta contra o sistema de controle, contra a imposição, a falta de liberdade, a tachação e meio de eliminação social por meios que discriminam a ti pelo que você é e pelos bens que consome.

Pior! Te inibem restringindo suas escolhas através de falsa opção! Única alternativa, um golpe homicida em seus gosto e em sua cultura!

Vergonha, humilhante! Porcos Capitalistas!

Como que em pleno século XXI, o século da era Digital, da informação, da divulgação da liberdade de escolha, da “inclusão” digital; pode ainda existir empresas e profissionais que lhe acorrentam a soluções que lhe restrigem e roubam toda esta filosofia pregada em toldo a tecnologia?

Como é que isto ainda ocorre? – Preciso entender.

Estava eu navegando em alguns blogs, foi quando minha amada esposa pediu para que eu enviasse seu curriculum para uma determinada empresa.

Pois bem, lá estava eu em meu navegador web preferido em meu sistema operacional predileto (respectivamente Firefox e ArchLinux); quando, após algum período de pesquisa na url da empresa (www.atento.com.br), a opção de enviar o arquivo contendo o curriculo possui um link redirecionando-nos a um certo ip (200.184.132.149) deparamos com a vergonhosa imagem e mensagem que vocês podem conferir nos links acima, desde que estejam utilizando o Firefox; ou vejam as imagens abaixo:

———-

Vergonha “Atento”, vergonha para você e para seus “Web Designers”… Uma maneira prática de eliminar os candidados antes mesmo do recebimento de e-mail’s com o curriculum anexados!

Uma maneira idiota para se dizer a verdade… isso.. idiota, egoísta, preconceituosa onde apenas exclui e apenas isto.

Acredito que faltou “atenção” por parte do responsável técnico pelo  projeto do “portal”, mais é díficil de acreditar em falta de atenção por um grupo tão “ATENTO”.

Bem, se alguém quer trabalhar em algum lugar digno e que inclui digitalmente a população, não escolham a Atento!

Digo a vocês, isto é injusto por demais. Excluindo automaticamente usuários de microinformatica que teem por preferência o uso do Mozilla Firefox, Safari, Linux/Mac OS X numa tacada só.

Quando é que estas empresas irão parar de dividir e começarão a unir/incluir? Acredito que nunca ou não tão cedo!

Na boa diretores da Atento; troquem sua equipe de T.I. e respectivamente de uma coça ou rebaixe os responsáveis por fazer uma cagada dessas excluindo ditalmente muita gente com grande potencial.

Dual Booting em RAID 0: Archlinux e Vista

Já faz algum tempo que pretendo utilizar meus sistemas em RAID-0 nesta minha mother board da Gigabyte: GA-M61VME-S2 com software BIOS versã0 F10 (último estável).

Esta mobo, é designada para o mercado de baixo custo, tanto é que em breve pretendo trocá-la por uma melhor. Mais para o que se propõe o howto e os testes, ela funciona muito bem! :-)

Para o uso de qualquer conjunto RAID, é necessário ter dois HD’s (no mínimo), preferencialmente de mesmo tamanho, modelo e marca. (Não foi meu caso)

Eu por exemplo, possuo o seguintes HD’s no conjunto RAID-0:

bash-3.2# hdparm -i /dev/sdb

/dev/sdb:

Model=WDC WD1600AABS-61PRA0, FwRev=05.06H05, SerialNo= WD-WCAP94208730
Config={ HardSect NotMFM HdSw>15uSec SpinMotCtl Fixed DTR>5Mbs FmtGapReq }
RawCHS=16383/16/63, TrkSize=0, SectSize=0, ECCbytes=50
BuffType=unknown, BuffSize=2048kB, MaxMultSect=16, MultSect=?16?
CurCHS=16383/16/63, CurSects=16514064, LBA=yes, LBAsects=312581808
(…)

bash-3.2# hdparm -i /dev/sdc

/dev/sdc:

Model=SAMSUNG HD160JJ, FwRev=ZM100-41, SerialNo=S08HJ1NL643890
Config={ Fixed }
RawCHS=16383/16/63, TrkSize=34902, SectSize=554, ECCbytes=4

BuffType=DualPortCache, BuffSize=8192kB, MaxMultSect=16, MultSect=?16?

CurCHS=16383/16/63, CurSects=16514064, LBA=yes, LBAsects=312581808

(…)

Reparem que mesmo sendo de fabricantes e modelos diferentes, eles possuem o mesmo tamanho, mesmo número de CHS, mesmo número de setores LBA, sendo possível o uso em um conjunto RAID-0. O maior problema é o gargalo do cache do Western Digital (2Mb) se comparado ao SamSung (8Mb). Bola para frente!

Arranjando o conjunto

Para o uso em RAID, será necessário que os HD’s estejam vazios e limpos; para isso fiz o backup de documentos, músicas, fotos e filmes que tenho, para um HD maior de 320GB em uma placa PCI de expanção, e utilizei o comando dd no linux para limpar as partições através de um live-cd do archlinux:

#dd if=/dev/zero of=/dev/sdb bs=128M

#dd if=/dev/zero of=/dev/sdc bs=128M

Logo após isso, reiniciei a máquina e através do software de configuração SETUP do BIOS, na opção Integrated Periprherals (caso deste modelo de placa mãe e BIOS), ativei a opção da Função RAID existente no chipset. Para isto, marque em NV SATA RAID funcion para Enable.

Habilitado esta função, é necessário indicar como Enable as seguintes opções que agora também estão disponíveis:

- NV SATA 1 Primary RAID e NV SATA 1 Secundary RAID.

Salvo as configurações, no próximo boot, configure os arrays para data STRIPING, sendo acessível atravéz da tecla F10, conforme mostra o exemplo nesta galeria:

Com estas configurações, o Arranjo RAID 0 estará pronto, e a instalação dos sistemas será possível usando o conjunto dos HD como um único dispositivo de bloco.

Para entender o que é o RAID, recomendo a leitura dos seguinte texto na wikipedia:

- RAID e RAID 0 Striping.

Dual Booting

Windows Vista

Como todo dual boot de sistemas, os primeiros sistemas a serem instalados, são os da microsoft, e em um Array RAID esta regra também é verdadeira.

Para a instalação do Windows Vista, não é necessário mais nenhuma configuração, a não ser o habitual de iniciar pelo drive de DVD e particionar o conjunto normalmente, pois, o instalador reconhecerá o Array como um único dispositivo.

Em meu caso, meu Array tem 320GB, particionei o conjunto em 3:

- 80 GB para o Windows Vista;

- 160 GB para documentos, filmes, músicas, etc…

- 80 GB para a raíz Linux. ( Não chegou a 80GB reais, mais sim 68 GB)

Formatei só a primeira para instalação e tudo ocorreu da maneira simples e fácil como é a instalação do Vista.. sem mais segredos.

Se fosse com o Windows XP, seria necessário baixar o disco de drivers para RAID fornecido pelo fabricante, que pode ser encontrado aqui.

Arch Linux

Depois que instalei o Vista, parti para a instalação do ArchLinux.

Algumas informações são diferenciadas para que a instalação prossiga normalmente na instalação do Arch; alguns módulos devem ser carregados e os arranjos devem ser identificados para que a instalação continue sem nenhum problema.

As informações postadas aqui, foram retiradas do Wiki do ArchLinux internacional e através delas, consegui o dual boot entre ArchLinux e Windows Vista.

Após o boot através do CD de instalação do Arch, e com o terminal esperando comandos, vamos levantar os seguintes módulos:

#modprobe dm_mod

#modprobe sata_nv

Se você está utilizando a última imagem disponível do ArchLinux, sem problemas, se não, recomendo que a instalação seja executada a partir de uma destas -> i686 core 2008.06 ou x86_64 core 2008.06, para processadores 32 bits e 64 bits respectivamente.

Será necessário montar o CD para a instalação de um pacote importantíssimo antes de mais nada, pois, sem ele, a instalação não continuará:

#mount /dev/sr0 /media/cd

Proceda com os seguintes comandos:

#cd /media/cd/addons/core-pkgs/

#pacman -U dmraid-1.0.0.rc14*

#cd / && umount /media/cd

A instalação do dmraid é necessária, pois, por padrão, as ferramentas para que o ArchLinux identifique corretamente o array, não vem na imagem do boot da instalação utilizada no cd, sendo preciso, este passo adicional. Quem sabe em um futuro muito em breve, os desenvolvedores já não adicionem esta opção de instalação em RAID no menu de boot do Arch.. não é mesmo? ;-)

Para que possamos enxergar o arranjo, falta apenas mais dois comandos:

#dmraid -ay

E se tudo ocorreu bem:

#ls -la /dev/mapper/

Deverá ter um resultado conforme se segue:

drwxr-xr-x  2 root root       0 Dez 26 09:01 .
drwxr-xr-x 21 root root       0 Dez 26 12:14 ..
crw-rw----  1 root root  10, 60 Dez 26 09:01 control
brw-------  1 root disk 254,  0 Dez 26 09:01 nvidia_higibbed
brw-------  1 root disk 254,  1 Dez 26 09:01 nvidia_higibbed1
brw-------  1 root disk 254,  2 Dez 26 09:12 nvidia_higibbed2
brw-------  1 root disk 254,  3 Dez 26 09:01 nvidia_higibbed3

Como se percebe, estes arquivos, são os dispositivos de bloco do arranjo RAID 0.

O nvidia_higibbed, é o dispositivo do Array, e é através dele que são criadas as partições do arranjo. Já os arquivos nvidia_higibbed1, nvidia_higibbed2 e 3, são as partições criadas anteriormente através do instalador do Windows Vista.

Caso você prefira recriar tais partições através do cfdisk, ou do parted, é muito simples;  execute #cfdisk /dev/mapper/nvidia_higibbed e particione o disco da maneira que lhe convier e desejar.

Criei o sistema de arquivos para instalação do Arch, na 3ª partição do array: /dev/mapper/nvidia_higibbed3 e a formatei em JFS. Se preferir outro formato, também sinta-se a vontade quanto a isto.

#mkfs.jfs -L ArchLinux /dev/mapper/nvidia_higibbed3

Terminado a configuração, prossiga com a instação do arch. Na opção Prepare Hard Drive, vá direto para Set filesystem Mount points array e prossiga normalmente após isto, como em qualquer instalação do ArchLinux.

O que irá diferenciar esta instalação em RAID 0 de uma instalação normal a partir deste ponto, será na Configuração do Sistema/System Configuration, onde precisamos setar algumas opções e editar alguns arquivos: System Configuration - 1

System Configuration - 3

/etc/mkinitcpio.conf

O principal é o /etc/mkinitcpio.conf; na Linha MODULES, adicionei os módulos necessário para montagem do array, como o dm_mod, sata_nv e o sistema de arquivos usado na raíz, “jfs”:

MODULES=”dm_mod pata_acpi pata_amd ata_generic scsi_mod s

Configuração do Sistema - 2

ata_via sata_nv jfs xfs reiserfs”

Na Linha dos binários, adicionei o ‘mknod’ por precaução, acreditando eu, não ser necessário tal atitude:

BINARIES=”mknod

E em HOOKS, lembre-se de verificar se as opções de raid, raid-partitions, dmraid estão marcados:

HOOKS=”base udev autodetect pata scsi sata usb raid raid-partitions dmraid usbinput keymap encrypt lvm2 filesystems

/etc/fstab

Outro arquivo de importancia que deverá ser modificado/verificado é o /etc/fstab.

Costumo montar minhas partições, utilizando o UUID da partição e não o simplesmente o /dev… a vantagem, se dará ao alterar a ordem dos discos, eu consiga dar boot no sistema sem que para isso, eu recofigure o grub e até mesmo modifique novamente o fstab. Mais, acredito eu, que isto não valha muito para o RAID, então…não mecha na ordem dos discos do Array. Para verificar isto, acesse um segundo terminal com ctrl+alt+F2 ou F3 e rode o comando blkid.

#blkid
/dev/sdc1: LABEL=”Documments” UUID=”cce6d913-387a-4f54-881c-d8367ef445d4″ TYPE=”jfs”
/dev/sdc2: UUID=”0D368F61355F19A7″ LABEL=”Games” TYPE=”ntfs”
/dev/mapper/nvidia_higibbed1: UUID=”50D4963FD496276E” LABEL=”System” TYPE=”ntfs”
/dev/mapper/nvidia_higibbed2: UUID=”A24697D74697AA95″ LABEL=”Multimidia” TYPE=”ntfs”
/dev/mapper/nvidia_higibbed3: LABEL=”ArchLinux” UUID=”20373b41-e4be-4d27-826f-62a026c9d164″ TYPE=”jfs”

Edite o fstab, deixando a linha de montagem da raíz (/), conforme o UUID mostrado pelo comando “blkid”:

UUID=20373b41-e4be-4d27-826f-62a026c9d164 / jfs defaults 0 1

Caso preferir não mecher neste arquivo, deixe-o da forma ao que se encontrava anteriormente, pois, não dará nenhum problema, só tenha em mente de que a raíz (/) deve apontar para o dispositivo de bloco /dev/mapper/nvidia_higibbed3 ou mesmo outro ponto de montagem indicado por você.

Obs.: Em meu exemplo, é utilizado nvidia_higibbed, sendo que esta palavra poderá variar conforme o chipset da controladora raid de sua placa mãe e módulos carregados com o Arch/Linux.

GRUB

Após terminar a edição destes arquivos, criar sua senha de root, não instale o  Gerenciador de Boot através do programa de instalação do Arch. Este passo deverá ser feito manualmente, então… terminado a configuração do sistema, saia do programa de instalação.

A instalação do Grub será feita no terminal com a ajuda do chroot, então, precisaremos acessar o sistema já instalado.

#mount /dev/mapper/nvidia_higibbed3 /mnt

#mount -o bind /dev/ /mnt/dev

#mount -t proc none /mnt/proc

#mount -t sysfs none /mnt/sys

#chroot /mnt /bin/bash

Como pode ver, você está agora no seu ArchLinux recém instalado na partição 3 do Array RAID 0. Antes da brincadeira total e de qualquer boot, vamos instalar logo o GRUB, pois, sem ele, não poderemos escolher entre nossos sistemas durante o boot.

Você precisará do hdparm para conseguir algumas informações. Sabendo-se que o arranjo do RAID estão sob o /dev/sda e /dev/sdb; execute os seguintes comandos:

#cfdisk /dev/sda

E marque o em separado, os valores presentes em Cylinders:

Disco: /dev/sda
Size: 160041885696 bytes, 160.0 GB
Heads: 255   Sectors per Track: 63   Cylinders: 19457

Saia do cfdisk e faça o mesmo com /dev/sdb.

O que interessa disso tudo, são os valores marcados nos cilindros: 19457 – Sem estes dados, o grub não conseguirá bootar o sistema.

Some os valores dos cilindros dos dispositivos /dev/hda e /dev/hdb (19457 + 19457 = 38914) e anote estes dados em algum lugar para que possamos utilizá-los na configuração do grub.

Agora execute no terminal:

#grub –device-map=/dev/null

Com o prompt de comandos do grub aberto, digite os seguintes comandos:

grub> device (hd0) /dev/mapper/nvidia_higibbed

grub> geometry (hd0) 38914 255 63

Deverá retornar algo como exemplificado:

drive 0×80: C/H/S = 38914/255/63, The number of sectors = 625153410, /dev/mapper/nvidia_higibbed
Partition num: 0,  Filesystem type unknown, partition type 0×7
Partition num: 1,  Filesystem type unknown, partition type 0×7
Partition num: 2,  Filesystem type is jfs, partition type 0×6

Prossiga com:

grub> root (hd0,2)

Filesystem type is jfs, partition type 0×6

Esta é a partição onde o sistema foi instalado.

grub> setup (hd0)

Onde deverá termos a seguinte saída:

Checking if “/boot/grub/stage1″ exists… yes
Checking if “/boot/grub/stage2″ exists… yes
Checking if “/boot/grub/jfs_stage1_5″ exists… yes
Running “embed /boot/grub/jfs_stage1_5 (hd0)”…  25 sectors are embedded.
succeeded
Running “install /boot/grub/stage1 (hd0) (hd0)1+25 p (hd0,2)/boot/grub/stage2 /boot/grub/menu.lst”… succeeded
Done.

grub> quit

Agora que o grub já está instalado na “mbr” do array, editamos o /boot/grub/menu.lst para que possamos escolher entre os dois sistemas já instalados. Para isso, vamos utilizar o editor de texto de nossa preferência (vi ou nano) editando este arquivo:

#nano /boot/grub/menu.lst

Deixe conforme o modelo abaixo:

# (0) Arch Linux
title  Arch Linux [64 bit]
root   (hd0,2)
kernel /boot/vmlinuz26 root=/dev/mapper/nvidia_higibbed3 vga=791 ro
initrd /boot/kernel26.img

# (1) Windows
title Windows Vista [32 bit]
rootnoverify (hd0,0)
makeactive
chainloader +1

Salve o arquivo, saia do chroot, desmonte as partições e reboot o sistema e seja feliz com seu dual boot em RAID 0 com ArchLinux e Windows Vista.

Fontes de pesquisas:

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&client=firefox-a&rls=org.mozilla%3Aen-US%3Aofficial&hs=jCq&q=Dual+Booting+raid+0&btnG=Pesquisar&meta=

http://pt.wikipedia.org/wiki/Raid

http://forum.archlinux-br.org/viewtopic.php?id=1197

http://wiki.archlinux.org/index.php/Installing_with_Fake-RAID

Leitura recomendada:

http://wiki.archlinux.org/index.php/Installing_with_Software_RAID_or_LVM

Versão do Silverlight para Linux chega a 1.0 (beta)

Moonlight
O Projeto Moonlight juntamente com a Novell anunciam o lançamento do Moonlight 1.0 beta. Para quem não sabe o que é o “moonlight”, trata-se uma implementação do Silverlight (da Microsoft) para o Linux.

Com o Moonlight começando a ficar estável na platafoma Linux, poderemos até que enfim (hahahaha)  “enxergar” e “ver” os conteúdos de sites como www.microsoft.com, www.msn.com taís como aquelas propagandas usando a tecnologia do Silverlight 1.0; incluindo-se ai WMV, permitindo que os usuários Linux possam “desfrutar” de “muitos” sites da Web que anteriormente não foram suportados no Linux.

Para que isto fosse possível, a Microsoft forneceu acesso a suite Silverlight, em conjunto com o Microsoft Media Pack para o Linux, que inclui licenças de codecs de áudio e vídeo criados a princípio por eles mesmos. Silverlight for Linux

Moonlight Firefox é distribuído como uma extensão, e está disponível para o Firefox 2 e 3, sendo testado em SUSE Linux Enterprise Desktop 10, openSUSE 11.0, Ubuntu 8.04, o Fedora Core 9.

O Código fonte também está disponível sob a LGPL, podendo assim ser “adaptado” a outras distribuições e plataformas. O Microsoft Media Pack é um produto distribuído pela própria e está disponível a partir do site desta para uso com Moonlight. (inicialmente, … não encontrei …)

Em se tratando de um produto vindo de um adversário um quanto nada bem visto nos últimos tempos pelos usuários de Linux e sistemas de código aberto, já era de se esperar que o Moonlight só estaria semi-acabado, quando o silverlight do sistema de Redmond já estivesse em meados da versão 2.0.

Um pouco atrasado perto de seu concorrente Flashplayer/Adobe Air e até mesmo DivX Web Player…. mesmo assim, vou tirar meu chapéu para os programadores do projeto Moonlight; pois, não é todo dia que vemos uma notícia como esta. :P

Para os aventureiros, instruções de instalação, arquiteturas suportadas, download, svn e changelog, podem ser encontrados aqui.

Via Novell Press Releases (mail).

________

Atualização:

Resolvi deixar o sarcasmo de lado e instalei o Moonlight.

Uma das vantagens que se vê, é que a instalação é simples funcionando como uma extensão/plugin no Firefox e que diferentemente do FlashPlayer, o mesmo já possui uma versão em 64 bits para quem usa sistemas x86_64. (meu caso)

Verificando o plugin.

Quem não conseguir instalar, pode se debater com altas cabeçadas em alguma parede! :P

- Dois Pontos para Projeto Mono/Novell/Microsoft!
A instalação do Microsoft Media Pack, se dá após instalado o Moonlight. No caso, entre em algum site que se utilize do plugin e clique com o botão direito do mouse; irá surgir um caixa de contexto, basta clicar em “Install Microsoft Media Pack”… de resto os famosos “Install”, aceitar contrato de licença, download do arquivos do pack e fechar; quase um Next, Next, Finish. (Vai que a moda pega)

Para evitar dúvidas, deixo aqui o restante dos screenshots da instalação do Media Pack da Microsoft sob o Moonlight 1.0 beta.

O lado ruim, é que é lento perto da versão para Windows Vista (tah.. é lento pakas)! Comparar com o Silverlight 2.0 pra XP nem pensar… neh?

- Menos um ponto pra Novell/Microsoft!

Install Media Pack

License -

Download

Software Installed

Moonlight 1.0

Hardware: Gigabyte M912X

19/10/2008 memphyx 1 comentário

O Gigabyte M912X é um grande portátil híbrido. Tem as funções de um Tablet PC, o poder de um UMPC, mas ainda assim ele tem o preço fixado um pouco acima de um Netbook … é uma combinação impressionante!

Para quem precisa de mobilidade em um ambiente urbano, ou utilizá-lo durante reuniões ou durante um break para o café, desenhar e simplesmente escrever alguma baboseira, ou mesmo, simplesmente acessar a Internet, este se mostra muito bem preparado. Acompanhado de slot ExpressCard integrado e Wireless te dá a oportunidade de você utilizar uma rede sem fio disponível em qualquer lugar que esteja. A tela possui resolução de1280×768 em 8.9 polegadas com touchscreen, possui webcam integrada tornando fácil uma video conferência com o Skype ou outro software de sua preferência.

Com o peso de 1,295 Kg, o M912X oferece muito em processamento e mobilidade pelo preço em que é vendido no exterior; em torno de 700 doletas americanas!

Especificações Técnicas:

CPU Intel® Atom™ Processor N270 1.6GHz
Operating System (optional) Microsoft Windows Vista® Home Basic, Microsoft Windows XP Home
Chipset Mobile Intel® 945GSE Express Chipset+ ICH7M
System Memory 1GB SO-DIMM*1, Max 2 GB (Supported by GIGABYTE AVL Report)
LCD 8.9″ LCD, WXGA 1280×768, w/Touch screen as 180° rotation angle 8.9” LCD WSVGA 1024×600, w/Touch screen as 180° rotation angle
HDD 2.5″ 9.5mm SATA HDD 5400rpm Supported capacities of 120/160/250 GB
Optical Drive (optional) External ODD by USB connection
Keyboard 80 key keyboard / Touch Pad
I/O Port USB(2.0)*3, Mic-in, Earphone-out, D-Sub, RJ45, 4-in-1 card reader (SD/MMC/MS/MS Pro), ExpressCard, DC-in
Audio Speaker 1.5 watt x 2
Bluetooth Bluetooth V2.1+EDR
Webcam 1.3M pixels webcam
LAN Eithernet 10/100BASE-T
Wireless LAN 802.11b/g
Protection Kensington lock
Battery Li-Ion 4 cells, 4500mAh Battery, Battery life 3hrs
Dimension 235(W)x180(D)x28~42(H)mm
Weight 1.3kg (w/ 4-cell battery)
Service 1 year warranty (includes battery) More service information, please refer to http://www.gigabyte.com.tw

Bem, meu aniversário é nesta semana! Quem quiser me presentear com um, podem ficar a vontade! ;-)

E quando eu ganhar, a primeira coisa que vou fazer, é instalar o ArchLinux nele :-D :-P

Fontes:

http://www.dynamism.com/#Product=gigabyte_m912

http://www.gigabyte.com.tw/Products/Notebook/Products_Spec.aspx?ProductID=2835

Computação Profissional: Enxergando além do Umbigo – Parte I

25/06/2008 memphyx 3 comentários

Estranho este termo de “computação profissional”, não acham?

Pois é!

Se pensarmos bem, quem trabalha com informática, tem que ser um profissional qualificado. Correto?

Então porque, e o que raios é que o título é “Computação Profissional”?

Eu mesmo fiquei pensando muito sobre o assunto durante este mêses, mais especificamente, desde fevereiro. Não havia encontrado a palavra correta para o termo, até que meu irmão me liga, e me convida para que assistíssemos uma palestra sobre “Mercado de Trabalho e Profissionalismo em Informática”.

Como já estava procurando assistir algumas palestras diferentes para ajudar em algumas coisas nos meus conceitos, resolvi ir e fiquei realmente interessado em muitos fatores que me ajudaram a escrever sobre este assunto aqui.

Digo que não sou um profissional nesta temática, sou apenas um blogueiro, que está em curso superior e que ainda falta-lhe muito conhecimento para que possa escrever e discutir a respeito deste assunto tão vasto, pois Computação Profissional, vai um pouco além do que imaginamos.

A idéia geral do assunto, abrange as principais áreas em Tecnologia da Informação, em que um sujeito assim como eu, pode querer encarar algum dia:

- Administrador de Redes

- Analista e Programador de Sistemas

- Administrador de Banco de Dados

- Analista e/ou Programador Web

———

Segundo a Wikipedia, o Administrador de Rede tem como atribuição principal o gerenciamento da rede local, bem como dos recursos computacionais relacionados direta ou indiretamente.O Perfil deste profissional deve possuir curso técnico ou superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou equivalente, e/ou ser uma pessoa com grande experiência na área de informática. É importante que seja familiarizado com os equipamentos e software com os quais trabalha.No aspecto pessoal, o profissional deve ser dinâmico e ter interesse em buscar alternativas técnicas e gerenciais através da dedicação. Deve ser confiável, prestativo e possuir facilidade de comunicação com seus usuários, além de funcionar como mediador (…) nas questões técnicas e administrativas da rede local.

Além é claro de procurar manter a segurança de toda a infra-extrutura das redes e sub-redes das quais é responsável. (LAN/WAN/MAN)

Análise de sistemas: é a atividade que tem como finalidade realizar estudos de processos a fim de encontrar o melhor e mais racional caminho para que a informação possa ser processada. O analista de sistemas estuda os diversos sistemas existentes entre hardwares (equipamento), softwares (programas) e o usuário final, seus comportamentos e aplicações, desenvolvendo a partir de então soluções que serão padronizadas e transcritas da forma que o computador possa executar.

Os profissionais da área geram softwares (programas), que são executados em hardwares (equipamentos) operados por usuários (indivíduos), preparados e treinados em procedimentos operacionais padronizados, dotados de conhecimentos do software e hardware para seu trabalho. A partir de então a análise de sistemas é uma profissão, cujas responsabilidades concentram-se na análise do sistema e na administração de sistemas computacionais. Cabe a este profissional parte da organização, implantação e manutenção de aplicativos e redes de computadores(…)

Administrador de Banco de Dados:

O termo “DBA” quer dizer: “DATABASE ADMINISTRATOR”, o profissional que atua nessa profissão pode receber outras nomenclaturas dependendo do grau de conhecimento e tempo na área.

Praticamente, o Adm. de BD, nasceu de Analistas de Sistemas que precisavam e procuravam melhorar a Administração dos mesmos.

O dba tem muitas responsabilidades, e muitas delas são de vital importância para a continuação dos serviços qualquer que seja a empresa. as responsabilidades do DBA podem aumentar ou diminuir dependendo da empresa em que o mesmo atua, porém algumas são obrigatórias, são elas:

Evitar a corrupção de dados. Evitar parada do banco de dados. Criar e administrar backups do banco de dados e do Sistema operacional, dependo do tipo de backup. Evitar corrupções de backup. Responsável pela segurança dos dados. Evitar problemas de Performance, que sejam causadas por hardware, consultas SQL mal escritas e ou problemas com topologia de rede. Calcular a expansão do ambiente(HARDWARE + STORAGE) e evitar desuso indevido por parte das aplicações no banco de dados que oneram recursos no sistema de armazenamento. Aplicar atualizações no banco de dados. Modelar o banco de dados. Modelar o fluxo de trabalho das rotinas geradas no banco pelas aplicações. (fluxuograma de trabalho) Migração de ambientes operacionais , tipo: versões de software de banco de dados e ou arquitetura do ambiente de hardware

O Programador Web, não é um simples “Web Design“… mais em sua essência o programador Web exerce também a função; sendo que o mesmo está mais para Desenvolvedor de Sistemas voltados para Internet e Intranet (Aplicação Web), nos quais, sai de cena o software tradicional executado e instalados localmente para que este seja executado em servidores e acessados através de um browser, diminuindo a carga e processamento dos sistemas atuais. Diferenciando o Programador Web do Web Design, digamos que o Programador Web está pensando mais nas funções da aplicação e de como todo o conjunto irá se integrar que no marketing advindo desta função de Design.

O programador web é responsável pelo projeto e desenvolvimento de aplicações para a internet, envolvendo codificação, testes e criação de documentação de programas que executem o tratamento automático da informação. A maioria das aplicações destina-se à construção de portais, e-commerce, B2B, e soluções multimédia.

Os conhecimentos básicos essenciais e necessários para que se prossiga no desenvolvimento Web é conhecer HTML, Javascript, PHP, Perl, Visual Basic, MS Access , MS SQL Server, ASP, MySQL e saber como implantar um Web Server, ter conhecimento em extrutura física e lógica de uma rede e hardware.

Depois de tudo, isto nos leva a uma questão:

- Qual profissão escolher?

Quem sabe você já não encontra a resposta nestes próximos dias? ;-)