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Archive for the ‘ArchLinux’ Category

Adeus KDEmod!

04/08/2009 memphyx 4 comentários

Adeus KDEmod Para minha surpresa, com o lançamento as portas do KDE 4.3.0, os desenvolvedores do ArchLinux resolveram nos antecipar com este update… e para minha felicidade, a surpresa não parou só nisso.

Adeus KDEmod… a partir deste ponto, o KDE oficial nos repositórios do ArchLinux, será distribuído “modularmente“… tudo que eu esperava oficialmente do KDE do ArchLinux a pouco mais de dois anos de utilização deste.

Vendo tudo isto, temos, como usuário, o dever de agradecer a todos os desenvolvedores do Kdemod por dar este pontapé inicial rumo a uma maior customização de uma das melhores distribuições linux de todos os tempos através de uma das Window Manager mais bem acabadas e completas para o mundo *nix… incentivando a distribuição a trabalhar de modo muito próximo como o qual do kdemod, com o release oficial do kde: - Parabéns mesmo…nossos agradecimentos!!!

Sei que com isto, o Kdemod acabará tomando um novo rumo, que ainda não faço ideia de qual; e acho muito legal também, o pessoal do KDE no Arch, ter abraçado toda esta filosofia de modularização de software. Bacana isto!!!

Para quem não conhece o KDEmod, ele é uma versão modular e refinada do KDE e que foi otimizado para o Arch Linux. Contém patches adicionais de funcionalidade e eyecandy(temas,ícones,etc) e uma instalação ligeiramente aprimorada do Qt3. Está disponível no formato padrão de pacotes do Arch Linux .pkg.tar.gz para i686 e x86_64

http://wiki.archlinux-br.org/KDEmod

Vamos aos testes:

Este é um grande passo para a distro conquistar cada vez mais espaço!

DWA-110 com módulo nativo

01/03/2009 memphyx 1 comentário

Após alguns serviços feito em um notebook e configuração de um modem 3g no Mac OS X de um amigo, fui presenteado com um adaptador Wireless, D-Link, modelo DWA-110.

Aqui em casa, meu irmão já possui um mesmo adaptador deste, em que também vinha utilizando no Windows XP (a um bom tempo) e também no Windows Vista 32 bits através de uma certa gambiarra com os drivers presentes no CD, além, também do Mac OS X. Passou um certo período, encontrei o driver do mesmo para o Windows Vista 64 bits pelo qual, instalado e configurado, vem funcionando muito bem nos sistemas dele.

Eu, porém, havia deixado o adaptador meio que de lado após uma tentativa frustrada de vê-lo à funcionar no Linux através do ndiswrapper em que “gambiarra” é pouco pelo que é feito com as “dlls” e firmware presente nos drivers for Windows.

Foi que então, que de tanto desplugar o cabo de rede conectado ao PC pra testar ou fazer download de softwares e atualizações em outros computadores que faço manutenções pra ganhar algum a mais… acabei percebendo que preciso refazer a clipagem dele (mais sempre esqueço de trazer os clips e o alicate pra fazer o serviço)… com isso, estava sem nada a fazer (mesmo com a rede funcionando) e resolvi procurar informações para colocar esse D-Link DWA-110 a funcionar no Linux de uma vez por todas.

E aqui, começou minha aventura.

DWA-110

Fui direto no AUR procurar pelo módulo rt73 (descobri que era este módulo, durante minha primeira tentativa de instalação com o Ndiswrapper)… e para minha grata surpresa, lá estavam alguns pacotes relacionados ao conteúdo da minha busca. Também, por motivo de informação, tal adaptador utiliza-se de chips Ralink.

Fiz o download de dois deles:

1° – Módulo: http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=15377

2° – Perfil de configuração para o netcfg2: http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=17224

O primeiro pacote, é o módulo do kernel que será responsável pelo funcionamento de seu dispositivo Wireless.

Para montar o pacote contendo o módulo, é necessário instalar o pacote rt2×00-rt71w-fw presente no repositório core.

Instalado esta dependência, é só proceder com a compilação do módulo/pacote, e após isto, instalá-lo com um pacman -U rt73-k2wrlz-3.0.2-2-x86_64.pkg.tar.gz - Verifique a versão do pacote e arquitetura de seu Arch Linux no momento de instalação.

O 2º pacote a se montar, contém os arquivos (criado e mantido pelo thotypous – Paulo Matias) que são responsáveis para o correto uso do módulo rt73 pelo netcfg, servindo então, como arquivo de configuração de perfil de conexão. Também, após feito, deverá ser instalado com um pacman -U netcfg-rt73-0.1-1-x86_64.pkg.tar.gz.

Caso precise de informações dos passos corretos para a compilação de pacotes do AUR, queira por gentileza ler este artigo no Wiki do Arch Linux.

Configurações:

Agora que já temos o módulo e os arquivos de configuração para o netcfg, vamos então, configurar o sistema e colocar o adaptador a funcionar.

Após plugado o dispositivo, é preciso “derrubar” o módulo rt73usb e subir o módulo correto (rt73), caso contrário, haverá conflito e o adaptador não irá funcionar.

Um simples rmmod rt73usb e na sequência um modprobe rt73, soluciona temporariamente este fato.

Para automatizar este processo, simplesmente  editamos o /etc/rc.conf fazendo as seguintes alterações:

MOD_BLACKLIST=(rt73usb)
MODULES=(... ... rt73 ... ...)

Dica de Ubermensch nos comentários no link do pacote do rt73-k2wrlz.

Também, é preciso criar um perfil contendo as informações de sua rede sem fio. Para isso, é necessário criar o arquivo (ou arquivos se você se conecta em mais de uma rede sem fio) em /etc/network.d/

Este perfil, deve seguir o modelo que o netcfg precisa… informações a respeito de como proceder, podem ser vistas aqui.

Em meu caso específico, criei o arquivo /etc/network.d/wep, com as configurações referentes a minha rede. Reparem no conteúdo do arquivo:

CONNECTION=”wirelessral
DESCRIPTION=”A wep encrypted wireless connection using static ip”
INTERFACE=rausb0
SCAN=”yes”
SECURITY=”wep”
ESSID=”nomedarede
KEY=”1234567890
IP=”static”
IFOPTS=”10.0.0.11 netmask 255.255.255.0 broadcast 10.0.0.255″
GATEWAY=”10.0.0.1″
DNS1=10.0.0.1
DNS2=200.204.0.10
DNS3=200.204.0.138
DNS4=208.67.222.222
DNS5=208.67.220.220

Como veêm, utilizo um ip fixo declarado em IP=”static”; a interface de rede é a rausb0 verificado através do comando iwconfig; utilizo uma chave wep e não wpa; e em CONNECTION, é usado o perfil de configuração instalado do pacote netcfg-rt73 do thotypous. Siga este modelo para uma conexão wi-fi com ip fixo ou utilize as dicas no Wiki do Arch Linux Brasil para fazer uma configuração baseada em dhcp:

http://wiki.archlinux-br.org/Perfis_de_Rede

Neste momento, já é possível conectar a rede através do Access Point e se ouver uma conexão a internet disponível, navegar e fazer tudo o que você faria normalmente em uma rede cabeada. Para isso, digite no terminal, um dos seguintes comandos para conseguir a conexão:

netcfg-auto-wireless rausb0

ou

netcfg2 wep

O primeiro, escaneará o ambiente a procura de uma rede para que ele possa se conectar… havendo mais de uma, ele conectará na primeira que encontrar.

O segundo comando, buscará pelo sinal do perfil de rede em /etc/network.d/wep configurada anteriormente por nós, encontrando o sinal, é feita  a conexão e estaremos prontos para aproveitar dos serviços disponíveis na rede.

Pronto.. agora é só navegar e aproveitar?

Sim e não! Depois de pronto as configurações aqui apresentadas, você estará navegando se as seguiu corretamente e tendo em vista de que este artigo é voltado para o adaptador DWA-110, fabricado pela D-Link… com certeza estará navegando.

O detalhe é que toda vez que reiniciar ou ligar seu computador, você terá, como root, realizar a conexão manualmente. Para evitar de um usuário ter que digitar netcfg2 wep toda vez que ligar seu computador ou outros comandos necessários ao funcionamento do sistema, existe o /etc/rc.conf para deixar automático isto.

Como modelo, segue o link de como está o meu rc.conf

Analisem que segui em partes o que a página do Wiki recomenda e o categoricamente o que o user do AUR (Ubermensch) escreveu. (Linhas 38 e 39 do arquivo)

Não utilizo mais a eth0 e nem mais a eth1 por enquanto. Apesar de a qualquer momento, eu possa voltar a utilizá-la caso queira, basta que se descomente a linha 62 e/ou 63, onde está as informações concernente ao número ip, mascara de rede.

Atenção especial, á linha 65, onde, não se encontram informações a eth0 ou eth1, contendo apenas a interface que utilizo agora, onde, diferentemente das interfaces cabeadas, é colocado o nome do perfil da wirelless:

INTERFACES=(lo wep)

Outro detalhe é que não utilizei a string“auto-wireless rausb0″ na NETWORKS, conforme dizia a wiki (Linha 84), bastou apenas…

NETWORKS=(wep)

Além disso, é preciso adicionar a Sessão DAEMON, o daemon net-profiles, conforme instruções do Wiki (Linha93)

Depois deste aprendizado, fiquei tranquilo e quase que totalmente satisfeito com relação a Wireless em minha residência, pois, é só ligar o micro, que já estou conectado!

Outras opções:

Uma parte do “quase satisfeito”, se dá, ao fato de eu estar procurando um software para gerenciar “outras” conexões sem fio com uma maior simplicidade… (tipo.. usar a net do vizinho.. xD.. rss).

Estava interessado no kwifimanager, mais ele ainda não está portado para o KDE 4 e acredito que um outro projeto possa entrar no lugar dele nos próximo release do KDE.

Outro software que li maravilhas em blogs e na grande rede, foi o wifi-radar (que está disponível no repositório community, meu maior problema com ele, está no fato dele utilizar GTK como biblioteca gráfica (mão na roda pra quem usa Gnome… não é meu caso) e eu não querer mais um “alienigena gráfico” por aqui… Já basta o Firefox! – Quem sabe se a necessidade for maior, isso me obrigue a usá-lo?

Por outro lado, existe o Wireless Assistant (wlassistant), onde existe uma GUI em QT3 (?).. – é QT3 – .. Este software, possui ferramentas para detectação e configuração de redes sem fio presentes em um determinado ambiente. Até gostei do software, mais poxa – mais uma biblioteca gráfica é triste.

Também procurei algum “applet” que poderia ser usado no system tray ou no desktop como plasmoid, em que eu possa ver a qual andas o sinal da rede, acabei por interessar-me pelo Plasma Wifi 0.5… ainda não consegui colocá-lo a funcionar por algumas mudanças nos arquivos e PATH’s no KDE 4.2… em breve, em breve.

Acho que vou de Arch Assistant mesmo.

É isso ai.. gostei de eliminar cabos. :)

Informações:

http://www.hpl.hp.com/personal/Jean_Tourrilhes/Linux/Tools.html

http://wiki.archlinux-br.org/Perfis_de_Rede

http://homepages.tu-darmstadt.de/~p_larbig/wlan/

http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=15377

http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=17224

http://www.ralinktech.com.tw/

http://paste.archlinux-br.org/941

—-

Atualização em 03/10/2009

Hoje em dia, não se precisa mais de todo o processo descrito acima. Basta apenas, subir o módulo rt73usb (modprobe rt73usb), e ter o arquivo de configuração de ingresso na rede, com as devidas configurações em /etc/network.d/wpa. Segue, exemplo de configurações referentes:

CONNECTION=”wireless
DESCRIPTION=”A wpa encrypted wireless connection using dinamic ip”
INTERFACE=wlan0
SCAN=”yes”
SECURITY=”wpa”
ESSID=”nomedarede
KEY=”1234567890
IP=”dhcp”

Depois, basta usar o netcfg para conectar a rede e obter um endereço e já sair navegando: netcfg2 wpa

O mundo open-source é isto, evolução de novas e velhas tecnologias. :-)

Framebuffer no Boot: 1400×900 com módulo NVIDIA

07/02/2009 memphyx 1 comentário

Encontrei um pequeno desafio para minha vida geek… hehehe.

Até então, estava eu utilizando um monitor de 15″ com resolução nativa de 1024×768; como disse, até então.

Consegui vender tal monitor LCD e com isso agora sou o felizardo dono de um Flatron W1752T (LG) (17″ Wide com resolução nativa de 1400×900).

LG Flatron W1752T

Em um primeiro momento, nem dei muita bola para a resolução no boot (1024×768 ) e sim pela configuração no X (/etc/X11/xorg.conf), que me permitiu não fazer nada para que esta se auto ajustasse a nova resolução nativa, e eu deslumbrasse com o visual incrível com que o KDE 4.2 se mostrou.

Mais sabe como são as coisas nesta vida nerd (neh?)… nada nunca está perfeito! E toda vez quando nos deparamos com alguma imperfeição, o que fazemos? Sim, escovamos bits! (rss)

A primeira coisa que pensei, foi em simplesmente descobrir os “números mágicos“  que podem ser utilizados na parâmetro “vga” nas linhas referentes ao carregamento da imagem do kernel em /boot/grub/menu.lst que estaria tudo resolvido. Não deu certo, pois, por padrão, o módulo utilizado para fornecer o framebuffer no boot é o vesafb, e ele trabalha apenas com resoluções á 4:3 não suportando opções em 16:10.

Até eu descobrir isso, passou um tempo e precisei baixar o hwinfo no AUR , compilar e instalar o software. Depois de instalado rodei um hwinfo –framebuffer que me retornou os modos de operação:

02: None 00.0: 11001 VESA Framebuffer                                                               
  [Created at bios.447]                                                                             
  Unique ID: rdCR.G89VdJ4sMmF                                                                       
  Hardware Class: framebuffer                                                                       
  Model: "NVIDIA G86 Board - p403h20 "                                                              
  Vendor: "NVIDIA Corporation"                                                                      
  Device: "G86 Board - p403h20 "                                                                    
  SubVendor: "NVIDIA"                                                                               
  SubDevice:                                                                                        
  Revision: "Chip Rev"                                                                              
  Memory Size: 14 MB                                                                                
  Memory Range: 0xe9000000-0xe9dfffff (rw)
(...)
Mode 0x0364: 1440x900 (+1440), 8 bits
Mode 0x0365: 1440x900 (+5760), 24 bits
(...)

O “x” da questão é que o Módulo nvidia no kernel, estava carregado, e isso faz com que os modos suportados por ele sejam mostrados; estas resoluções, como disse, não são suportadas no vesafb.

Sabendo desse modo ( 0×0365), minha primeira tentativa foi passar o parâmetro para o kernel no carregamento do sistema. Para isso modifiquei a linha referente a isto em /boot/grub/menu.lst:

kernel /boot/vmlinuz26 root=/dev/mapper/nvidia_abacfabc3 video=vesafb:nomtrr,1440×900-32@60 vga=0×365 ro

Se repararem bem, faz sentido, mas em meu próximo boot, nada aconteceu! Por que?

Esta é mais simples de responder… hehehe.. simplesmente porque estou usando o vesafb e não o módulo nvidia. Para resolver meu problema, resolvi enfiar o módulo da nvidia diretamente na initrd (/boot/kernel26.img).

O procedimento é fácil… basta editar o arquivo /etc/mkinitcpio.conf, adicionando o módulo da nvidia na linha MODULES, deixando o arquivo conforme o exemplo:

MODULES=”dm_mod pata_acpi pata_amd ata_generic scsi_mod sata_nv sata_via jfs xfs reiserfs nvidia”

Após isto, salvei o arquivo e gerei uma nova imagem de disco de ram para o kernel através do mkinitcpio -p kernel26 . Então editei novamente o /boot/grub/menu.lst e fiz esta alteração:

kernel /boot/vmlinuz26 root=/dev/mapper/nvidia_abacfabc3 video=nvidiafb:nomtrr,1440×900-32@60 vga=0×365 ro

Salvei, reiniciei e voilá.. funcionando perfeitamente; como eu queria:

- Resolução de boot a 1440×900.

Só não tentei utilizar o nvidiafb antes de carregar o módulo da nvidia na initrd.. então não sei responder no momento se este passo do mkinitcpio seria necessário.  Coisa linda ficou o modo verbose no boot de meu linux assim!

Algumas informações podem ser encontradas nos links abaixo:

http://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=25133

http://tldp.org/HOWTO/Framebuffer-HOWTO-5.html

http://www.linuxquestions.org/questions/debian-26/guide-to-2.6-kernel-upgraderecompile-206992/page16.html

http://www.mail-archive.com/debian-user-portuguese@lists.debian.org/msg107891.html

10 passos para trazer um WinUser para o Linux

Com o Linux tornando-se mais simples e fácil, sua popularidade vem aumentando e com isso mais e mais pessoas estão adotando-o como seu principal sistema operacional. Trazer antigos usuários de Windows para a plataforma Linux, pode ser um caminho difícil a percorrer. A maioria dos novos usuários, se tornam usuários a longo prazo, pois tenho amigos dos quais, incentivei o uso do Linux a eles, e foi essencial ajudá-los nas primeiras árduas semanas. Aqui é apresentado dez passos para ajudar a trazer novos usuários ao mundo Linux.

1. Escolha o seu alvo

Vamos ser realistas: O Linux não é para todos. Caras com velhos conceitos na cabeça e que não estão aptos para mudanças, os gamers maniacos, quem não curte lances de tecnologia; todos estes são maus candidatos para fazer parte do seleto grupo de usuários Linux. Você precisa de alguém que esteja interessado em informática e que seja tecnologicamente alfabetizado (incluso digitalmente). O ideal é um candidato que tenha ouvido falar em Linux; mas por algum motivo, este considera que seria muito dificil ou complexo, utilizar o Linux em seu cotidiano. Outro ponto importante na qualidade do aprendiz (vitima), é estar disposto a tomar um certo tempo na fase inicial, definindo conscientemente as diferenças de um novo sistema operacional. Se um candidato não tem essas qualidades, poderá ser melhor procurar outra pessoa em outro lugar.

2. Inicie-o com o software livre no Windows

Depois de selecionar o seu potencial converso, incentivar o uso de softwares livres sobre a plataforma Windows, é o próximo passo (e grande passo a se dizer). É provável que ela já está usando o Firefox (se for um usuário do IE, este é mais um motivo para apresentar o software livre), mas existe uma grande chance dela nem perceber que o Firefox é um software livre.
Explicar como o Firefox foi escrito e dizer que o Linux é feito da mesma forma; por uma comunidade de desenvolvedores, e não por uma grande corporação, é trivial. Explique porque você acha o por que isso é melhor: mais pessoas olhando o mesmo código é igual a menos bugs, mais recursos e mais desenvolvedores. Para uma pequena lista de software livre que podem ser executado no Windows, confira nesta página.

3. Apresente seu desktop Linux

Uma das razões com que as pessoas desejam, quando veem o Compiz e os widgets/plasmas ativados em um desktop Linux, é o surgimento do pensamento: “Tenho que ter isto”. Claro, ele é superficial, e todos nós sabemos que há mais do que apenas cubos giratórios e janelas que minimizam-se pegando fogo para o desktop Linux, mas é uma ótima maneira de prender a atenção rapidamente de alguém e levá-los a fazer perguntas do tipo: – “O que é isso?” “Como você fez aquilo?” “Como eu posso conseguir isso no meu computador?” – Todas as suas respostas para estas questões serão apontas para o Linux.

4. Dê a seu “padawan” um LiveCD

Você não quer que seu novo discípulo se apresse com as coisas e fique frustrado… não é verdade?
Esta ai uma ótima oportunidade e uma maneira rápida e fácil para que ele não volte correndo para o Windows. Para evitar isso, dê um LiveCD, é uma ótima maneira para que ele se familiarize com o desktop Linux, a interface, e as funcionalidades incluídas na instalação. Pense nisso como um brinquedo com que ele, pode-se se divertir em momentos de descontração. Não force a barra, basta dizer: “se você quiser dar uma olhada, você pode iniciar o computador com este CD sem precisar fazer qualquer modificação no seu disco rígido/sistema.” – É uma ótima maneira para deixá-lo empolgado.

5. A instalação inicial

Felizmente, a sua vitima ficou impressionada com o que foi visto com o LiveCD, e está pronto para dar o seu primeiro passo. Ótimo para ele! Somente incentivar, talvez não seja o suficiente, alias, não é grande coisa.
Ensinar através de uma instalação, e explicar que ele pode manter a sua partição com o Windows intacta e ter um dual-boot com o Linux, escolhendo o que ele prefere utilizar no momento. Esta é uma ótima maneira para que as pessoas se acostumem lentamente com um novo sistema operacional. É imperativo que você esteja por perto para ajudar este novo usuário neste novo caminho no software livre; explique sobre como os fóruns e comunidades são importantes- Um dos fatos mais importante sobre o Linux, é que existe um grande suporte e apoio por meio das comunidades – com isto, você já está incentivando a seu “rebento” a utilizar canais da comunidade para encontrar soluções para os problemas que surgirem.

6. A primeira inicialização

Novamente, você deve ser útil, mesmo após o sistema operacional estiver instalado, mas deixe-o tentar perceber as coisas em seu próprio território. Deixe a ela se encontrar, se identificar com o caminho ao redor da área de trabalho, verificando os programas inclusos, navegar na web, e fazer as coisas que ela quer fazer com o seu computador. Seu trabalho agora é sentar-se e permanecer disponível apenas quando ela estiver com dúvidas. Mostre como adicionar e remover programas; recomende algum software quando ela pergunta: “qual programa eu uso para fazer download dos meus torrents?” (ou outra pergunta do tipo) – Acima de tudo isto, deixe que este novo usuário, faça as coisas do seu próprio jeito.

7. Os primeiros dias

Se tudo correr bem, o recém usuário convertido estará desfrutando de sua primeira experiência com o Linux. Evidentemente, não haverão problemas. Mesmo assim, permaneça disponível para ajudá-lo em suas tarefas, pois este é um período de adaptação e o choque inicial de uma experiência completamente nova, precisa ser auxiliada, não force algo que não possa ser suprido.

8. Segunda semana

Esta é uma boa época para começar a explicar que existem outras maneiras de se obter ajuda com o Linux. A ideia aqui é fazer com que o usuário  seja auto-suficiente na resolução de problemas e encontre a solução de seus problemas, mas deixe claro que ainda assim, você continua a tentar ser o mais valioso suporte existente, e possivelmente o é.

9. O primeiro mês, e além…

Se a sua conversão esta usando o seu novo desktop Linux neste momento, é muito provável e seguro declarar o sucesso iminente! Parabéns! Você trouxe alguém para um sistema operacional baseado em software livre. Nesta altura do campeonato, o desktop, provavelmente deve estar bem configurado, e todos os programas de que ela precisa, devem estar instalados e funcionando corretamente. Neste momento, você provavelmente começara a ouvir perguntas mais avançado do que antes, coisas como: “Como faço para personalizar função [x]?” ou “O que significa quando fazemos uma atualização de pacote?” – ou perguntas equivalentes a isto.
Se estiver com sorte (ou bem preparado), você saberá todas as respostas, caso contrário, basta utilizar seus conhecimentos ou procurar algumas soluções para descobrir! É muito importante estar preparado para aprender mais e mais até mesmo com seu amigo recém chegado ao mundo do software livre, para que você possa avançar para a etapa 10:

10. Repita os passos de 1 à 9

PinguinsSe você teve sorte o suficiente para converter com sucesso um usuário de Windows para o Linux, você deve definitivamente tentar de novo com outras pessoas! Utilize o que você aprendeu, com sua experiência anterior e adapt este conhecimento para o estilo de seu novo alvo. Se tudo der certo, você conseguirá seu próprio exército de convertidos ao Linux em algum momento futuro!

Texto original tirado de http://www.techthrob.com/tech/10stepconvert.php

Dual Booting em RAID 0: Archlinux e Vista

Já faz algum tempo que pretendo utilizar meus sistemas em RAID-0 nesta minha mother board da Gigabyte: GA-M61VME-S2 com software BIOS versã0 F10 (último estável).

Esta mobo, é designada para o mercado de baixo custo, tanto é que em breve pretendo trocá-la por uma melhor. Mais para o que se propõe o howto e os testes, ela funciona muito bem! :-)

Para o uso de qualquer conjunto RAID, é necessário ter dois HD’s (no mínimo), preferencialmente de mesmo tamanho, modelo e marca. (Não foi meu caso)

Eu por exemplo, possuo o seguintes HD’s no conjunto RAID-0:

bash-3.2# hdparm -i /dev/sdb

/dev/sdb:

Model=WDC WD1600AABS-61PRA0, FwRev=05.06H05, SerialNo= WD-WCAP94208730
Config={ HardSect NotMFM HdSw>15uSec SpinMotCtl Fixed DTR>5Mbs FmtGapReq }
RawCHS=16383/16/63, TrkSize=0, SectSize=0, ECCbytes=50
BuffType=unknown, BuffSize=2048kB, MaxMultSect=16, MultSect=?16?
CurCHS=16383/16/63, CurSects=16514064, LBA=yes, LBAsects=312581808
(…)

bash-3.2# hdparm -i /dev/sdc

/dev/sdc:

Model=SAMSUNG HD160JJ, FwRev=ZM100-41, SerialNo=S08HJ1NL643890
Config={ Fixed }
RawCHS=16383/16/63, TrkSize=34902, SectSize=554, ECCbytes=4

BuffType=DualPortCache, BuffSize=8192kB, MaxMultSect=16, MultSect=?16?

CurCHS=16383/16/63, CurSects=16514064, LBA=yes, LBAsects=312581808

(…)

Reparem que mesmo sendo de fabricantes e modelos diferentes, eles possuem o mesmo tamanho, mesmo número de CHS, mesmo número de setores LBA, sendo possível o uso em um conjunto RAID-0. O maior problema é o gargalo do cache do Western Digital (2Mb) se comparado ao SamSung (8Mb). Bola para frente!

Arranjando o conjunto

Para o uso em RAID, será necessário que os HD’s estejam vazios e limpos; para isso fiz o backup de documentos, músicas, fotos e filmes que tenho, para um HD maior de 320GB em uma placa PCI de expanção, e utilizei o comando dd no linux para limpar as partições através de um live-cd do archlinux:

#dd if=/dev/zero of=/dev/sdb bs=128M

#dd if=/dev/zero of=/dev/sdc bs=128M

Logo após isso, reiniciei a máquina e através do software de configuração SETUP do BIOS, na opção Integrated Periprherals (caso deste modelo de placa mãe e BIOS), ativei a opção da Função RAID existente no chipset. Para isto, marque em NV SATA RAID funcion para Enable.

Habilitado esta função, é necessário indicar como Enable as seguintes opções que agora também estão disponíveis:

- NV SATA 1 Primary RAID e NV SATA 1 Secundary RAID.

Salvo as configurações, no próximo boot, configure os arrays para data STRIPING, sendo acessível atravéz da tecla F10, conforme mostra o exemplo nesta galeria:

Com estas configurações, o Arranjo RAID 0 estará pronto, e a instalação dos sistemas será possível usando o conjunto dos HD como um único dispositivo de bloco.

Para entender o que é o RAID, recomendo a leitura dos seguinte texto na wikipedia:

- RAID e RAID 0 Striping.

Dual Booting

Windows Vista

Como todo dual boot de sistemas, os primeiros sistemas a serem instalados, são os da microsoft, e em um Array RAID esta regra também é verdadeira.

Para a instalação do Windows Vista, não é necessário mais nenhuma configuração, a não ser o habitual de iniciar pelo drive de DVD e particionar o conjunto normalmente, pois, o instalador reconhecerá o Array como um único dispositivo.

Em meu caso, meu Array tem 320GB, particionei o conjunto em 3:

- 80 GB para o Windows Vista;

- 160 GB para documentos, filmes, músicas, etc…

- 80 GB para a raíz Linux. ( Não chegou a 80GB reais, mais sim 68 GB)

Formatei só a primeira para instalação e tudo ocorreu da maneira simples e fácil como é a instalação do Vista.. sem mais segredos.

Se fosse com o Windows XP, seria necessário baixar o disco de drivers para RAID fornecido pelo fabricante, que pode ser encontrado aqui.

Arch Linux

Depois que instalei o Vista, parti para a instalação do ArchLinux.

Algumas informações são diferenciadas para que a instalação prossiga normalmente na instalação do Arch; alguns módulos devem ser carregados e os arranjos devem ser identificados para que a instalação continue sem nenhum problema.

As informações postadas aqui, foram retiradas do Wiki do ArchLinux internacional e através delas, consegui o dual boot entre ArchLinux e Windows Vista.

Após o boot através do CD de instalação do Arch, e com o terminal esperando comandos, vamos levantar os seguintes módulos:

#modprobe dm_mod

#modprobe sata_nv

Se você está utilizando a última imagem disponível do ArchLinux, sem problemas, se não, recomendo que a instalação seja executada a partir de uma destas -> i686 core 2008.06 ou x86_64 core 2008.06, para processadores 32 bits e 64 bits respectivamente.

Será necessário montar o CD para a instalação de um pacote importantíssimo antes de mais nada, pois, sem ele, a instalação não continuará:

#mount /dev/sr0 /media/cd

Proceda com os seguintes comandos:

#cd /media/cd/addons/core-pkgs/

#pacman -U dmraid-1.0.0.rc14*

#cd / && umount /media/cd

A instalação do dmraid é necessária, pois, por padrão, as ferramentas para que o ArchLinux identifique corretamente o array, não vem na imagem do boot da instalação utilizada no cd, sendo preciso, este passo adicional. Quem sabe em um futuro muito em breve, os desenvolvedores já não adicionem esta opção de instalação em RAID no menu de boot do Arch.. não é mesmo? ;-)

Para que possamos enxergar o arranjo, falta apenas mais dois comandos:

#dmraid -ay

E se tudo ocorreu bem:

#ls -la /dev/mapper/

Deverá ter um resultado conforme se segue:

drwxr-xr-x  2 root root       0 Dez 26 09:01 .
drwxr-xr-x 21 root root       0 Dez 26 12:14 ..
crw-rw----  1 root root  10, 60 Dez 26 09:01 control
brw-------  1 root disk 254,  0 Dez 26 09:01 nvidia_higibbed
brw-------  1 root disk 254,  1 Dez 26 09:01 nvidia_higibbed1
brw-------  1 root disk 254,  2 Dez 26 09:12 nvidia_higibbed2
brw-------  1 root disk 254,  3 Dez 26 09:01 nvidia_higibbed3

Como se percebe, estes arquivos, são os dispositivos de bloco do arranjo RAID 0.

O nvidia_higibbed, é o dispositivo do Array, e é através dele que são criadas as partições do arranjo. Já os arquivos nvidia_higibbed1, nvidia_higibbed2 e 3, são as partições criadas anteriormente através do instalador do Windows Vista.

Caso você prefira recriar tais partições através do cfdisk, ou do parted, é muito simples;  execute #cfdisk /dev/mapper/nvidia_higibbed e particione o disco da maneira que lhe convier e desejar.

Criei o sistema de arquivos para instalação do Arch, na 3ª partição do array: /dev/mapper/nvidia_higibbed3 e a formatei em JFS. Se preferir outro formato, também sinta-se a vontade quanto a isto.

#mkfs.jfs -L ArchLinux /dev/mapper/nvidia_higibbed3

Terminado a configuração, prossiga com a instação do arch. Na opção Prepare Hard Drive, vá direto para Set filesystem Mount points array e prossiga normalmente após isto, como em qualquer instalação do ArchLinux.

O que irá diferenciar esta instalação em RAID 0 de uma instalação normal a partir deste ponto, será na Configuração do Sistema/System Configuration, onde precisamos setar algumas opções e editar alguns arquivos: System Configuration - 1

System Configuration - 3

/etc/mkinitcpio.conf

O principal é o /etc/mkinitcpio.conf; na Linha MODULES, adicionei os módulos necessário para montagem do array, como o dm_mod, sata_nv e o sistema de arquivos usado na raíz, “jfs”:

MODULES=”dm_mod pata_acpi pata_amd ata_generic scsi_mod s

Configuração do Sistema - 2

ata_via sata_nv jfs xfs reiserfs”

Na Linha dos binários, adicionei o ‘mknod’ por precaução, acreditando eu, não ser necessário tal atitude:

BINARIES=”mknod

E em HOOKS, lembre-se de verificar se as opções de raid, raid-partitions, dmraid estão marcados:

HOOKS=”base udev autodetect pata scsi sata usb raid raid-partitions dmraid usbinput keymap encrypt lvm2 filesystems

/etc/fstab

Outro arquivo de importancia que deverá ser modificado/verificado é o /etc/fstab.

Costumo montar minhas partições, utilizando o UUID da partição e não o simplesmente o /dev… a vantagem, se dará ao alterar a ordem dos discos, eu consiga dar boot no sistema sem que para isso, eu recofigure o grub e até mesmo modifique novamente o fstab. Mais, acredito eu, que isto não valha muito para o RAID, então…não mecha na ordem dos discos do Array. Para verificar isto, acesse um segundo terminal com ctrl+alt+F2 ou F3 e rode o comando blkid.

#blkid
/dev/sdc1: LABEL=”Documments” UUID=”cce6d913-387a-4f54-881c-d8367ef445d4″ TYPE=”jfs”
/dev/sdc2: UUID=”0D368F61355F19A7″ LABEL=”Games” TYPE=”ntfs”
/dev/mapper/nvidia_higibbed1: UUID=”50D4963FD496276E” LABEL=”System” TYPE=”ntfs”
/dev/mapper/nvidia_higibbed2: UUID=”A24697D74697AA95″ LABEL=”Multimidia” TYPE=”ntfs”
/dev/mapper/nvidia_higibbed3: LABEL=”ArchLinux” UUID=”20373b41-e4be-4d27-826f-62a026c9d164″ TYPE=”jfs”

Edite o fstab, deixando a linha de montagem da raíz (/), conforme o UUID mostrado pelo comando “blkid”:

UUID=20373b41-e4be-4d27-826f-62a026c9d164 / jfs defaults 0 1

Caso preferir não mecher neste arquivo, deixe-o da forma ao que se encontrava anteriormente, pois, não dará nenhum problema, só tenha em mente de que a raíz (/) deve apontar para o dispositivo de bloco /dev/mapper/nvidia_higibbed3 ou mesmo outro ponto de montagem indicado por você.

Obs.: Em meu exemplo, é utilizado nvidia_higibbed, sendo que esta palavra poderá variar conforme o chipset da controladora raid de sua placa mãe e módulos carregados com o Arch/Linux.

GRUB

Após terminar a edição destes arquivos, criar sua senha de root, não instale o  Gerenciador de Boot através do programa de instalação do Arch. Este passo deverá ser feito manualmente, então… terminado a configuração do sistema, saia do programa de instalação.

A instalação do Grub será feita no terminal com a ajuda do chroot, então, precisaremos acessar o sistema já instalado.

#mount /dev/mapper/nvidia_higibbed3 /mnt

#mount -o bind /dev/ /mnt/dev

#mount -t proc none /mnt/proc

#mount -t sysfs none /mnt/sys

#chroot /mnt /bin/bash

Como pode ver, você está agora no seu ArchLinux recém instalado na partição 3 do Array RAID 0. Antes da brincadeira total e de qualquer boot, vamos instalar logo o GRUB, pois, sem ele, não poderemos escolher entre nossos sistemas durante o boot.

Você precisará do hdparm para conseguir algumas informações. Sabendo-se que o arranjo do RAID estão sob o /dev/sda e /dev/sdb; execute os seguintes comandos:

#cfdisk /dev/sda

E marque o em separado, os valores presentes em Cylinders:

Disco: /dev/sda
Size: 160041885696 bytes, 160.0 GB
Heads: 255   Sectors per Track: 63   Cylinders: 19457

Saia do cfdisk e faça o mesmo com /dev/sdb.

O que interessa disso tudo, são os valores marcados nos cilindros: 19457 – Sem estes dados, o grub não conseguirá bootar o sistema.

Some os valores dos cilindros dos dispositivos /dev/hda e /dev/hdb (19457 + 19457 = 38914) e anote estes dados em algum lugar para que possamos utilizá-los na configuração do grub.

Agora execute no terminal:

#grub –device-map=/dev/null

Com o prompt de comandos do grub aberto, digite os seguintes comandos:

grub> device (hd0) /dev/mapper/nvidia_higibbed

grub> geometry (hd0) 38914 255 63

Deverá retornar algo como exemplificado:

drive 0×80: C/H/S = 38914/255/63, The number of sectors = 625153410, /dev/mapper/nvidia_higibbed
Partition num: 0,  Filesystem type unknown, partition type 0×7
Partition num: 1,  Filesystem type unknown, partition type 0×7
Partition num: 2,  Filesystem type is jfs, partition type 0×6

Prossiga com:

grub> root (hd0,2)

Filesystem type is jfs, partition type 0×6

Esta é a partição onde o sistema foi instalado.

grub> setup (hd0)

Onde deverá termos a seguinte saída:

Checking if “/boot/grub/stage1″ exists… yes
Checking if “/boot/grub/stage2″ exists… yes
Checking if “/boot/grub/jfs_stage1_5″ exists… yes
Running “embed /boot/grub/jfs_stage1_5 (hd0)”…  25 sectors are embedded.
succeeded
Running “install /boot/grub/stage1 (hd0) (hd0)1+25 p (hd0,2)/boot/grub/stage2 /boot/grub/menu.lst”… succeeded
Done.

grub> quit

Agora que o grub já está instalado na “mbr” do array, editamos o /boot/grub/menu.lst para que possamos escolher entre os dois sistemas já instalados. Para isso, vamos utilizar o editor de texto de nossa preferência (vi ou nano) editando este arquivo:

#nano /boot/grub/menu.lst

Deixe conforme o modelo abaixo:

# (0) Arch Linux
title  Arch Linux [64 bit]
root   (hd0,2)
kernel /boot/vmlinuz26 root=/dev/mapper/nvidia_higibbed3 vga=791 ro
initrd /boot/kernel26.img

# (1) Windows
title Windows Vista [32 bit]
rootnoverify (hd0,0)
makeactive
chainloader +1

Salve o arquivo, saia do chroot, desmonte as partições e reboot o sistema e seja feliz com seu dual boot em RAID 0 com ArchLinux e Windows Vista.

Fontes de pesquisas:

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&client=firefox-a&rls=org.mozilla%3Aen-US%3Aofficial&hs=jCq&q=Dual+Booting+raid+0&btnG=Pesquisar&meta=

http://pt.wikipedia.org/wiki/Raid

http://forum.archlinux-br.org/viewtopic.php?id=1197

http://wiki.archlinux.org/index.php/Installing_with_Fake-RAID

Leitura recomendada:

http://wiki.archlinux.org/index.php/Installing_with_Software_RAID_or_LVM