Linux e Idéias

Linux, Distribuições, História, Debate e Idéias

Eficiência, Evolução, Portabilidade e Revolução:

Quem diria que a busca por conhecimento sobre Sistemas Operacionais revolucionária o mundo de T.I. nos dias atuais?

Hoje vemos o kernel Linux como notório divisor de águas no desenvolvimento tecnológico mundial. linux.jpgEmpresas que outrora dependiam de sistemas operacionais próprios ou mesmo de terceiros e proprietários para criarem aplicações e soluções para manter-se competitivas, hoje, economizam milhões tanto no desenvolvimento quanto no licenciamento para apresentarem um novo produto ao mercado; focando o desenvolvimento e o centrando, em usabilidade e softwares que melhoraram tais recursos de um produto final. Com isso, ganhamos novos produtos com preços mais belos aos olhos, de qualidade e sendo muito competitivo no mercado em geral.

Quem diria sr. Torvalds? Quem diria que aquela mensagem plantada no coração dos Geeks alcançaria tamanha multidão? Seu kernel trouxe a evolução e a revolução que todos precisávamos, trouxe a portabilidade de ter o código-fonte e desenvolvimento aberto para todos aqueles que queiram colaborar com seu crescimento, ou apenas, melhorar algo para si próprio. Nenhum software proprietário, até então, esperava por isso, e o Kernel Linux mostrou-lhes que é possível ter um sistema operacional sendo feito nestes moldes.

História

(quote: wikipedia)

O Kernel Linux foi, originalmente, escrito por Linus Torvalds do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsinki, Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários através da Usenet.

Linus Torvalds começou o desenvolvimento do kernel como um projeto particular, inspirado pelo seu interesse no Minix, um pequeno sistema UNIX desenvolvido por Andrew S. Tanenbaum.

Curiosamente, o nome Linux foi criado por Ari Lemmke, administrador do site ftp.funet.fi que deu esse nome ao diretório FTP onde o kernel Linux estava inicialmente disponível [6] (Linus tinha-o batizado como “Freax”, inicialmente).

No dia 5 de outubro de 1991 Linus Torvalds anunciou a primeira versão “oficial” do kernel Linux, versão 0.02 . Desde então muitos programadores têm respondido ao seu chamado, e têm ajudado a fazer do Linux o sistema operacional que é hoje.

Portabilidade:

É importante notar que os esforços de Linus foram também dirigidos a um diferente tipo de portabilidade. Portabilidade, de acordo com Linus, era a habilidade de facilmente compilar aplicações de uma variedade de fontes no seu sistema; portanto o Linux originalmente tornou-se popular em parte devido ao esforço para que as fontes GPL ou outras favoritas de todos corressem em Linux.

O inicio das distribuições Linux:

Hoje vemos “centenas” de distribuições linux, mas, o que é Distribuição Linux?

pinguim1.jpegEm minhas palavras, as primeiras distribuições, nasceram da necessidade de facilitar a instalação do Linux em um Computador. Tornando, assim, a vida de quem se interessasse pelo Linux, não precisaria recorrer a inúmeros sites de projetos GNU e baixar tais ferramentas e softwares para ter um sistema estável e usual. Mas, como nem tudo são flores, as primeiras distribuições pecavam em alguns pontos, fazendo com que, nem todos ficassem satisfeitos com a forma de como ela era feita, ou mesmo, com a falta de pacotes e/ou suporte, trazendo a tona o inicio das mais famosas que resistiram a estes problemas e hoje estão de pé:

Slackware, Debian, SUSE e Red Hat são as sobreviventes deste tempo onde se matavam dragões para se ter um Linux como temos hoje em dia!
Em sua origem, o próprio usuário deveria procurar os programas que dessem funcionalidade ao seu sistema, compilá-los e configurá-los e, talvez por isso, o Linux tenha carregado consigo a etiqueta de sistema operacional apenas para usuários mais técnicos. Foi neste ambiente que surgiu a MCC Interim Linux (Manchester Computer Centre), a primeira distribuição Linux, desenvolvida por Owen Le Blanc da Universidade de Manchester, capaz de ser instalada independentemente em um computador, e tentando facilitar a instalação do Linux.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux

Oficialmente o MCC Interim Linux é a primeira distribuição linux, e não durou muito tempo! O que poucas pessoas sabem, é que ouve uma antes dela, conforme pode ser visto no livro “on-line” – “Descobrindo o Linux” de João Eriberto Mota Filho, na página 33:

• “Ted”: não oficialmente, foi a primeira de todas. Um desenvolvedor Unix, chamado Theodore Y. Ts’o, enviou uma mensagem para um grupo de discussão oferecendo uma distribuição GNU/Linux, gerada por ele, a US$ 2.50. A mensagem foi enviada em 20 de janeiro de 1992 e dizia que a distribuição estaria pronta em 01 de fevereiro de 1992. A mensagem original está disponível em http://www.kclug.org/old_archives/linux-activists/1992/jan/2/0152.shtml. Não se pode avaliar, pela Internet, o que aconteceu com essa distribuição, pois ninguém respondeu ao autor da mensagem dentro do grupo. Num encontro casual, durante o FISL6 (Fórum Internacional de Software Livre), em 2005, Ts’o me disse que ninguém comprou a distribuição. Mais tarde, Ted, como prefere ser chamado, liderou o projeto Kerberos e participou da elaboração dos filesystems Ext2 e Ext3.hd_desempenho_88.jpg

Procurando além do capítulo desde livro referente as distribuições linux em seu principio encontrei na wikipedia “americana” sobre o MCC Interim Linux, onde, de uma certa forma, apesar de ser a primeira distribuição oficializada de GNU/Linux, ela aponta sobre algo curioso:

Antes de sua primeira versão, a mais próxima aproximação a uma distribuição Linux tinha sido os disquetes HJ Lu’s “Boot-root”. Eram dois disquetes de 5 ¼” consistindo do kernel e as ferramentas mínimas exigidas para carregar o sistema. (…) para que fosse possível iniciar o linux a partir de um disco rígido era necessário editar seu master boot record com um editor hexadecimal. [4]

E hoje, muitos reclamam de o Linux ser um sistema díficil! Imaginem nessa época onde somente mesmo quem entendia de Unix e sistemas operacionais, tinham o gostinho de utilizar GNU/Linux em suas máquinas?

Pensando sobre isso, muitas vezes, a comunidade Linux hoje, me decepciona! Não pelo fato de ter que ser “PHD” para usar o sistema, mas sim, as discussões acaloradas com que um usuário iniciante que quer o “Compiz Fusion”, pode causar devido a perguntas mal colocadas “idiotamente” pelo fato de não ter conhecimento e nem ter buscado informações para tal em buscas na internet, exaltando distribuição X em prejuízo a Y que é considerada “mais” díficil.

Mas, voltando a história das distribuições, a primeira distribuição GNU/Linux comercial, foi a Yggdrasil como pode ser comprovado aqui e aqui (Janeiro ou Fevereiro de 1992). Yggdrasil foi a primeira a ser distribuída em CD-ROM!

Depois da MCC Interim Linux (Fevereiro de 1992 oficialmente e nos FTP’s desde Novembro de 1991), nasceram a TAMU e a SLS.

A TAMU, foi desenvolvida na Texas A&M University. Uma Universidade de história Gloriosa não porque foi uma das primeiras a fazer uma distribuição Linux, mas por sua contribuição para o crescimento do estado do Texas/USA. Mais detalhes em http://en.wikipedia.org/wiki/Texas_A%26M_University.

Softlanding Linux System ou simplesmente SLS.

era uma distribuição Linux de primeira geração, desenvolvida por Peter MacDonald em meados de 1992. Foi a primeira distribuição a oferecer um Sistema Operacional Linux inteligível que contivesse mais do que o kernel Linux e algumas utilidades básicas. Ao lado dos pacotes GNU/Linux, vinha com o X Window System e o TCP/IP

O SLS foi provavelmente a distribuição Linux mais popular de seu tempo e dominou o mercado até seus desenvolvedores decidirem de mudar a formatação executável do a.out ao ELF, sendo que essa última não foi bem recebida pela comunidade de usuários

http://en.wikipedia.org/wiki/Softlanding_Linux_System

http://pt.wikipedia.org/wiki/SLS_Linux

Neste Blog, pode ser visto um cd-rom desta distribuição, e também, um breve relato deste feliz usuário de linux!

Das Distribuições citadas (MCC…, TAMU, SLS, Yggdrasil); todas estão no limbo. Destas, a SLS foi a que realmente deixou uma, senão, três.. mas oficialmente uma vertente de “suas folhas” que permanece inteiramente, impecável ao mundo geek e a suas raízes no conceito KISS. Sim, estou falando do Slackware Linux, minha primeira distribuição, a qual permaneci por 5 anos e meio a utilizando e em algumas vezes me sinto tentado a utilizá-la novamente.

Slackware

Distrowatch.

Foi então que Patrick Volkerding decidiu modificar o SLS e o submeteu a uma profunda “limpeza”,slackware.png chamando seu trabalho final de Slackware. Com os rumos impopulares que o SLS tinha tomado, o Slackware substituiu-o rapidamente, tornando-se por muito tempo a distribuição dominante usada por quase todo mundo.

O Slackware Linux, criado por Patrick Volkerding em 1992, é a mais antiga distribuição Linux ainda em atividade. Descendente diretamente do projeto SLS, o Slackware 1.0 chegou em 24 disquetes, rodando sobre o kernel 0.99pl11-alpha. Logo tornou-se a distribuição mais popular, com algumas estimativas dando-lhe 80% do total de instalações Linux em 1995. Sua popularidade caiu dramaticamente com a chegada da Red Hat e outras distribuições mais amigáveis, porém o Slackware Linux permanece como um dos mais apreciados sistemas operacionais entre administradores de sistemas e usuários desktop mais experientes.

O Slackware Linux é uma distribuição limpa, altamente técnica, com poucos utilitários próprios. Usa um instalador de modo texto simples e um gerenciador de pacotes bastante primitivo, que não resolve dependências. Com isso, o Slackware é considerado uma das distribuições mais limpas e livres de bugs disponíveis hoje – a ausência aplicativos escritos especificamente para ele reduz a possibilidade de que erros sejam introduzidos no sistema. Toda a configuração é feita editando-se arquivos de texto. Na comunidade Linux, é comum dizer-se que se você aprender Red Hat, você saberá Red Hat, mas se você aprender Slackware, você saberá Linux. Isto é particularmente verdadeiro hoje, quando muitas distribuições desenvolvem produtos altamente customizados para atender usuários menos técnicos.

Enquanto esta filosofia baseada na simplicidade tem seus fãs, a verdade é que hoje o Slackware Linux, antes de ser uma distribuição completa, com uma variada gama de pacotes suportados, tem se tornado cada vez mais um “sistema básico” sobre o qual são montadas novas soluções customizadas. A única exceção é o mercado de servidores, onde o Slackware permanece popular. Porém, mesmo aqui, o complexo sistema de atualização de versão e a falta de ferramentas automáticas oficiais para atualizações de segurança, diminuem crescentemente sua competitividade. A atitude conservadora do Slackware perante os componentes básicos do sistema significa que ele requer muito trabalho manual pós-instalação antes de se tornar um moderno sistema para desktops.

  • Prós: Muito estável, limpo e livre de bugs; forte aderência aos princípios do UNIX
  • Contras: Número limitado de aplicações oficialmete suportadas; seleção conservadora de pacotes básicos; complexo sistema de atualização de versão; sem edição oficial para processadores de 64-bits
  • Gerenciamento de Pacotes: “pkgtools”, com pacotes TGZ (TAR.GZ)
  • Edições disponíveis: CDs e DVDs instaláveis para processadores de 32-bits (i486)
  • Alternativas baseadas no Slackware: Zenwalk Linux (desktop), VectorLinux (desktop), SLAX (live CD), Slamd64 Linux (64-bits), Bluewhite64 Linux (64-bits), Wolvix (desktop, live CD), GoblinX (desktop, live CD)
  • Outras distribuições com filosofia parecida: Arch Linux, Frugalware Linux, KateOS

Site oficial: http://www.slackware.com/
Conforme pode ser visto na página da Wikipédia sobre o Slackware ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Slackware_Linux), ele é o Linux mais UNIX-Like existente. Ouve um pulo drástico da versão 4 diretamente para a 7 em 1999:

Wikipedia.

O motivo, segundo Volkerding, e transcrito na Wikipedia, foi que “o pulo direto de 4.0.0. a 7.0 foi feito para evitar irritações por parte de usuários, evitar suspeitas de que o Slackware 4.0 seria mais antigo do que outras versões contemporâneas.” Referindo-se, diretamente ao Red Hat Linux que possuia uma contagem de versões diferentes da do Slackware.

http://www.slackware.com/faq/do_faq.php?faq=general#0

Memphyx

Eu, ignorando tal fato, pois, utilizei o Slackware desde a versão 7.1 (depois de tal tempestade), devo uns 85% do conhecimento adquirido sobre linux, a está distribuição tão querida. Ela foi uma das primeiras que me abriu o caminho para o software livre e este maravilhoso mundo novo do Linux e Cia.

Para quem acha que os derivados do Slackware são poucos, precisa dar uma olhada nesta pequena lista.

Bons tempos em que minha conexão a internet ainda era discada, em que eu comprava revistas sobre linux nas bancas, utilizava-me de Lan-Houses para baixar softwares pela internet e os usuários que queriam buscar mais conhecimento se dedicavam a leitura e estudo das “man pages” e primeiras versões do Guia Foca Linux. Isso, hoje em dia, é raro!!!

Compilei pela primeira vez um kernel linux por esta distribuição, e fui um felizardo que em sua primeira compilação, não deu Kernel Panic … mas, na segunda compilação… hehehe.. (Eu precisava passar por esta experiência) a mensagem que fugimos me aparece.. com um lindo e sublime: Kernel Panic.

O lado que depois de alguns anos (diga-se de passagem: 5) começou a pegar no meu pé comigo mesmo, foi o fato de eu já estar meio saturado de shell + shell, pacotes e não resolução de dependências, que antes considerava um trunfo, começou-me a perder tempo no meio profissional em meio a implantações de sistemas. Um grande problemão que enfrentei foi ao implantar o Vmware-Server no Slackware 10.2, onde precisei compilar o PAM para que funcionasse no sistema. Foram horas e mais horas atras de dependencias somente para compilar o PAM, e após instado, tive que usar pacotes .rpm, convertê-los com rpm2tgz, descompactá-los e buscar umas meias duzias de bibliotecas para não quebrar o sistema. Trabalho ingrato quando a maxima “tempo é dinheiro” é valida.

Tirando este enfado, Slackware é perfeito para se customizar e possui portes de muitas ferramentas que facilitam a vida de usuários de outras distros, prontas para ele. Um bom exemplo é o Emerge, o RPM.. entre outras.

Debian

Distrowatch.

O Debian GNU/Linux foi lançado em 1993. Seu fundador, Ian Murdock, visualizou a criação de um projeto totalmente não-comercial, desenvolvido por centenas de voluntários em seu tempo livre.debian.png Cercado mais por céticos do que por otimistas, o Debian estava fadado a se desintegrar e entrar em colapso, mas a realidade foi muito diferente. O Debian não só sobreviveu, como também prosperou, e em menos de uma década tornou-se a mais extensa das distribuições Linux e provavelmente o maior projeto colaborativo de software jamais criado!

O sucesso do Debian GNU/Linux pode ser ilustrado pelos seguintes números: ele é desenvolvido por mais de 1.000 voluntários, seus repositórios contêm mais de 20.000 pacotes (compilados para 11 arquiteturas diferentes) e é a fonte de onde beberam mais de 120 distribuições e live CDs. Números assim não são igualados por nenhum outro sistema baseado no Linux. O desenvolvimento do Debian é feito em 3 ramos principais (ou quatro, se se incluir o híper-atual “experimental”), com graus crescentes de estabilidade: “unstable” (também conhecido como “sid”), “testing” e “stable”. Esta progressiva integração e estabilização de pacotes e características, juntamente com os reconhecidos mecanismos de controle de qualidade, garantiram ao Debian sua reputação de ser uma das distribuições melhor testadas e livres de bugs entre todas hoje existentes.

No entanto, esse longo e complexo estilo de desenvolvimento tem seus problemas: os lançamentos estáveis do Debian não são particularmente atualizados e envelhecem logo, especialmente porque versões estáveis saem apenas a cada 1-3 anos. Os usuários que preferem pacotes e tecnologias mais recentes são obrigados a se valer dos ramos testing e unstable, que podem conter bugs. As estruturas altamente democráticas do Debian têm levado à adoção de decisões controvertidas, originando brigas internas entre os desenvolvedores. Fatos assim têm contribuído para estagnação e relutância em promover mudanças radicais que poderiam levar o projeto adiante.

  • Prós: Muito estável, notável controle de qualidade; inclui mais de 20.000 pacotes de software; suporte a mais arquiteturas que qualquer outra distribuição Linux
  • Contras: Conservador – devido ao suporte a tantas arquiteturas, novas tecnologias nem sempre são incluidas; ciclo de lançamentos lento (uma versão estável a cada 1-3 anos); discussões nas listas dos desenvolvedores e nos blogs podem conter ocasionais grosserias
  • Gerenciamento de Pacotes: Advanced Package Tool (APT), com pacotes DEB
  • Edições disponíveis: Imagens para live CDs e CDs/DVDs instaláveis para 11 arquiteturas, incluindo todos os processadores de 32-bits e 64-bits da Intel, AMD, Power e outros
  • Alternativas baseadas no Debian: Ubuntu, Damn Small Linux, KNOPPIX, sidux, Dreamlinux, Elive, Xandros, 64 Studio
Wikipedia.

“O nome Debian vem dos nomes dos seus fundadores, Ian Murdock e de sua mulher, Debra. A palavra “Debian” é pronunciada em Português como Débian.”

Foi também a frustração com o SLS que levou Ian Murdock a fundar o projeto Debian em 16 de agosto de 1993.[2]

Muitas distribuições começaram como sistemas muito bons, mas com o passar do tempo, a manutenção da distribuição recebe uma atenção secundária. Um exemplo é a Softlanding Linux System (mais conhecida como SLS). É possivelmente a distribuição que possui maior número de problemas e de pior manutenção, mas, infelizmente, pode ser também a mais popular. É, com certeza, a distribuição que atrai mais atenção dos “distribuidores comerciais” de Linux que se aproveitam da crescente popularidade desse sistema.

—Ian Murdock, http://www.debian.org/doc/manuals/project-history/ap-manifesto.pt.html

“O ciclo de desenvolvimento das versões do Debian passa por três fases:

  • “Unstable” – instável
  • “Testing” – teste
  • “Stable” – estável

Quando as versões estão na fase “testing” elas são identificadas por codinomes tirados dos personagens do filme Toy Story. Ao se tornarem “stable” as versões recebem um número de versão.”

Memphyx

Em minhas palavras, talvez, não tão sabias, o Debian, parece-me que sua existência, olhando para tal declaração de Ian Murdock, devida a não somente aos problemas técnicos do SLS, mas também a sua “filosofia” mais comercial que aberta. Vendo isto, vejo seu nascimento tendo mais Política e uma pitada de “conservadorismo” religioso (FSF e projeto GNU) que de certa forma deu certo e vem funcionando. Tanto é que, (perdoe-me tamanha “blasfêmia ao Santo Graal GNU/Linux) o lado “Xiita” da comunidade GNU/Linux deve muito ao Debian e seus derivados o colocando como o “melhor” linux existente.

“Ignorem minha ignorância”. ;-)

O Debian, também tem seus pontos fortes, sendo um dos pilares do mundo GNU/Linux e o projeto que mais contribui para o crescimento do software livre, mesmo que sendo mais conservador. Graças ao Debian, existe o APT, uma das ferramentas mais louvadas nas distribuições linux derivadas deste projeto. E realmente o APT é bom, mas quando enfrentamos problemas, temos que nos lembrar dos velhos conhecimentos de base Linux.

Em pouco tempo que utilizei o Debian em sua versão 2.x (alguma coisa) e 3.0/3.1 eu gostei da facilidade que ele trazia para se colocar um servidor de e-mail postfix online e mesmo para reconfigurar um serviço vital para servidores, realmente, muito fácil e simples, mas fugindo muito do modo UNIX-Like; mas isto, realmente me facinava.

No Debian também, foi onde eu comecei a melhor apreciar o ambiente Desktop Gnome, mas ainda hoje sou mais KDE mesmo sabendo admitir que o Gnome tem suas qualidades!

SUSE/OpenSUSE

wikipedia

“A SuSE, mais precisamente SUSE LINUX AG, era uma empresa alemã, que disponibilizava soluções baseadas no sistema operacional GNU/Linux, incluindo várias distribuições. Em Janeiro de 2004 a empresa foi adquirida pela Novell, uma companhia americana que na década de 1980 ficou famosa por seu sistema operacional de redesuse.png (Netware) e que perdeu fatia substancial de mercado com o advento do Windows NT da Microsoft.”

“A frustração com o SLS levou ainda à fundação da distribuição OpenSUSE cujo sistema operacional também se basearia, até à fusão com a distribuição JuriX em 1996, nos SLS/Slackware. “

Distrowatch

“Os primórdios do openSUSE datam de 1992, quado quatro alemães entusiastas do Linux — Roland Dyroff, Thomas Fehr, Hubert Mantel e Burchard Steinbild — lançaram o projeto, com o nome de SuSE (Software und System Entwicklung) Linux. No início, a jovem empresa vendia pacotes com disquetes contendo uma versão alemã do Slackware Linux, mas logo o SuSE Linux tornou-se uma distribuição independente, com o lançamento da versão 4.2 em Maio de 1996. Nos anos seguintes, os desenvolvedores adotaram o formato RPM para gerenciamento dos pacotes e introduziram o YaST, uma ferramenta gráfica para administração do sistema fácil de usar. Lançamentos freqüentes, excelente documentação impressa e ampla disponibilidade do SuSE Linux nas lojas da Europa e América do Norte resultaram em rápido crescimento de sua popularidade.

O SuSE Linux foi adquirido pela Novell, Inc. no final de 2003. Com isso, grandes mudanças no desenvolvimento, licenciamento e disponibilidade foram logo implementadas – o YaST foi lançado sob a GPL-General Public License, imagens ISO foram distribuídas livremente para download e, mais importante, o desenvolvimento da distribuição foi aberta à participação pública pela primeira vez em sua história. Desde o lançamento do projeto openSUSE e da versão 10.0 em Outubro de 2005, a distribuição tornou-se não somente livre, como também grátis. O código do openSUSE tornou-se o sistema básico para os produtos comerciais da Novell, inicialmente chamados de Novell Linux, mas depois renomeados para SUSE Linux Enterprise Desktop e SUSE Linux Enterprise Server.

Hoje, o openSUSE possui uma grande base de usuários satisfeitos. Os motivos principais para o openSUSE receber altas avaliações de seus usuários são ambientes gráficos bem acabados e agradáveis (KDE e GNOME), excelente utilitário para administração do sistema (YasT) e, para aqueles que adquirem a edição paga, uma documentação impressa que está entre as melhores quando confrontada com outras distribuições. No entanto, o recente acordo entre a Novell e a Microsoft, que aparentemente admite o argumento desta última de que ela teria direitos de propriedade intelectual sobre o Linux, resultou em uma enxurrada de condenações por parte de muitas personalidades ligadas ao Linux e fez com que muitos usuários mudassem de distribuição. Ainda que a Novell tenha minimizado o acordo e a Microsoft ainda não tenha reclamado quaisquer direitos, essa questão permanece como um espinho atravessado na garganta dessa que é, por outro lado, uma companhia muito amiga da comunidade Linux.”

  • Prós: Ferramenta de configuração completa e intuitiva; repositório com grande quantidade de pacotes; excelente infra-estrutura na web e excelente documentação impressa
  • Contras: Acordo de patentes entre a Novell e a Microsoft em Novembro de 2006 aparentemente legitimiza as reclamações desta de que ela teria direitos de propriedade intelectual sobre o Linux; instalação e configuração pesadas do desktop e das aplicações gráficas fazem com que às vezes a distro seja vista como “saturada e lenta”
  • Gerenciamento de Pacotes: YaST, um utilitário gráfico e por linha de comando, com pacotes RPM
  • Edições disponíveis: openSUSE para processadores de 32-bits (i386), 64-bits (x86_64) e PowerPC (ppc); também na forma de live CD não instalável; SUSE Linux Enterprise Desktop/Server para arquiteturas i586, IA64, PowerPC, s/390, s/390x e x86_64
Memphyx

Os pontos fortes que me fizeram logo de cara gostar do SuSE 8.1, foram com toda a certeza, sua interface e ícones bem acabados, me apresentando um KDE digno de aplausos em uma época em que se você quisesse uma interface bem polida e bonita, teria que colocar a mão na massa para deixar os ambientes gráficos adocicado para os olhos.

Além de simplesmente belo, o SUSE (agora OpenSUSE ) traz uma ferramenta de Administração do Sistema fantástica: – O YaST.

Lembro-me também, que nesta versão, o SuSE vinha com o pkgtool, ferramenta nativa para instalar e gerenciar pacotes no Slackware. Instalei até umas coisinhas com o installpkg; mas isto não é mais possível hoje em dia. rss

Tal ferramenta é o Legado do SuSE/SUSE/OpenSUSE que desde meados de 1996, já trazia tal facilidade embutida no sistema. Com o YaST a instalação de software, configuração de hardware, criação de redes e servidores, fica centrada e acessível muito facilmente. Seus módulos são completos e é possível levantar e configurar servidores e serviços muito rapidamente através dele.

A principio se não me engano, sua GUI foi escrita em Tcl/Tk. Interessante é que seus desenvolvedores pensaram tanto no usuário que se utiliza de uma GUI quanto o que se utiliza de CLI. Isso quer dizer que, se você utiliza KDE, terá o YaST de acordo com seu ambiente KDE; se você utiliza Gnome, o YaST foi portado para GTK também; e se finalmente você quer apenas o shell linux para utilizar seu OpenSUSE, existem todas as opções das GUI’s em uma interface com o usuário em ncurses.

Embora tenha-se tantas qualidades, o YaST possui um calcanhar de Aquiles, e este ponto fraco chama-se: Gerenciamento de Software. O YaST em si é rápido, bom, cumpre seu papel com maestria, mas, quando precisa-se instalar softwares através dele, a atualização dos repositórios é lenta e demorada. Quanto mais repositórios o usuário colocar em sua lista, mais lento será para aparecer a opção para se instalar softwares. É lamentável que isso ocorra, pois, o OpenSUSE só não possui mais usuários hoje, por causa deste inconveniente e por alguns irem e pregarem contra o acordo firmado entre Novell e Microsoft para desenvolvimento mútuo de tecnologias. Mas, não fugindo do assunto, existe uma solução para tal:

-Utilizar-se de um outro Gerenciador de Pacotes.

Esta solução, é o Smart, que possui também GUI e CLI para os diferenciados tipos de usuários. :-)

E, sendo contrário ao “pecado” do módulo que tem mesmo papel no YaST, ele é rápido o suficiente para que antes de o usuário pensar em outras distribuições, continue firme e forte com o OpenSUSE.

Nesta atual versão 10.3, a comunidade de desenvolvedores do OpenSUSE em conjunto com a Novell, liberou para os amantes e users desta ótima distribuição, uma forma prática e simples para se instalar softwares em seus computadores. Tal novidade é o Click Install, em que consiste da idéia, de que ao precisarmos de um software específico como Codecs, Drivers proprietários para nossa VGA, entre outros tipos de softwares, clicamos em uma url própria no site do desenvolvedor e/ou página de determinado repositório, e é iniciada a instalação dos programas, drivers de dispostivos e plugins ou codecs que precisamos. Tudo isso de maneira transparente ao usuário que, terá de fornecer a senha do Administrador para continuar com a instalação e só. Um conceito muito válido hoje em dia, onde usuários não buscam mais o aprendizado do sistema e querem rapidez ao utilizar-se de qualquer sistema.

Red Hat/Fedora Core

Wikipedia

fedora.png” Um grupo de programadores na Carolina do Norte decidiu tornar o Linux mais fácil para possibilitar às pessoas uma experiência mais tranquila com o mesmo. Como muitos grupos, seu objetivo era empacotar todos os bits necessários numa distribuição coerente, facilitando aos inexperientes o contato com o novo sistema operacional.

O principal produto da Red Hat costumava ser o Red Hat Linux, que costumava ser vendido para uso privado e para as empresas. Porém, em 2004 a Red Hat iniciou uma separação dos dois mercados. Com a criação do Red Hat Enterprise Linux, a Red Hat começou a concentrar os seus esforços no mercado das empresas, mais rentável, e após a versão 9, acabou com o desenvolvimento da versão pessoal, o ambiente desktop, que foi substituído pelo Fedora Core,

Fedora (antigamente chamado Fedora Core) é uma distribuição Linux baseada em pacotes RPM, criada pela Red Hat. Atualmente mantida pelo Projeto Fedora (Fedora Project)

As versões testes do Fedora foram iniciadas a partir de Julho de 2003 e em Março de 2004 saiu a primeira versão estável.”

Distrowatch

“O véu que cobria o Fedora somente foi tirado oficialmente em Setembro de 2004, porém suas origens datam de 1995, quando dois visionários — Bob Young e Marc Ewing — deram o ponta-pé inicial, sob o nome de Red Hat Linux. O primeiro produto da empresa, Red Hat Linux 1.0 “Mother’s Day”, foi lançado naquele mesmo ano, rapidamente seguido por diversas correções de bugs. Em 1997, a Red Hat apresentou o RPM, seu revolucionário sistema de gerenciamento de pacotes, com resolução de dependências e outras características avançadas que contribuiram enormemente para o rápido crescimento da distribuição. Ela acabou por tomar o lugar do Slackware como a distribuição Linux mais usada no mundo. Nos anos que se seguiram, novos lançamentos da Red Hat passaram a sair padronizadamente a cada 6 meses.”

Em 2003, logo depois do lançamento do Red Hat Linux 9, a companhia introduziu mudanças radicais em sua linha de produtos. Manteve a marca Red Hat para seus produtos comerciais, principalmente o Red Hat Enterprise Linux, e apresentou o Fedora Core, uma distribuição patrocinada por ela, porém com foco na comunidade e destinada a “hobbystas”. Após um período inical de críticas às mudanças, a comunidade Linux acabou por aceitar a “nova” distribuição como uma continuação natural do Red Hat Linux. Uns poucos lançamentos de qualidade foi o suficiente para que o Fedora reassumisse seu status de um dos mais adorados sistemas operacionais do mercado. Ao mesmo tempo, a Red Hat tornou-se rapidamente a maior e mais lucrativa empresa Linux do mundo, com uma linha de produtos inovadores e outras iniciativas interessantes, como seu programa de capacitação Red Hat Certified Engineer (RHCE).

Embora os caminhos do Fedora ainda sejam largamente controlados pela Red Hat, Inc. e o produto às vezes seja visto — erradamente ou não — como uma câmara de testes para o Red Hat Enterprise Linux, não há como negar que o Fedora seja uma das mais inovadoras distribuições disponíveis hoje. Suas contribuições para o kernel do Linux, glibc e GCC são reconhecidas por todos e a recente integração da funcionalidade SELinux, das tecnologias de virtualização Xen e outras características no nível de empresas são muito aprecidas pelos clientes da companhia. No lado negativo, o Fedora ainda não tem uma estratégia clara para tornar o produto mais fácil de ser usado no desktop por aqueles que estão além dos “hobbistas do Linux”.

  • Prós: Altamente inovador; notáveis mecanismos de segurança; grande quantidade de pacotes; rigorosa adesão à filosofia do Software Livre
  • Contras: Tendência a priorizar soluções empresariais, em detrimento da usabilidade do desktop
  • Gerenciamento de Pacotes: YUM, utilitário gráfico e de linha de comando, com pacotes RPM
  • Edições disponíveis: Fedora para processadores de 32-bits (i386), 64-bits (x86_64) e PowerPC (ppc); Red Hat Enterprise Linux para arquiteturas i386, IA64, PowerPC, s390x e x86_64; e ainda live CDs/DVDs
  • Alternativas baseadas no Fedora: BLAG Linux And GNU (desktop, software livre), Berry Linux (live CD), Yellow Dog Linux (sistemas baseados no PowerPC da Apple)
  • Alternativas baseadas no Red Hat: CentOS, Scientific Linux, StartCom Enterprise Linux, Lineox
Memphyx

Em meu pouco contato tanto com Red Hat, como com Fedora Core, tenho duas colocações a fazer:

1ª – A idéia por de traz do RPM é uma obra de arte. Antes do RPM, não existia um controle de pacotes a ser utilizada para instalação e o usuário ou administrador do sistema teria que buscar os softwares em diretórios FTP’s de vários projetos. Com o RPM, tudo se centralizou na distribuição, onde o projeto ou empresa, ficou responsável pelo “empacotamente” dos softwares e liberando os mesmos nas mídias de instalação ou repositório oficial da distribuição.

Simplesmente Genial para a época. Embora eu acredite, que mais cedo ou mais tarde, isto aconteceria. Tanto é que pelo fato do Debian aparecer na mesma época, tenho minhas dúvidas de que se o dpkg foi inspirado no rpm.

2ª – O Red Hat Linux fez história e dominou o mercado ou cota de usuários linux que em um dado momento pertencia a 80% ao Slackware. O RPM revolucionou essa, digamos, segunda geração de distribuições linux e cresceu rapidamente entre os usuários, se tornando muito popular não somente no mercado em que a Red Hat investia, mas também entre amantes do software livre e usuários domésticos.

Nisto, nasceu a era das distribuições baseadas em Red Hat Linux, e dominou o mundo Gnu/Linux por anos, creio eu que até 2002/2003. Após isso, a Era Debian tomou o posto da Era Red Hat e se mantém hoje como uma das distros mães mais populares e preferidas para se criarem novas distribuições Gnu/Linux. Mas tudo tem seu tempo, e o do Debian e seus derivados também chegará ( xD ).

Quando utilizei o Red Hat, creio eu que o 9 (faz tempo), não dei muita bola. Achei o acabamento entre KDE e Gnome com temas muito semelhante, não deixando que o usuário percebessem em qual dos ambientes gráficos estava naquele exato momento. Uma idéia valida que visava uma certa “padronização” no mercado a qual ela buscava crescer.

As ferramentas de linha de comando, são únicas num sistema Red Hat, e isso também, me surpreendia, pela facilidade. Mas quando se aprende linux de verdade, você começa a torcer o nariz pra algumas coisas que fogem do modelo KISS. Curti? Sim, gostei… mas, sinceramente, eu não prossegui com o mesmo pois o Slackware falava mais alto em minhas veias. Hoje, eu até estou tentando ter a coragem de colocar um Fedora em uma máquina virtual para melhor estudá-lo e ter uma opinião melhor sobre esta excelente.

Ubuntu

Wikipedia

ubuntu.pngUbuntu é um sistema operacional br./sistema operativo pt. Linux baseado na distribuição Debian. É patrocinado pela Canonical Ltd (dirigida por Mark Shuttleworth) e o seu nome deriva do conceito sul africano Ubuntu (pronuncia-se /ùbúntú/ – u-BÚN-tu; IPA: /uˈbuntu/),

  • Novas versões do Ubuntu são lançadas com um intervalo aproximado de um mês após os lançamentos do GNOME.
  • Um dos focos principais é a usabilidade[2], incluindo o uso da ferramenta sudo[3] para tarefas administrativas (similar ao Mac OS X) procurando oferecer uma gama de recursos completa a partir de uma instalação padrão.
  • Acessibilidade e internacionalização, permitindo a utilização do sistema pelo maior número de pessoas possível. A partir da versão 5.04, a codificação de caracteres padrão é o UTF-8 (permitindo a utilização de caracteres não utilizados no alfabeto latino). O projeto visa também a oferecer suporte-técnico nos idiomas de seus usuários.

A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema operativo que qualquer pessoa possa utilizar sem dificuldades, independente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas.Uma nova versão do Ubuntu é lançada semestralmente, e cada lançamento tem um nome de código e um número de versão. O número de versão é baseado no ano e no mês de lançamento. Por exemplo o Ubuntu 4.10 foi lançado em Outubro de 2004. Abaixo está uma lista dos lançamentos anteriores e os lançamentos planejados.”

Distrowatch

O lançamento do Ubuntu deu-se em Setembro de 2004. Apesar de relativamente nova na cena das distribuições Linux, o projeto decolou como nenhum outro antes, com suas listas de discussão imediatamente repletas de usuários ansiosos e desenvolvedores entusiasmados. Nos anos seguintes, o Ubuntu cresceu a ponto de se tornar a mais popular entre as distribuições para desktop e contribuiu grandemente para o desenvolvimento de um sistema operacional livre e fácil de usar, podendo competir de igual para igual com quaisquer sistemas proprietários disponíveis no mercado.

Qual o motivo desse sucesso impressionante? Em primeiro lugar, o projeto foi criado por Mark Shuttleworth, um carismático milionário sul-africano, ex-desenvolvedor do Debian e o segundo turista espacial do mundo, cuja empresa, a Canonical Ltd. (que fica na Ilha de Man), financia o projeto. Em segundo lugar, o Ubuntu aprendeu com os erros de projetos semelhantes e os evitou desde o início – criou uma excelente infra-estrutura na web, como documentação do tipo Wiki, uma criativa aplicação para relatar bugs e uma atenção profissional para com o usuário final. E, por último, graças a seu rico fundador, o Ubuntu tem sido capaz de enviar CDs de graça a todos os interessados, o que muito tem contribuído para a rápida disseminação da distribuição.

Pelo lado técnico, o Ubuntu é baseado no Debian “Sid” (isto é, instável), com alguns pacotes importantes, como GNOME, Firefox e OpenOffice.org, atualizados para suas versões mais recentes. Novas versões saem sempre a cada 6 meses, com suporte por 18 meses. Há ainda lançamentos esporádicos de versões com Suporte de Longo Prazo (LTS – Long Term Support), que dão direto a atualizações de segurança por 3 a 5 anos, dependendo da edição. Outras características especiais incluem live CD instalável, trabalho gráfico e temas para o desktop muito criativos, assistente de migração para os usuários do Windows, suporte às tecnologias mais recentes (como efeitos 3D na área de trabalho, fácil instalação de drivers proprietários para placas ATI e NVIDIA, bem como redes sem fio) e suporte por demanda a codecs não-livres ou patenteados.

  • Prós: Ciclo de lançamentos e período de suporte fixos; amigável para iniciantes; abundante documentação, tanto oficial como de usuários
  • Contras: Alguns pacotes do próprio Ubuntu (como Launchpad e Rosetta) são proprietários; não é totalmente compatível com o Debian
  • Gerenciamento de Pacotes: Advanced Package Tool (APT), com pacotes Debian
  • Edições disponíveis: Ubuntu, Kubuntu, Edubuntu e Xubuntu para processadores de 32-bits (i386) e 64-bits (x86_64); Ubuntu Server Edition também para processadores SPARC
  • Alternativas baseadas no Ubuntu: MEPIS Linux (desktop), Linux Mint (desktop), Freespire (desktop), gNewSense (software livre)
Memphyx

Sou meio suspeito a falar do Ubuntu:

Primeiro porque não o utilizo no meu dia-a-dia;

Segundo, não sou muito fã de distro Debian-based e;

Terceiro, isso é uma história longa.

Vou tentar ser imparcial, mesmo já não tendo sido anteriormente.. vamos lá:

Ubuntu é a prova viva e Real que Marketing bem produzido, funciona! :-D

O sistema em si, é bom para novatos, mas não é bom para mim. Utilizei para fins de testes as versões 5.04, 6.10 do Ubuntu, e para fins de dizer que tenho um live-cd dele, o Kubuntu 7.04 por aqui em algum lugar.

O lado bom, é que aqueles usuários que não conhecem linux, podem se beneficiar de utilizar um sistema livre e seguro, tão facilmente que não terá muitas dificuldades ao usar o Ubuntu pra acessar Internet e Digitar alguns textos e planilhas. Ele possui um acabamento do desktop Gnome, que se não fosse marrom por natureza nas versões que testei, seria mais bonito (mas é bem acabado, e pode-se mudar tal tema facilmente). Hoje a instalação de codecs de video/multimídia é fácil e rápido, mas nem sempre foi assim. O desenvolvimento do Ubuntu não é xiita e sabe colher rapidamente as novidades do software livre, e a recente união com a Freespire, trouxe algo magnífico que ainda não testei no Ubuntu, o conhecido CNR (Click’N Run) .. Uma tecnologia de alguns anos atrás que era fechada somente para a versão paga e proprietária do Linspire, mas agora disponível através de acordos com a Canonical e abertura do Linspire, sendo este, mudando sua base de desenvolvimento de Debian para Ubuntu. (hehehe… mundo pequeno.. não?)

O CNR ou Click’N Run, funciona muito semelhantemente ao Click Install do OpenSUSE e realmente é algo muito bom para quem quer apenas utilizar-se do sistema. Mas, tudo que é bom neste mundo, possui seu lado obscuro e maléfico.

O lado ruim de tudo isso, é que muito marketing, trouxe para o mundo linux, com excessões e ressalvas é claro, usuários não técnicos e que não buscam aprofundar-se na distribuição linux que escolheu. A aprender a procurar soluções para problemas adversos, ou mesmo a usar o “Google“. Estes típicos usuários, exaltam as facilidades e maravilhas do Ubuntu em detrimento a muitas, senão todas, as outras distribuições, trazendo para eles mesmos, o ódio do restante da comunidade de usuários open-source. O incrível é olhar tais usuários fugirem de um terminal linux, como o diabo foge da cruz. Em matéria de conhecimento, eles em sua maioria e novamente com ressalvas e excessões, postam perguntas do tipo “-Como faço pra ativar o Cubo 3D no meu desktop?”, “-Eu não estou conseguindo assistir um filme no meu PC”, “-Não está rodando mp3 aqui, como eu faço pra poder escutar as músicas?”… e por ai vai. Perguntas com respostas simples e de achado fácil até mesmo no Wiki e tópicos de fóruns oficiais do Ubuntu, mas eles se espalham internet a fora com tais perguntas e mesmo assim exaltando o Ubuntu ser melhor e maior que qualquer outra distribuição GNU/Linux existente. Além de tudo, ainda dizem que Ubuntu é o substituto ideal ao Windows e mal dizendo usuários de Windows! Talvez, realmente seja, está comprovado que é! ;-) – Como disse um sábio homem: – Tire a trave que estas em seus olhos antes de dizer sobre teu próximo!

Tirando fora a parte da comunidade de usuários (mais uma vez, com excessões e ressalvas), o Ubuntu é um bom sistema operacional baseado em Linux. Até utilizável, mas me deixa de mãos atadas quanto a personalização mais profundas no sistema.

Um exemplo disso, espero que corrigido, foi o fato de nas versões para desktop que testei, eu não gostar do Evolution, e é claro, preferir o Thunderbird. Em minha tentativa de desinstalação forçada, ele desinstalou o GNOME inteiro em detrimento de apenas eu o mandar arrancar fora o Evolution. o_O .. longa história, e acredito que isso não ocorra mais!

Sistemas baseados em Ubuntu que tirei o Chapéu, foi o Linux Mint e o nUbuntu. O nUbuntu é um live-cd baseado em Ubuntu, forrado de ferramentas voltada para administração, testes e analise de Redes de computadores. Realmente uma mão na roda para quem precisa estar para cima e pra baixo em várias empresas testando os sistemas de segurança e da rede em si.

Ps.: Hoje, não uso nenhum programa para gerenciar meus e-mails!

Gentoo

Wikipedia

Gentoo Linux é uma distribuição gratuita do sistema operacional GNU/Linux baseada na GNU General Public License criada por Daniel Robbins. O diferencial do Gentoo Linux, em relação às gentoo.pngoutras distribuições, está no uso da ferramenta Portage de que dá ao usuário a possibilidade de ter um sistema adaptado ao seu perfil, pois cada pacote é compilado durante a instalação, de forma automatizada, otimizada e com todas as dependências resolvidas. Devido a essas características o Gentoo Linux é considerado uma meta-distribuição.

Esta distribuição é direcionada para usuários avançados ou experientes, devido à complexidade de executar tarefas que em outras distribuições são realizadas de forma simples, porém é aconselhada também a todos que queiram saber o máximo sobre GNU/Linux.”

Documentação Oficial

Como se pronuncia Gentoo, e o que significa?

Um Gentoo é uma espécie de pingüins pequenos e ágeis, pronunciado “djen-tu”. O nome científico do pingüim Gentoo é Pygoscelis papua. O nome Gentoo foi dado ao pingüim pelos habitantes das Ilhas Falkland (Malvinas).

O que torna o Gentoo diferente?

O Gentoo usa um sistema parecido com o ports do BSD chamado Portage. O Portage é um sistema de gerenciamento de pacotes que permite grande flexibilidade durante a instalação e manutenção de software em um sistema Gentoo. Ele providencia opções de suporte disponíveis na compilação (através das Variáveis de USE), dependências condicionais, resumo pré-instalação do pacote, instalação segura (através da proteção de arquivos de configuração, entre várias outras funcionalidades.

Com o Gentoo você pode construir seu sistema inteiro de fontes, usando sua escolha de otimizações. Você pode ter controle completo sobre que pacotes são ou não instalados. O Gentoo oferece numerosas escolhas, para que você possa instalar o Gentoo de acordo com sua preferência, razão pela qual o Gentoo é chamado de uma meta-distribuição.

O Gentoo é desenvolvido ativamente. A distribuição inteira usa um estilo de desenvolvimento rápido; patches para pacotes são rapidamente integrados na linha principal, a documentação é atualizada diariamente, funções do Portage são adicionadas freqüentemente e lançamentos oficiais acontecem duas vezes por ano.”

Distrwatch

“O Gentoo Linux foi idealizado em torno do ano 2000 por Daniel Robbins, um ex-desenvolvedor do Stampede Linux e do FreeBSD. O conceito de “automontagem” deste último (chamada “ports”) inspirou-o a incorporar alguns princípios de gerenciamento de software do FreeBSD no Gentoo, sob o nome de “portage”. A idéia era desenvolver uma distribuiçãoa que possibilitasse aos usuários compilar o código-fonte das aplicações e do kernel do Linux diretamente em suas próprias máquinas, com isso mantendo um sistema altamente otimizado e sempre atualizado. Quando o projeto lançou sua versão 1.0 em Março de 2002, o gerenciamento de pacotes do Gentoo foi considerado uma alternativa superior aos vários outros sistema de gerenciamento, especialmente o largamente usado RPM.

O Gentoo Linux foi feito para usuários experientes. No início, a instalação era complicada e enfadonha, necessitando horas ou até dias de compilação por linha de comando para conseguir-se um sistema usável; no entanto, em 2006 o processo foi simplificado com a adoção de um live CD com instalador gráfico. Além de oferecer uma série de pacotes sempre atualizados e instaláveis com um único comando, outras importantes qualidades da distribuição incluem segurança excelente, muitas opções de configuração, suporte para muitas arquiteturas e a habilidade de manter o sistema sempre atual, sem a necessidade de reinstalação. A documentação do Gentoo tem sido repetidamente avaliada como a melhor documentação online entre todas as distribuições.

O Gentoo Linux perdeu muito de sua glória original nos últimos anos. Alguns usuários chegaram à conclusão de que o tempo gasto na compilação dos pacotes traz pouco ganho na velocidade e na otimização do sistema. Desde a renúncia de seu fundador e ditador benevolente em 2004, a recém-estabelecida Gentoo Foundation tem batalhado contra a falta de uma direção clara e contra freqüentes conflitos entre os desenvolvedores, o que tem concorrido para a perda de vários elementos importantes. Resta ver se o Gentoo conseguirá readquirir suas antigas qualidades inovadoras ou se, lentamente, acabará por se fracionar em uma frouxa coleção de sub-projetos individuais sem objetivos claramente definidos.”

  • Prós: Excelente infraestrutura de gerenciamento de software; inigualáveis opções de customização; magnífica documentação online
  • Contras: Instabilidade ocasional e risco de colapso; o projeto sofre com falta de direção e brigas internas entre os desenvolvedores
  • Gerenciamento de Pacotes: “Portage”, com pacotes de códig-fonte (SRC)
  • Edições disponíveis: CD de instalação mínima e live CD instalável(com o GNOME) para processadores Alpha, AMD64, HPPA, IA64, MIPS, PPC, SPARC e x86; também “stages” para instalação manual por linha de comando
  • Alternativas baseadas no Gentoo: SabayonLinux (live CD/DVD, desktop), VLOS (desktop), Ututo (desktop, software livre)
  • Outras distribuições baseadas em código-fonte: Lunar Linux, Source Mage GNU/Linux, Sorcerer, Linux From Scratch
Memphyx

Olhando o gráfico da “Distro Time Line”, vejo que o Gentoo tem uma certa “linhagem” no Stampede Linux, descentente direto do Slackware e que por sua vez sucede o SLS. Isto, explica, talvez, a forma como o Gentoo se originou e o conceito de Meta-Distribuição atribuido gloriosamente a ele. Suas raízes também no BSD, o torna um Linux que fazem você ser respeitado ao meio a comunidade BSD hoje em dia! A orientação de que para se configurar o sistema, seja feita através da edição de arquivos para que com comandos próprios você otimize o sistema inteiro, é de grande valia.

Quando pela primeira vez, ouvi falar em Gentoo, foi em 2003. Nesta época, minha família e eu utilizavamos novamente internet discada (depois de alguns meses com Speedy), e ter que compilar o sistema inteiro baixando os pacotes parecia tentador, mas inviável naquela circunstância.

Em meio a 2005, quando já voltamos a re-Utilizar o Speedy, resolvi extrair todo o potencial de meu AMD Duron 1.2Ghz com 768Mb de RAM PC133 e HD de 40Gb; placa-mãe PC-Chips com chipset SiS, com tudo on-board, e uma pequena AGP GeForce 2MX400 de 64Mb Off-Board para tirar o gargalo do processador; aos poucos, adquiri uma placa de som off-board e com isso, fui desativando coisas que não utilizava pela Bios (VGA, LPT, Audio… ), de certo, ganhei alguns ciclos de cpu para processamentos mais nobres. Foi então que pensei: -porque não?

Li muito a respeito do Gentoo antes, e vi que o que aprendi com o Slackware valeu muito a pena. Me senti em casa tendo que moldar o Gentoo do zero, e descobri as maravilhas das CFLAGS e CXXFLAGS, USE’s entre outros pontos fortes do emerge (portage).

Digo que não foi fácil meu pai ter que ficar durante 7 dias sem utilizar o computador e toda hora olhar torto para mim naquela semana, mas, foi compensador.

Em 6 dias, compilei todo o sistema base, Xorg, OpenOffice, QT3, KDE, Firefox, Thunderbird, softwares para rede, Programas Multimidia (Mplayer, Amarok, Kaffeine, K3B; Audacity) e outros que não me vem a memória no momento.

Bom.. até ai eu teria tudo isso em qualquer outra distribuição GNU/Linux não é verdade?

- Sim, teria.. mas não teria algo que somente o Gentoo proporcionou-me!

Eu fiquei extasiado ao iniciar o Sistema e ver com tamanha velocidade ele carregava o Xorg + KDE .. Meu surrado Duron não experimentava tamanha velocidade de processamento desde a época do Windows 98. O melhor foi clicar no ícone do OpenOffice e ver ele carregar em segundos, coisa que eu não sabia o que era com outras distribuições linux!

Ao Abrir o Firefox.. nem digo nada, instantaneamente!!! Aquilo foi quase um Orgasmo Digital pra minha vida Geek. Gentoo rapidamente ganhou um espaço e confiança da minha parte! Pena, vendi meu Duron e o Gentoo foi junto e nunca mais, tive coragem de compilar outro por pura preguiça.

Esse talvez seja o ponto mais crucial atualmente: -É muito tempo para colocar o sistema em pé, e muitos não querem perder este tempo.. uma pena! Talvez nos atuais X2 e C2D, este tempo seja minimizado pra 3/10 do que se demoraria com um Duron como o que eu possui.. talvez, até mais que isso!

Outras Distribuições:

Sim.. temos várias outras de igual importância quanto as que estão aqui e de menos importância também, mas não vou citá-las com tamanho detalhes para não tornar o artigo que já é grande e vasto, cansativo desnecessáriamente.

Tenho ótimas refêrencias para o atual Mandriva, Gobo Linux, Dream Linux e claro, o meu atual.. Arch Linux, que já possui ótimos destaques neste humilde e pequeno blog.

E Assim caminha o Linux

Distribuições nascem, crescem, se reproduzem ou não, e morrem, cedendo lugar a outras. Mas, os pilares principais, estão firmes e fortes, sustentando e servindo de base a uma gama imensa de outros projetos e sub-projetos open-source.

O Linux é usado por muitas empresas hoje, tanto para rodar as aplicações de missão crítica, servidores e como workstation de alta performance.

Linux é usado no desenvolvimento de novos sistemas de informação e pesquisa cientificas. Está rodando em Super-computadores, BIOS de placas-mãe, PDA’s e Celulares, Dispositivos embarcados como Access Point, projetos educacionais, de mobilidade, entre outros.. também muito usado em Servidores diversos sustentando a internet, instituições Financeiras, Governamentais ou não-Governamentais! E com certeza, pode estar rodando também no seu Desktop. Se ainda não, escolha uma distribuição e teste-a logo.

Ah.. importante lembrar: Linux não é Windows!

Nunca se esqueçam desta frase!!!linux-inside.gif

Pontos importantes para o linux hoje em dia, foi que direta ou indiretamente, ele obrigou os outros sistemas operacionais a evoluirem e dar mais atenção a filosofia Unix, Open-source como um todo.

A começar pela Apple, que até 1999, seu Mac OS era um sistema próprio não baseado em Unix, mas que a partir da versão 10, chamada de Mac OS X, foi totalmente reescrito tendo base nos BSD’s… inovação, ou percepção de mercado?

Com o tempo, as tecnologias visuais de desktop saltaram aos olhos dos usuários linux através do Beryl/Compiz + XGL/AiGLX no fim de ano de 2005, onde, a função de desktop 3D se tornava real, trazendo tal benefício ao usuários de Linux num contexto geral. Sendo o Compiz, seu principal precursor sendo lançado, oficialmente em Janeiro de 2006.

Com tal fato, a Microsoft também sofreu com duras críticas para que o seu próximo sistema operacional, pudesse ter algo semelhante, e realmente, mesmo que comparando estes Eyes Candy’s entre Mac OS X, Linux e Windows, vemos que o Windows ainda se mantem atráz. A Comunidade de Desenvolvedores Linux e de Sistemas e Softwares Open-Source inovaram com grande e elegante passo. Que continuem assim por muito e muito tempo, nos surpreendendo e trazendo novidades para o mundo de TI em geral.

Hoje, assistimos com um pé um pouco atrás, as novidades do Ambiente KDE 4.0, que de certa forma, eu acredite que está revolucionando o Ambiente Desktop, com novas idéias e formas de se utilizar o Computador! Beleza, funcionalidade e praticidade… as próximas versões e os próximos anos para o KDE e o Linux, prometem muito.

linuxdistrotimeline.png

Fontes, Referências e Quotes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux

http://pt.wikipedia.org/wiki/SLS_Linux

http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux_%28kernel%29

http://pt.wikipedia.org/wiki/Distribui%C3%A7%C3%A3o_linux

http://pt.wikipedia.org/wiki/Meta-distribui%C3%A7%C3%A3o

http://pt.wikipedia.org/wiki/Single_UNIX_Specification

http://futurist.se/gldt/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional_tipo_Unix

http://pt.wikipedia.org/wiki/Compara(…)es_Linux

http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Distribui%C3%A7%C3%B5es_Linux

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_distribui%C3%A7%C3%B5es_de_Linux

http://www.boutell.com/lsm/

http://www.linux.org/info/linux_timeline.html

http://lwn.net/Articles/91371/

http://www.ppgia.pucpr.br/~maziero/ensino/sei/unix-historia.html

http://forum.imasters.uol.com.br/index.php?showtopic=256822&st=0&p=908192&#entry908192

http://www.pcmag.com/article2/0,2704,1907731,00.asp

http://www.cinemabrazil.com.br/pipermail/cinemabrasil/2005-October/004216.html

http://www.estado.com.br/editorias/2007/06/25/eco-1.93.4.20070625.9.1.xml

http://br-linux.org/linux/node/2212

http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2005/12/02/(…)06-03-06.0628692405/

http://pt.wikipedia.org/wiki/XGL

Distribuições GNU/Linux:

http://distrowatch.com/dwres.php?resource=major

http://pt.wikipedia.org/wiki/Slackware_Linux

http://en.wikipedia.org/wiki/MCC_Interim_Linux

http://pt.wikipedia.org/wiki/Debian

http://pt.wikipedia.org/wiki/OpenSUSE

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fedora_Core

http://pt.wikipedia.org/wiki/Red_Hat

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ubuntu

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gentoo_Linux

Leituras extras:

http://www.novateceditora.com.br/livros/linux2/capitulo9788575221204.pdf

http://www.igc.usp.br/pessoais/guano/downloads/guano_segesp.pdf

http://futurist.se/gldt/gldt76.png

http://www.gentoo.org/doc/pt_br/faq.xml

http://www.gentoo.org/doc/pt_br/gentoo-amd64-faq.xml

Leitura Importante e Recomendada:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix

http://www.slackware-rn.com.br/~vuln/2007/07/18/gnulinux-ou-linux/

Para Geeks

Se você é um saudosista, aficcionado por sistemas operacionais de décadas passadas e gosta de por a mão na massa, tenho certeza que irá se deliciar com este ftp: http://www.ibiblio.org/pub/historic-linux/distributions/

Lá você encontrará, se não os primeiros, os posteriores releases oficiais das distribuições Linux (GNU/Linux para outros) mais antiga.

  1. ebercolli
    12/09/2007 às 21:58 | #1

    e ai cara valeu pelos coments
    na verdade o OSX sempre foi meio q o sistema ´perfeito´ mas agora eu to podendo tirar essa conclusão na pratica mas o visual do SO sempre me agradou.
    qto a te dar dicas de Linux é so pra rir mas valeu pela força vindo de vc q um cara q manja muito e q eu respeito pra caramba eu fico muito feliz.
    estou postando no OSX(claro) e como vc pode ver ta rolando os acentos graças as suas dicas valeu.
    ah posta ai as distros q vc usou e q mais te agradaram
    um abraço

  2. ViniciusPXMB
    24/01/2008 às 17:07 | #2

    \o/. Valeu por me lembrar da história! XD

  3. silvio
    05/09/2008 às 16:46 | #3

    Muito legal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1

  4. Leonss
    11/08/2009 às 19:39 | #4

    Parabéns mano, bem legal o blog.

  1. No trackbacks yet.