ArchLinux
Porque esta escolha?
ArchLinux é uma distribuição que reune tudo aquilo que usuários avançados de Linux gostariam de ter em suas distribuições e ao mesmo tempo se mantém totalmente voltada a filosofia KISS. Em uma procura rápida e muita pesquisa depois, resolvi adotar o ArchLinux pelos seguintes motivos:
♦ Inicialização do Sistema baseada em BSD style; (para saber mais, aqui)
♦ Interface de configuração do sistema atravéz do bash/shell/terminal e edição de arquivos de configuração conforme o velho estilo UNIX de ser;
♦ Gerenciamento de pacotes simples e intuitivo e ao meu parecer melhor que apt;
♦ Compilação e criação de pacotes estilo ao ports dos BSDs;
♦ Fácil de manter, fácil de consertar;
♦ Sem muitas configurações complexas como de algumas distros User Friendly que complicam e dificultam quando precisamos alterar algo na expinha dorçal do sistema;
♦ Suporte a 64 bit;
♦ Atualização do Kernel, de pacotes e da própria distro constantemente e fácil;
♦ Estabilidade, Segurança e Desempenho;
♦ Entre outros motivos pessoais…
Seguindo este princípio estas regras impostas por mim mesmo, encontrei o ArchLinux sendo uma das poucas distribuições atuais que conseguiram suprir esta minha demanda por “hacking linux”, e também onde eu não perdi tempo tentando entender suas configurações, porque simplesmente ela é linux! Instalando-á e pude dedicar tempo para configurá-la a minha moda.
Baixando e Instalando
Apesar de eu estar dedicando esta sessão totalmente a versão de 64 bits, isto não impede você de utilizar a versão para processadores de 32 bits compilados para i686.Nestes link você encontra as versões de 32 e 64 bits, podendo serem baixadas tanto via torrents como via ftp/http: http://www.archlinux-br.org/download
ftp://mirror.pacific.net.au/linux/archlinux/iso/2008.03
Baixei a ISO core. Após 3 horas, ou menos… – “não sei, acabei dormindo” – a imagem do cd de instalação do ArchLinux estava em minhas mãos (se fosse hoje eu gastaria uns 40 min.). Gravei-a em um CD-RW e parti para a felicidade.Não vou explicar o processo de gravação, pois este não é o escopo do assunto.
Logo feito um boot pela CD de instalação após gravado, me deparei com um boot opções de boot nos moldes de distros como gentoo e slackware. Pelo simples fato de eu não ter instalado em uma VM, não capturei nenhuma das telas.
Neste momento temos as opções para setar a configuração do teclado digitando km no console; após isto, adentramos ou chamamos diretamente o setup para iniciar a instalação do ArchLinux na máquina: /arch/setup.
A instalação prossegue-se muito fácil e intuitiva, lembrando e muito o instalador do Slackware. A sequência do menu de instalação é a seguinte:
1. Prepare Hard Drive 2. Select Packages 3. Install Packages 4. Configure System 5. Install Kernel 6. Install Bootloader 7. Exit Install- 1. Prepare Hard Drive
Neste sub-menu teremos 4 opções:1.1 – Auto-Prepare (erases the ENTIRE hard drive) – Como o próprio nome é auto-explicativo, sabemos que se selecionarmos isto, o instalador apagará todas as partições em nossos HDs e preparará a automaticamente o disco e as partições para a instalação.1.2 – Partition Hard Drives – Está é a melhor opção para quem quer designar as partições e seus tamanhos apropriados para o processo de instalação. Devo dizer que esta foi opção utilizada por mim. O instalador vai utilizar o cfdisk, onde nós mesmos particionaremos o HD. Para quem não tem afinidade com esta ótima ferramenta, segue um artigo localizado no pQui Linux:http://site.pquilinux.org/index.php?option=com_content&task=view&id=15&Itemid=28Particionei meu HD de 40Gb da seguinte maneira; mas você é livre para particioná-lo da maneira que achar melhor:/dev/sda1 = /boot com 63Mb/dev/sda2 = Swap com 1,5Gb/dev/sda3 = / com 17Gb/dev/sda4 = /home com 20Gb1.3 – Set Filesystem Moutpoints – Escolhemos as partições que serão montadas em diretórios expecificos, em outras palavras, é aqui que vamos montar os principais diretórios do sistema para as devidas partições criadas anteriormente.1.4 – Return to Main Menu – Retorna para o menu anterior
- 2. Select Packages
Aqui não tenho muito o que dizer, pois é a seleção de pacotes para a instalação. Lembrando apenas que é possível de instalar os pacotes contidos no CD. Eu particularmente selecionei todos mas isto é para o meu uso pessoal, podendo vocês escolherem os pacotes de acordo com a vossas necessidades.
- 3. Install Packages
Com os pacotes selecionados, basta apenas ir até a opção OK, teclar enter e aguardar o fim do processo de instalação. Sem muitos segredos nesta parte.
- 4. Configure System
Concluido o passo anterior, havera apenas uma janela de continuação para ir para página de configuração do sistema. Nesta etapa, poderemos verificar os arquivos de configuração presentes no dir /etc e editá-los conforme a necessidade.
/etc/rc.conf
/etc/hosts
/etc/fstab
/etc/mkinitrd.conf
/etc/modprobe.conf
/etc/modules.conf
/etc/resolv.conf
——–
O /etc/rc.conf é meio punk prá quem nunca mexeu ou fuçou em um arquivo de configuração do linux, mas ele é a espinha dorçal de inicialização e do próprio ArchLinux. Nele definimos as referencias de localização, hardware e dispositivos, rede e aplicativos que serão carregados em tempo de boot, explicarei resumidamente cada seção deste arquivo e colocarei o meu próprio rc.conf como exemplo. O que estiver precedido de “#“, significa que são comentários nestes arquivos e não serão executados pelo sistema :
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LOCALIZATION = Linguagem do sistema, se o hardware usa o relógio local ou gmt, o TimeZone, Tipo de teclado, se utilizaremos fontes especiais e cores no console/terminal.Ex.:
LOCALE=”pt_BR.utf8″
HARDWARECLOCK=”localtime”
TIMEZONE=”America/Sao Paulo”
KEYMAP=br-abnt2
CONSOLEFONT=
CONSOLEMAP=
USECOLOR=”yes”
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HARDWARE = quais módulos serão carregados com o sistema caso não utilizemos de software para detecção de hardware, podendo acionarmos o carregamento automático e os módulos que serão forçados ou não carregados. Módulos são a forma que nos dirigimos aos drivers de hardware no linux.Ex.:
MOD_AUTOLOAD=”yes”
MOD_BLACKLIST=()
MODULES=(forcedeth)
USELVM=”no”
NETWORK = Nome da máquina local, ip manual da placa de rede, mascara e broadcast; ou se você possui um servidor dhcp na rede habilitar o archlinux a buscar um ip valido automaticamente. Também o gateway padrão e o Roteamento.Ex.:
HOSTNAME=”arch64″
lo=”lo 127.0.0.1″
eth0=”eth0 192.168.0.23 netmask 255.255.255.0 broadcast 192.168.0.255″
INTERFACES=(lo eth0)
#gateway=”default gw 192.168.0.1″
gateway=”192.168.0.1″
ROUTES=(gateway)
DAEMONS = São os programas que iniciarão juntamente com o sistema. Naturalmente logo após a instalação e o primeiro boot, está linha deverá estar com poucas opções/daemons que deverão ser acrescentados conforme a necessidade. Os Daemons são responsáveis por exemplo como o carregamento de Servidores de Arquivos, Detecção Automática de Hardware, Gravação de Logs, levantamento da Rede e habilitação de outras partes do sistema. Por exemplo, caso você precise que o Ambiente Gráfico (KDE/Gnome) abra automaticamente os arquivos que estiverem em um pendrive espetados através em uma porta usb, é necessário colocar o deamon do hal e do autofs para carregamento no boot do sistema exatamente nesta seção, desde que eles estejam instalados.
Segue o modelo como exemplo:
DAEMONS=(syslog-ng hal network netfs crond alsa portmap fam autofs)
/etc/rc.hosts – Caso tenha uma rede com ips fixos, defina neste arquivo o número ip, nome e dominio das máquinas para facilitar a busca das mesmas.Ex.:
#<ip-address> <hostname.domain.org> <hostname>
127.0.0.1 localhost.localdomain localhost
192.168.0.23 arch64.memphyx.org arch64
Basicamente este é o modelo do arquivo /etc/hosts. Adicione ips e nomes conforme a configuração de rede local.
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/etc/fstab – Neste arquivo é definido os pontos de montagens dos dispositivos de bloco como hd, drives ópticos e usb drives com seus respectivos sistemas de arquivos e suas opções:
# /etc/fstab: static file system information
## <file system> <dir> <type> <options> <dump> <pass>
none /dev/pts devpts defaults 0 0 none /dev/shm tmpfs defaults 0 0
#/dev/cdrom /mnt/cdrom iso9660 ro,user,noauto,unhide 0 0
/dev/dvd /media/dvd auto ro,users,noauto,unhide 0 0
/dev/sda1 /boot ext2 defaults 0 1
/dev/sda2 swap swap defaults 0 0
/dev/sda3 / xfs defaults 0 1
/dev/sda4 /home xfs defaults 0 1
/etc/mkinitrd.conf – necessário caso precise utilizar e criar uma imagem inicial de boot a ser carregada antes e em conjunto com o kernel linux com módulos e outras opções para o sistema. Exemplo de uso seria o famoso splash no boot. Não possuo este arquivo em meu sistema, mas caso pretenda utilizá-lo existe ótimos materiais a respeito de como criar e utilizar uma imagem inicial de boot espalhadas pela internet.
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/etc/modprobe.conf e /etc/modules.conf – usado para carregar módulos de hardware durante a inicialização do sistema./etc/modprobe.conf para kernel e sistemas baseados no kernel linux 2.6.x e /etc/modules.conf para kernel e sistemas utilizando o kernel linux versão 2.4.xTambém não precisei editá-lo, mas ao configurar o ALSA, o alsaconf me adicionou as seguintes linhas referentes a minha placa de som em /etc/modprobe.conf:
# # /etc/modprobe.conf (for v2.6 kernels) # # --- BEGIN: Generated by ALSACONF, do not edit. --- # --- ALSACONF version 1.0.14 --- alias snd-card-0 snd-hda-intel alias sound-slot-0 snd-hda-intel # --- END: Generated by ALSACONF, do not edit. --- --------
/etc/resolv.conf – Configuração de DNS (Domain Name Server/ Servidor de Nomes do Dominio). Neste arquivo definimos quais são os servidores de nomes na rede apontando seus ips, entre outras configurações.Também muito utilizado caso você não tenha um servidor dhcp na rede e utilize ips fixos e não use o protocolo pppoe para conectar-se diretamente a internet atravéz desta maquina. Como por exemplo um modem roteado e não utilizando o servidor dhcp interno, poderá ser necessário apontar as configurações dos servidores de nomes neste arquivo.Ex.:
# /etc/resolv.conf
##search <yourdomain.tld>
search memphyx.org
nameserver 200.204.0.10
nameserver 200.204.0.138
nameserver 192.168.0.1
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Set root password -Aqui, definiremos a senha de root.
- 5. Install Kernel
Neste ponto, escolheremos o kernel que será o padrão de boot e do sistema.
- 6. Install BootLoader
Falta pouco para inicializarmos o ArchLinux pela primeira vez, mas para isto devemos instalar um boot loader. No ArchLinux temos os dois principais e mais utilizados no mundo do software livre: GRUB e LILO… eu particularmente gosto mais do GRUB pois me dá uma gama maior de sistemas operacionais suportados e basta instalá-lo apenas uma vez e seu arquivo de configuração e caso precise modificar algo, basta editar um simples arquivo testo sem a necessidade de reinstalá-lo, acredito ser mais fácil que o LILO e mais fácil de manter um sistema de testes com ele, pois posso alterar opções de inicialização do sistema assim que ele aparecer para escolhermos o sistema operacional a iniciar. Então vamos de GRUB, bastando apenas selecioná-lo e pressionar ENTER. Feito este complicadissímo passo, pressionamos enter novamente confirmando que queremos instalar grub, e na próxima tela escolheremos onde instalaremos ele.Escolha /dev/hdX ou /dev/sdX para instalá-lo na MBR do disco rígido em questão.O X, representa a letra do disco onde será instalado o GRUB, para saber mais sobre o que significa isto, de uma olhada em http://olinux.uol.com.br/artigos/285/print_preview.html e também em Nó de dispositivos, na seção dispositivos de bloco na wikipedia.
- 7. Exit Install
Aleluia… após este nosso “breve” howto de instalação do Arch, podemos sair do setup e cairmos novamente na “tela preta”. Digite agora reboot e pressione enter para o sistema ser reiniciado. Retire o CD do drive de CD/DVD e caso pense ser necessário, altere na BIOS a sequencia de inicialização para o disco rígido/HD.
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Ajustes Finos pós instalação, informações e softwares adicionais…
Antes de continuarmos, recomendo uma leitura rápida sobre o pacman, que é o gerenciador de pacotes do arch. Estas informações sobre o pacman serão encontradas no fórum do Archlinux-br e feita pelo usuário leoarcher, segue o link do post aqui.Se você leu o link indicado, concerteza aprendeu a forma como o pacman trabalha com os pacotes binários e que o mesmo lembra longinquamente o apt-get do debian (mais pra aptitude que apt-get).
Usuários
Neste momento (após o boot e a entrada no sistema com o usuário root) vamos criar um usuário com o comando useradd ou através do adduser que é mais intuitivo e já te cria as extruturas necessárias para o novo usuário. Recomendando a facilidade e a não perca de tempo explicando como utilizar o useradd eu recomendo veemente a utilizarem o adduser, mas para efeito didático deixarei o link de uma breve explicação de como utilizar o useradd. http://www.mediacollege.com/cgi-bin/man/page.cgi?topic=useradd
Após criado o usuário da maneira e com o comando que o leitor achou melhor prosseguimos.
Rede
Primeiramente vamos verificar se a rede está funcionando e se conseguimos pingar o nosso roteador/modem adsl:
#ping 192.168.0.1 64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=1 ttl=64 time=0.613 ms 64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.562 ms 64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=3 ttl=64 time=0.554 ms
OK, até aqui ótimo, a rede está de pé. Vou pingar um endereço de internet pra ver se funciona:
ping www.google.com
Se o retorno deste comando for:
ping unknown host www.google.com
ou:
From 192.168.0.23 icmp_seq=1 Destination Host Unreachable
teremos que verificar se o gateway padrão está correto nos arquivos de configuração já exemplificado no tópico anterior. A Arch já traz em sua versão full os ótimos editores de texto nano e mcedit que faz parte do midnight comander, sem contar o vi que está em todas.Editamos então o rc.conf, e na seção network procuramos pela opção gateway, provavelmente a linha 67 do arquivo que precisei alterar. Lembre-se de tirar o “!” (exclamação) da palavra gateway na linha 68, opção ROUTES.
gateway="default gw 192.168.0.1 metric 1" ROUTES=(gateway)
Salvei o arquivo, é necessário parar o serviço network e iniciá-lo posteriormente, com isto já conseguia “pingar a internet”. Maravilha… pensei eu – o Arch reconheceu o driver correto de minha placa de rede, que felicidade – Acontecia que após algumas horas conectado, do nada o sistema perdia a rota dos pacotes e eu não conseguia navegar na net nem fazer os downloads para a atualização do sistema. Resolvi isto facilmente verificando que após um tempo as rotas realmente se perdiam.Após a instalação verifique isto também com o comando route, que apenas indicava o broadcast da rede (192.168.0.0). A solução é utilizar o seguinte comando no shell:
route add default gw 192.168.0.1 metric 1
Reiniciei o PC e novamente o problema, então resolvi colocar o comando no /etc/rc.local para ser executado na inicialização do sistema e alterei novamente o /etc/rc.conf e coloquei no gateway apenas o ip 192.168.0.1. Com isto a conexão não ouve mais nenhuma variação com quedas e perdas de sinal de rede e demais problemas. Primeiro gato morto!
Atualização do Sistema
Como manda a Lei, sempre que instalar um sistema pela primeira vez, atualize-o completamente ou pelo menos os pacotes mais criticos para as versões mais novas. Pode ser que muito dos bugs e brechas conhecidas venham a estar corrigidas em uma atualização de software e isto é essencial para o bom funcionamento do sistema.(bom, esta é minha lei… rsrsrs)Não sei se você leu o link que indiquei sobre o pacman, mas antes de executarmos qualquer comando, é muito bom sabermos o que este comando faz. Vamos atualizar a base de dados dos pacotes instalados no sistema e atualizá-lo também:
#pacman -Syu
Responda Sim (ou Yes) para as perguntas que serão feitas e quando o pacman começar a baixar os binários, vá dar um passei rápido, tomar um ar na varanda, sei lá… curta o momento.Ótimo… agora que estamos com o sistema atualizado, verifiquemos se não existe nenhum conflito com o próprio pacman, pois após a atualização eu não conseguia mais instalar nenhum programa, pois me aparecia este erro:
pacman "syntax error in config file"
A correção foi simples, pois no diretório /etc exitia os arquivo /etc/pacman.conf e /etc/pacman.conf.new, pois o pacman não atualizou-os devido a uma referência para não ser executada tais ações em certos arquivos e pacotes no sistema, e o resultado foi este. Eu apenas verifiquei os dois arquivos e notei que poderia tranquilamente apagar o pacman.conf.new; e foi o que fiz, com isto tudo voltou-se a sua normalidade. Segundo gato morto!
KDE
Como todos já perceberam, observando meus post aqui no blog, é percepitível que eu curto mesmo é o KDE. Para satisfazer essa minha vontade por uma GUI da qual estou acostumado e sinto-me confortado ao utilizá-la, recorri a buscar os pacotes através do pacman e antes de eu mandar meu sistema antigo para o abraço, havia feito algumas pesquisas sobre o arch, já mencionadas anteriormente.Existe um projeto chamado KDEmod, em que eles empacotam o KDE da mesma forma que o pessoal do OpenSuSE e do Debian fazem. Isto é, para cada aplicativo do conjunto KDE, existe um pacote separado do básico, isto significa que ao instalar o KDE Multimidia, você não vai ter aquele monte de aplicativos no Submenu Multimidia no menu K, e isto é ótimo, que foge daquilo que eu não curtia muito no Slackware, te trazendo uma forma mais organizada de personalizar seu KDE.Esta dica eu peguei no blog do Hugo Dória que é um cara aficcionado pelo Arch a mais tempo que eu. Para acessar o blog do Hugo, click sobre o link no nome dele… rsrsrsO artigo a respeito do KDEmod se encontra aquiEntão faça como está escrito lá.Abrá e edite o arquivo /etc/pacman.conf e adicione as seguinte linhas em seu final:
[kdemod] Server = http://kdemod.ath.cx/repo/current/x86_64
Lembrando que eu estou usando um sistema de 64bit e que se você estiver utilizando processadores de 32 bits coloque no lugar do x86_64, um simples i686.Aproveitando também que estamos alterando o /etc/pacman.conf, vamos colocar os mirrors nacionais do Arch conforme noticiado no portal Brasileiro desta excelente distro, e não esqueça de habilitar o repositório Community para instalar o KDEmod:http://www.archlinux-br.org/node/29
# REPOSITORIES [current] Server = ftp://archlinux.c3sl.ufpr.br/archlinux/current/os/x86_64 [extra] Server = ftp://archlinux.c3sl.ufpr.br/archlinux/extra/os/x86_64 [community] Server = ftp://archlinux.c3sl.ufpr.br/archlinux/community/os/x86_64 [kdemod] Server = http://kdemod.ath.cx/repo/current/x86_64
Alterado e salvo o arquivo, atualize a base de dados do pacman e proceda com a instalação do KDE “modificado” utilizando:
pacman -Sy pacman -Syf kdemod
Com isto você terá um KDE bem enxuto e na última versão. Caso queira saber a lista de pacotes existentes no KDEmod, você poderá abrir este link para conferir isto. Imagine as possibilidades de Desktop perfeito para usuários do KDE com os pacotes do KDEmod: – Leve, limpo e customizado!
Drivers Nvidia e Xorg.conf
Os Drivers para aceleração 3d em placas de video da NVIDIA se encontram no repositório Extra, que se não foi habilitado, habilitamos no pacman.conf conforme exemplo de configuração em um tópico anterior.Para instalá-los é necessário saber apenas o driver correto para o modelo de sua placa de video. Esta informação pode ser encontrada no próprio site da nvidia.Para instalar, basta este comando:pacman -Sy nvidia – para placas atuaispacman -Sy nvidia 96xx ou pacman -Sy 71xx para placas mais antigas como da época das geforce’s 2, 4… bons tempos!Esta é o basico e já funcional forma e corretíssima de se instalar os drivers da nvidia no arch, bastando agora, simplesmente configurar o xorg para utilizá-los…. mas, como comigo as coisas são feitas no muki, resolvi ser mais hardcore e parti pro punk mesmo, não sei se por cabeçada minha ou por puro prazer de se fazer as coisas meio que alternadas e fora do comum!
Alternativa para nVidias/NVIDIA
Primeiro verifique no diretório /usr/src qual kernel você está utilizando: Eu uso o 2.6.21!Agora vá até o www.kernel.org e baixe a versão 2.6.21 (verifique a correta no seu arch… não quero ouvir chororo depois) em ftp://ftp.kernel.org/pub/linux/kernel/v2.6/linux-2.6.21.tar.bz2Após o Download, criei o diretório /usr/src/pkg e movi o arquivo recem baixado para lá criando uma cópia em /usr/src. Adentrei em /usr/src e movi o diretório linux-2.6.21-ARCH para linux-2.6.21-ARCH-Genuine. Descompactei os fontes do linux, criando uma extrutura com tudo que eu precisava para esta experiência, nascendo assim o diretório /usr/src/linux-2.6.21. Renome-ei-o para linux-2.6.21-ARCH, e como eu já tinha a seguinte extrutura -
lrwxrwxrwx 1 root root 17 2007-06-18 19:18 linux -> linux-2.6.21-ARCH
drwxr-xr-x 19 root root 4,0K 2007-06-18 19:06 linux-2.6.21-ARCH
drwxr-xr-x 18 root root 4,0K 2007-06-11 22:01 linux-2.6.21-ARCH-Genuine
drwxr-xr-x 2 root root 32 2007-06-26 01:28 pkgs
executei os seguintes comandos para não perder configurações e includes do kernel anterior:
cp -rp linux-2.6.21-ARCH-Genuine/include/ linux-2.6.21-ARCH/include/
cp linux-2.6.21-ARCH-Genuine/.config linux-2.6.21-ARCH/.config
Feito todo este procedimento, ai sim instalei o driver da nvidia com pacman -Sy pacman. Ainda assim se não estiver satisteito, baixe o driver no site oficial e instale-o da maneira como seria feita no Slackware, ou seja, da maneira tradicional!Esta dica era usada nas versões anteriores do Arch para se instalar estes drivers da nvidia e eu encontrei em http://wiki.archlinux.org/index.php/How_to_install_NVIDIA_driver .
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Xorg.conf – Antes de mais nada, rode o Xorg -configure para que seja criado um xorg.conf.new na pasta do root.Como posse deste arquivo, mova-o para /etc/X11/xorg.conf, pois, antes deste procedimento, inexiste o xorg.conf no sistema e em uma tentativa de acessar o X, retornara apenas erro.Como eu já estava pensando em beryl, “janelinhas bonitinhas”, superkaramba.. eu já habilitei as extensões necessárias no xorg.conf para rodar sem reclamar disso ou daquilo quando eu ingressasse no KDE (que por sinal é a versão 3.5.7… hehehe). Mas o principal mesmo é trocar na seção Device/Section Device a linha reverente ao driver atual pelo driver nvidia. Ex.:
Driver "nv"
por:
Driver "nvidia"
Adicionei também estas opções referentes ao driver da Nvidia nesta mesma seção (Device):
Option "RenderAccel" "true"
Option "AllowGLXWithComposite" "true"
Option "AddARGBGLXVisuals" "true"
Option "DisableGLXRootClipping" "true"
Comentar toda a Section “Dri” com #, deixando-a desta maneira:
#Section "DRI" # Group 0 # Mode 0666 #EndSection
Criamos agora uma nova seção denominada “Extensions” com o seguinte conteúdo:
Section "Extensions"
Option "Composite" "Enable"
EndSection
E para finalizar, adicionei a extensão AIGLX no fim da Seção “ServerLayout”
(...) Option "AIGLX" "true" EndSection
Com isto KDE já estava preparado para receber o Beryl com todo o seu potencial. Ainda não instalei o compiz-fuzion, mas em breve eu o faço, e enquanto isto vou de beryl 0.2.1.
Ambiente Gráfico
Tudo configurado para o X11, basta agora mudar o runlevel do Arch para que em nosso processo de boot, tenhamos o gerenciador de login em ambiente gráfico, já adentrando no KDE. Editamos o arquivo /etc/inittab, modificando a linha
id:3:initdefault:
para
id:5:initdefault:
Percebi também que a instalação do KDEmod já havia adicionado no fim do arquivo uma linha para já habilitar o KDM – x:5:respawn:/opt/kde/bin/kdm -nodaemon – sendo assim, não precisou fazer mais nada a não ser apenas mudar o runlevel de 3 para 5.No próximo boot já teremos o KDM rodando, bastando entrarmos com nosso usuário já cadastrado e fazer nossos ajustes finos no sistema.
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Habilitando o Som, montagem e acesso automatizado a CD/DVD-ROM e PenDrives para o usuário.
Quando iniciei o KDE persebi que o som não funcionava e após espetar meu pendrive usb, também precisei me dirigir como root a um terminal para montar o dispositivo na mão. Para um usuário das antigas, isto é perfeitamente normal, mas para os mais novos usuários do linux, isto é inaceitável; então para colocarmos mais funcionamento no Arch e mostrarmos aos usuários de outras distros que a nossa distro é mais funcional, leve e limpa que a deles (rsrsrs… brincadeirinha, podemos evitar esta última parde da frase!), vamos habilitar e automatizar estas tarefas evitando aborrecimentos desnecessários. Estes pequeno detalhes são essenciais para quem quer chegar no PC e apenas utilizá-lo. Então mais uma vez…. Mãos a obra!
Som – Quem manda no pedaço é o ALSA!
Os módulos e todo gerenciamento atual e oficial para módulos/drivers para placas de som em Linux é feito pelo ALSA. Então se quisermos SOM, teremos que ter o ALSA que em 99% das distribuições linux atual já o trazem de “fabrica”, e com o Arch não poderia ser diferente. Sem mais papo vamos ao que interessa.Primeiro vamos acessar o terminal com shell linux. Caso esteja no ambiente KDE, aperte simultaneamente as teclas Alt e F2. Feito isto, irá aparecer uma caixa de diálogo pedindo para digitar algum comando ou função do sistema, digite então konsole e pressione a tecla Enter.Após aberto o software ou Shell linux, vamos nos tornar superusuário para fazermos certas alterações no sistema. Digite o comando su - pressione enter – e digite aquela senha que cadastramos para o usuário root assim que demos o primeiro boot no ArchLinux. Se aparecer algo como isto, significa que você fez corretamente este dificílimo passo:
[memphyx@arch64 ~]$ su Password: [root@arch64 memphyx]#
Agora rode o alsaconf, precione enter no dialogo que se procede e espere o programa identificar sua placa de som. Minha placa -mãe possui audio onboard com baseado em chipset nforce, o alsa identificou minha placa de som como hda-intel, em meus testes este módulo funcionou sem mistérios assim como a rede, que ao listar o hardware aparecem como na seguinte listagem:
[root@arch64 memphyx]# lspci
00:05.0 Audio device: nVidia Corporation MCP61 High Definition Audio (rev a2)
(…)
Não precisei instalar os nforce-drivers para minha placa Gigabyte, pois, tudo está funcionando. Andei verificando no site da nvidia e analisando os referidos modulos para este chipset e procurando os mesmos no sistema, percebi que este release de kernel ja traz todos os modulos para nforce-drivers. Caso você tenha uma mobo baseada neste chipset e outra versao nao atualizada do Arch, e queira fazer diferente de mim, segue o link para um howto de como instalar os drivers da nvidia para o chipset desta.http://wiki2.archlinux.org/index.php/Nforce_Drivers
Voltemos ao mr. ALSA.

Escolhido a placa correta, precionamo enter, e a próxima tela “yes” para que o módulo seje carregado automaticamente e colocado em /etc/modprobe.conf.Configuremos neste momento os ajustes de volume com o comando alsamixer. Após os ajustes pressione a tecla Esc para sair do programa – Não se esqueça de aumentar o Volume do PCM e do PC Speak, pois estes são os principais responsáveis pelo volume em si. Concluido, digite no terminal, alsactl store para que o alsa grave e guarde as configurações feitas no alsamixer.Agora vamos colocar o usuário do sistema no grupo audio para que nosso user tenha acesso ao som.
# gpasswd -a seu_usuario audio
No meu exemplo ficou assim:
# gpasswd -a memphyx audio
Saia do konsole fechando-o e reinicie o ambiente gráfico e confira o som na inicialização do KDE.
Montagem e reconhecimento Automático de dispositivos Ópticos e USB Drives
Esta parte de configuração, foi totalmente baseada no howto do Wiki do Archlinux, e o artigo referente é encontrado nesta URL: http://wiki.archlinux.org/index.php/AutoFS_HowTo
Não vou traduzir ao pé da letra, mas vou explicar de forma rápida todo o procedimento.Vamos precisar instalar o AutoFs, que é o software que será responsável por está façanha, então, não perca tempo, abra um terminal com shell e torne-se superusuário/root e rode o pacman -Sy autofs .Agora crie e edite o arquivo /etc/autofs/auto.media adicionando as seguintes linhas:
cdrom -fstype=iso9660,ro,nodev,nosuid :/dev/cdrom
dvd -fstype=iso9660,ro,nodev,nosuid :/dev/dvd
usbstick -fstype-auto,async,nodev,nosuid,umask=000 :/dev/sdb
usbstick -fstype-auto,async,nodev,nosuid,umask=000 :/dev/sdb1
usbstick -fstype-auto,async,nodev,nosuid,umask=000 :/dev/sdb2
--------
Estas linhas ficarão responsáveis para dizer qual tipo de dispositivo será montado assim que houver algum tipo de midia, fazendo a ligação com os dispositivos de bloco gerenciado pelo udev. Eu não utilizo drives de disquetes, mas se for o seu caso coloque está linha retirada do howto original:
floppy -fstype=auto,async,nodev,nosuid,umask=000 :/dev/fl
Também existe a necessidade de se criar o arquivo /etc/default/autofs acrescentando a simples linha TIMEOUT=1:
TIMEOUT=1
Salve e voltando ao bash, crie e/ou edite o arquivo /etc/conf.d/autofs adicionando ou modificando a opção daemonoptions:
daemonoptions='-g'
Novamente salve e saia do editor de textos.
Crie o diretório /media = mkdir /media
Execute as seguintes linhas de comando para alterar as permissões dos arquivos necessários para que o AutoFS funcione sem nenhum problema:
chmod 0644 - /etc/autofs/auto.master chmod 0644 - /etc/autofs/auto.media chmod 0644 - /etc/autofs/auto.misc chmod 0755 - /etc/autofs/auto.net chmod 0644 - /etc/conf.d/autofs --------
Ótimo, mais de 90% deste trabalho está concluído. Em meu caso específico, e um velho hábito do Slackware, modifiquei também o arquivo /etc/fstab:
# <file system> <dir> <type> <options> <dump> <pass> (…)
#/dev/cdrom /mnt/cdrom iso9660 ro,user,noauto,unhide 0 0
/dev/dvd /media/dvd auto ro,users,noauto,unhide 0 0 (…)
/dev/sdb1 /media/usb auto rw,users,defaults 0 0
Como percebem nas linhas acima, algumas configurações foram alteradas comparando-o com o original. Isto foi feito para que o usuário comum possa montar estes dispositivos se necessário e se o autofs falhar, bastando apenas criarmos os diretórios /media/dvd e /media/usb . Acredito não ser necessário, tamanha é a estabilidade atual do AutoFS e do ArchLinux.E como uma prevenção ainda maior com relação a permissões de acesso a dispositivos do sistema para o usuário, também costumo editar o arquivo /etc/udev/rules.d/udev.rules .Podemos perceber do que se trata este arquivo não é mesmo? Ele simplesmente é responsável por passar os parametros necessário para o daemon do udev/hal com relação a criação e recepção de chamadas dos dispositivos do sistema e aplicar as devidas permissões de acesso. E é exatamente isto que interessa.Com o arquivo aberto em um editor de texto vamos procurar algumas coisas. Na linha 129 do arquivo original do Arch, temos a seguinte escrita:
SUBSYSTEM==”scsi”, KERNEL–”sr[0-9]*”, ATTRS{type}==”5″, SYMLINK+=”scd%n”, GROUP=”optical”
Eu acrescentei a opção MODE=”777″ que é referente as permissões e forma como o dispositivo será criado na inicialização do sistema, deixando-o assim:
SUBSYSTEM==”scsi”, KERNEL–”sr[0-9]*”, ATTRS{type}==”5″, SYMLINK+=”scd%n”, GROUP=”optical”, MODE=”777″
Lembro-os que isto significa que todos os usuários e grupos do sistema terão acesso a este dispositivo. Muitos podem dizer que isto abre uma brecha/falha na segurança, mas em meu caso especial de “usuário”, não vejo problemas em liberar este acesso sendo que somente eu e minha querida esposa utilizamos o PC aqui em casa, sem contar que não enchergo problema algum com este tipo de alteração p feito por mim mesmo. Então faça por sua conta e risco e sintasse livre a dar menos permissões para o dispositivo e mesmo colocar o seu usuário no grupo “optical”.Agora edite o arquivo /etc/rc.conf adicionando os daemons do autofs em seu final, e de preferencia deixe a linha referente aos DAEMONS conforme meu exemplo:
DAEMONS=(syslog-ng hal network !netfs crond alsa portmap fam autofs)
Finalizado isto, faça logoff em seu usuário e se preferir reinicie o sistema para que tudo se carregue dentro do esperado. Faça os testes com midias de CD/DVD e seu famoso PenDrive e curta a montagem automatizada assim como nas distros Friendly User.
Softwares Adicionais, FlashPlayer e Java no Firefox em x86_64
--------
Java
Para o Java oficial em 64 bits, basta usarmos o pacman para baixá-lo e intalá-lo:pacman -S jreSeguindo esta linha de raciocinio, teoricamente teremos o Java funcional, mas na pratica o plugin para o Firefox, não funciona. Será necessário utilizarmos o Java compilado da IBM para termos o plugin do java funcional no firefox e em versão 64 bit. Então o j2sdk-1.4.2-03-linux-amd64.bin, baixe-o do seguinte endereço: http://www.blackdown.org/java-linux/java2-status/jdk1.4-status.html
Feito o download, mova o arquivo para /opt e proceda a instalação a partir deste diretório logado como root. O instalador irá gerar o diretório /opt/j2sdk1.4.2Seguindo agora o PluginDoc dos desenvolvedores da Mozilla Fundation e como usuário comum crie em seu Home, o diretório .mozilla/plugins que deverá ficar com o seguinte caminho:
/home/usuário/.mozilla/plugins
Execute o seguinte comando:
ln -sf /opt/j2re1.4.2/plugin/amd64/mozilla/libjavaplugin_oji.so ~/.mozilla/plugins/libjavaplugin_oji.so
Pronto, o plugin do Java está instalado e funcional no firefox. Para que este plugin funcione no konqueror é só adicionar o diretório ~/.mozilla/plugin no path de busca por plugin em configurações ->> configurar konqueror ->> plugins.
FlashPlayer
É meu amigo… quer moleza? Senta na sopa!!!O Flash Player é mais um software que também não existe uma versão nativa em 64 bit. Se quer o Flashplayer funcionando no Firefox e konqueror, você terá que trabalhar mais um pouquinho.Muito destas informações foram retiradas de dois links disponíveis na net, e eles são: http://wiki.archlinux.org/index.php/Install_Flash_on_Arch64
http://www.forumdebian.com.br/post-14363.html&sid=5ace42a02f789034919f88c971705bd5
Se quer o modo fácil sem dor de cabeça:
pacman -S gnash
Agora se quer algo descente e ter o orgulho de dizer: – Eu fiz funcionar!!! – então seja bem vindo ao clube.
Depois de fazer o processo do primeiro link, execute logado como usuário (não como root) o comando a seguir e espere o fim do mesmo:
nspluginwrapper -v -a -i
Agora queremos som e mais uma vez precisamos do alsa, só que agora em 32 bits.
pacman -Sy lib32-alsa-lib
Neste momento teremos o Flash player instalado e funcional no Firefox e uma festa rave está rolando com direito a convidados e tudo.Teste e depois me conte o que achou! ;-)
OpenOffice (pt_BR)
Agora vem as coisas mais simples da vida, nosso editor de textos open source está pronto para ser instalado: O OpenOffice!pacman -S openoffice-pt_br openoffice-spell-pt
Codec de Vídeo, MP3 e gravação de CD/DVD, Menssageiro Instantâneo, Torrents, melhorias na aparencia e muito mais!
Codecs, K3b, Ktorrent e pidgin… entre outros:
pacman -S codecs yakuake k3b libdvdread vcdimager dvd+rw-tools fontforge pidgin ktorrent
Aplicativos em geral para uso no dia-á-dia:
pacman -S kdemod-kdeutils-kcalc kdemod-kdenetwork-kget kdemod-kdegraphics-ksnapshot kdemod-kdegraphics-kamera
Tradução do KDE para português do Brasil:
pacman -S kde-i18n-pt_br
Eye Candys? Yeah!!!
Como todo bom e atual desktop linux, precisaremos de umas “frescuras” na área de trabalho. Me diz qual Linux User não se orgulha do Beryl/Compiz-fusion ?
Me digam como é bom ter o SuperKaramba trazendo os GadGets ao mundo linux muito antes de softwares proprietários atuais trazerem para seu S.O.s fechados ?Eu realmente as vezes curto estas coisas, e para não deixar ninguém insatisfeito, vamos adicionar estas utilidades em nosso ambiente de trabalho.Primeiramente instalamos o SuperKaramba e depois baixamos algumas coisas legais do KDE-Look.
pacman -S kdemod-kdeutils-superkaramba
Instalação do Compiz-fusion aqui ==> http://memphyx.wordpress.com/2007/07/17/compiz-fusion-kde-sobre-archlinux-64bit/
Conclusão
Não existe conclusão, esta página foi minha experiência de que é possível transformar uma distro “Hard” User funcional e simplesmente simples para o usuário e o “mantenedor/administrador” do sistema. Com isto, provo que qualquer linux pode se tornar usável e intuitivo para aqueles usuários que nem querem saber o que é sistema operacional. Talvez fique faltando para o Arch, uma aplicação gráfica para gerenciar o pacman e o AUR, mas acredito que isto já exista, pois, ainda não tive muito tempo de procurar tal aplicativo para o ArchLinux.Esta distribuição, realmente ganhou minha confiança e se tornou meu desktop linux principal. O OpenSuSE, quem sabe eu não faça uma nova instalação dele quando eu obter condições de adquirir um HD Sata II… ai ficarei feliz.Como disse no começo, o ArchLinux é tudo que eu precisava em uma distribuição, mas como nem tudo são flores, ele seria ótimo mesmo se usasse a Hierarquia de diretórios do GoboLinux que traz uma nova idéia de organização de programas no sistema de arquivo, sendo muito semelhante com a Hierarquia do sistema de arquivo do Mac OS X.Agradeço os ótimos tutoriais feito por pessoas capazes espalhadas pelo mundo nesta fantástica comunidade Open Source e Livre que se tornam tão próximas, em que indiretamente me foi ajudado a criar está página como referência de instalação do ArchLinux e configuração básica para usuários linux em processadores 64 bit.
“(… ) de graça recebestes, de graça dai.”
Mt 10:8b








RSS - Posts
Ei Jeff parabéns, uma excelência de artigo. Simplesmente demais. Ahhhgg.. que vontade de instalar.
Como vc sabe sou usuário assíduo do Gentoo à muito tempo, amo o jeito que o portage trabalha.. mas sinceramente, às vezes me canso de compilar.. e compilar.. hehe.
Estou louco pra testar o Arch.. e o pacman :)
Pode ter certeza que vc vai ter um parceiro pra dividir experiências com ele.
Ah.. sem contar o nosso projeto do AP com o LFS!!
Abraço mano e mais uma vez… seu Blog tá mto show!
Amigo, perfeito seu post! Agora já sei onde consultar quando quiser testar essa distro!
Ótimo artigo!
Sobre GUI’s para o pacman, vejam:
http://wiki.archlinux.org/index.php/Pacman_GUI_Frontends
Eu ja usei o Jacman e gostei.
Galera, obrigado pelos post e pela alegria que isto me concede.
rsrs
Agradeço a dica sobre Jacman feita pelo Rodrigo. Vou ver se testo esta ferramenta neste final de semana.
Abs
Muito bom o artigo hein Jeff, deu até vontade de instalar essa criança. Mas por enquanto minha proxima distro vai ser o Slack_12, esse meu problema de internet discada não vai ajudar a instalar o Arch, rsrsrs.
Abraço,
Chavão.
Amigo… belo post, estou migrando para o arch sem medo de dar cara a tapa…
só uma dica…. voce escreveu concertar… e é consertar… concerto vem de instrumentos.. concerto musical…. por favor.. sem recentimentos.. só estou aqui para ajudar =]
abraço..
Blz,
Cara postei lá no meu blog seu tuto, colequei os seus creditos blz…!!!
O Artigo esta precisando ser atualizado, mas ainda nao obtive aquele tempo.. tanto e’ que o blog esta praticamente quase dois meses parado!
Preciso atualizar algumas coisas referente ao pacman.conf e seus repositorios e tambem com relaçao ao Xorg.
Vou voltar a ativa em breve!!! [perdoem-me a falta de acentuaçao, pois estou em um micro pessimo neste momento ondem nao vale a pena nem arrumar a acentuaçao! Abraço a todos!]
Cara, sem dúvidas a matéria mais foda que já li na vida a respeito do Arch. Parabéns e já pode morrer feliz, abração!
Esse artigo foi um fator decisivo pra mim começar usar o archlinux ;)
Eu estou usando arch há uns quatro mêses sem problema algum. Esa semana serolvi fazer um pequena lan aqui me casa e usar o nfs pra trocar arquivos entre as máquinas. O que acontece é que depois da lan configurada e net pára do nada. No link abaixo explico melhor o que acontece.
http://www.guiadohardware.net/comunidade/v-t/840560/#post3569190
Tentei fazer os procedimentos que mencionou no post mas não obtive sucesso.
Se alguém puder me ajudar agradeço muito.
Olá guitar_brasil … eu acredito que se a conexão estiver com problemas na sua LAN, o GATEWAY está com o endereço ip errado.
Nos clientes, você precisa setar o gateway para o endereço da placa de rede do ArchLinux que se conecta a LAN.
Ja no Server (archlinux), você precisa marcar o Gateway para o endereço do seu ROUTER (caso tenha um roteador ou modem adsl roteado)..
Caso use dhcp ou se conecta por algum programa como rp-pppoe, não precisa de muito creio eu.
Obrigado pelo replay. Se tiver tempo por favor dê uma olhada no link do post anterior. Ali está um pouco mais detalhado a maneira que eu configurei o server e os clientes.
O server na placa eth0 (wan) está como dhcp.
Boa tarde, pessoal…
Eu sou um dos adoradores do sistema linux, jah usei varias distros, mais sem duvida auguma o arch me encatou.. era tudo oq precisava num sistema… totalmente do se jeito :D
Obrigado pelo espaço. abços
Amigos, fiz o procedimento sobre a instalacao do Java conforme explicado. Mais nao esta funcionando. Tem como acessar alguma pagina para testar.
Muito bom as informacões! Instalei o Arch, mas prefiro GNOME, nada contra KDE (k3b e yakuake rulez!).
Sobre o arquivo de java, realmente o site do blackdown já não se encontra no ar, mas procurando um pouco encontrei o seguinte link que continha o arquivo citado:
http://www.mirrorservice.org/sites/ftp.blackdown.org/java-linux/JDK-1.4.2/amd64/03/
Espero que possam resolver seus problemas de java!
gostei muito do post….direto e eficaz!!!
pode se acostumar em me ver sempre por aqui
[]’s
Luciano
K.O.
Thank’s
Por gentileza,
Instalei o kdemod4, estou com dois problemas:
1. a barra de tarefa esta na tv(e tenho um nvidia, saida para a tv), no kde3 eu sabia coloca-la no monitor, neste não sei, alguém sabe como resolver.
2. o mouse esta bobo, e fica desaparecendo, alguem sabe como resolver.
obs. ainda não resolvi o problema do teclado.
obrigado,
erasmo
Aprendi muito
Fico muito feliz por isto =)